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Criminologia, Jessica Jones e Mulher-Maravilha: Ficar do lado do agressor é sinal de perigo à sociedade – Ben Oliveira

Que dia lindo para servir Karma Coletivo para Diana, Lilith e Nêmesis ao mesmo tempo:  Resistam julgar as pessoas pela aparência. Meus 2 ex-namorados manipuladores se faziam de vítimas e todo mundo ficava ao lado deles e como eu sou porra louca, como Jessica Jones e Malévola, era injustiçado entre quatro paredes e julgado por todos ao redor. Como sou uma vaca, só há duas pessoas com a qual me importo no mundo, minhas duas chamas gêmeas, o resto é indiferente. Ainda assim... Vocês criam cada distorção cognitiva que só por Deus... É muita falta de terapia, autoconsciência, reflexão e bom senso.  Foi você que tava dentro do carro capotado? Foi você que quase morreu? Foi você que teve que recomeçar várias vezes na vida? Foi você que saiu como vilão quando a pessoa era tóxica pra cacete? Não foi. Então, boca fechada, sempre. Opinião só se dá quando é pedida. Sem falar os DELUSIONAIS que ficaram comentando: Que pena, achei que vocês iam casar. Quem quiser casar com ele, passo até o perfil KK

Crítica - E A Vida Continua


Ontem fui ao cinema assistir "E a Vida Continua", filme dirigido por Paulo Figueiro e lançado em setembro de 2012. O roteiro do filme é uma adaptação infeliz do 13º e último livro da série "A Vida no mundo Espiritual", obra de Chico Xavier ditada pelo espírito André Luiz.

O enredo da história não deixa muito a desejar já que o roteiro foi baseado em um livro e as chances de errar são mínimas. Todavia, quando se trata da fotografia cinematográfica, edição, efeitos especiais, interpretações, a vontade que eu tive foi de levantar da poltrona e ir embora, como muitas pessoas da sala de cinema fizeram, porém aguentei e assisti até o final.

Não há dúvidas de que o filme deve atrair um grande público por conta de sua história e relação com o
espiritismo, porém quem tiver  um bom gosto e mínimo conhecimento sobre cinema vai logo perceber o fracasso cinematográfico de "E a vida continua". Além da falta de qualidade nas imagens, outro problema do filme é o áudio. Apesar da produção ser brasileira, em algumas cenas parece que foi utilizado o recurso de dublagem, deixando momentos que deveriam ser dramáticos se tornarem engraçados e decepcionando ainda mais quem já estava inconformado com as imperfeições técnicas.

Se por um lado o filme me decepcionou em termos técnicos, por outro me deixou com vontade de ler a obra psicografada por Chico Xavier. A história do filme mostra como estamos relacionados direta ou indiretamente com as pessoas ao nosso redor, uma conexão que vem de outras vidas e persiste até que nós consigamos corrigir os nossos erros, passar nos nossos testes e cumprir nossas missões.

Evelina (Amanda Costa) está enfrentando um câncer e antes de passar por uma cirurgia, a jovem tem um encontro inesperado com um homem chamado Ernesto (Luiz Baccelli), que também está doente, quando o seu carro quebra na estrada. Uma amizade surge entre os dois, que apesar de não terem se conhecido previamente, acreditam que existem muitas coincidências no encontro, nas doenças e no fato de estarem hospedados no mesmo hotel.

Após os dois passarem por uma cirurgia, ambos morrem e se reencontram novamente no outro plano, um lugar que se parece com um hospital. As coisas começam a ficar estranhas quando Evelina e Ernesto conversam com outros pacientes e ouvem histórias sobre eles não estarem no Planeta Terra e já estarem mortos. Todas aquelas informações provocaram em Evelina um choque de crenças.

Os amigos são mandados para um conselheiro e só depois de contarem como tinham sido suas vidas, eles passam a entender mais sobre a relação que tinham com cada uma das pessoas da Terra e também entre si.

As lições transmitidas pelo Espiritismo referentes à Paciência, Amor, Amizade, Egoísmo, Moralidade, Família, Inveja, Morte e Vida são mostradas no filme e levam o telespectador a refletir sobre as atitudes tomadas nos seus cotidianos. A necessidade de fazer o bem é transmitida, não importa o quão complicada ou fácil seja uma situação. A moral do filme pode ser resumida no conhecido Provérbio Chinês: "A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória".

Confira o trailer

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