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Destaques

Revenge: Meus trechos favoritos da série

Alguns dos meus trechos favoritos da série Revenge (2011-2015), criada pelo roteirista e produtor Mike Kelley. O programa de TV foi ganhador de 6 prêmios e teve 28 indicações. Emily Thorne é, sem dúvidas, uma personagem fascinante, assim como os outros personagens da série com suas várias camadas.

Revenge: Meus trechos favoritos da série:
“Sempre questione onde estão suas lealdades. As pessoas em que você confia vão esperar por ela, seus maiores inimigos irão desejá-la, e aqueles que você mais valoriza, irão, sem falta, abusar dela”. – Emily Thorne, Revenge
“Como Hamlet disse a Ofélia, "Deus lhe deu uma face, e você se fez outra." A batalha entre estas duas metades de identidade... Quem somos e quem fingimos ser, é invencível. "Assim como existem dois lados para cada história, há dois lados para cada pessoa. Uma que revelamos ao mundo e outra que mantemos escondida por dentro. Uma dualidade governada pelo equilíbrio de luz e escuridão, dentro de cada um de nós, é a capaci…

67 jornalistas foram mortos em 2012, segundo Comitê para a Proteção dos Jornalistas


O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) publicou que em 2012 foram mortos 67 jornalistas em 20 diferentes países, com motivos confirmados. A organização independente sem fins lucrativos promove a liberdade de imprensa no mundo.

Pontos mais escuros apontam os países onde mais jornalistas morreram.
Foto: Reprodução / Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Segundo o CPJ, entre os quatro países onde aconteceram mais assassinatos de jornalistas em 2012 estão Síria (28), Somália (12), Paquistão (7) e Brasil (4). Além de países nos quais foram contabilizadas uma morte neste ano, como Rússia, Tailândia, Nigéria, Egito, Índia, Irã, Equador, México, Bangladesh, Bahrein, Colômbia, Tanzânia, Camboja, Indonésia, Filipinas e Líbano.

Os jornalistas cobriam os seguintes gêneros: Política (64%), Guerra (51%), Direitos Humanos (42%), Crime (16%), Cultura (15%), Corrupção (13%), Negócios (9%) e Esportes (3%).

Das 67 mortes, houve 100% de impunidade nos casos de assassinato. A maioria dos jornalistas eram homens (96%) e morreram em territórios locais (94%). Os grupos políticos são suspeitos em 47% dos casos, seguidos por fontes desconhecidas, facções criminosas, funcionários do governo, residentes locais, oficiais militares e força paralimitar.

Ano passado foram assassinados 47 jornalistas e desde 1992 até os dias atuais foram registradas as mortes de 962 jornalistas pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas.

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