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Destaques

Para Sempre Uma Estrela no Kindle+

Depois do ebook de Escrita Maldita, o conto Para Sempre Uma Estrela foi o mais baixado. Para quem assina Kindle+ (antigo Kindle Unlimited), o conto está disponível para leitura.  Dos contos que estavam disponíveis na promoção gratuita de Halloween, Para Sempre Uma Estrela teve 107 downloads na Amazon. Para Sempre Uma Estrela é um conto de suspense e drama escrito por Ben Oliveira que narra a história de Renato, um homem que se sente miserável e Nicole Angel, uma loira misteriosa que se apresenta em boates. Os destinos dos dois estão entrelaçados e uma ligação pode mudar tudo. “Ela sempre desejou ser a estrela da noite. Ninguém tinha dúvidas de que um dia ela conquistaria o seu sonho, só não esperava que fosse daquela maneira. Aquele astro brilhou tanto, até o momento em que a rua se encheu de trevas” – Ben Oliveira, Para Sempre Uma Estrela *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Amazon e dos livros de fantasia...

67 jornalistas foram mortos em 2012, segundo Comitê para a Proteção dos Jornalistas


O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) publicou que em 2012 foram mortos 67 jornalistas em 20 diferentes países, com motivos confirmados. A organização independente sem fins lucrativos promove a liberdade de imprensa no mundo.

Pontos mais escuros apontam os países onde mais jornalistas morreram.
Foto: Reprodução / Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Segundo o CPJ, entre os quatro países onde aconteceram mais assassinatos de jornalistas em 2012 estão Síria (28), Somália (12), Paquistão (7) e Brasil (4). Além de países nos quais foram contabilizadas uma morte neste ano, como Rússia, Tailândia, Nigéria, Egito, Índia, Irã, Equador, México, Bangladesh, Bahrein, Colômbia, Tanzânia, Camboja, Indonésia, Filipinas e Líbano.

Os jornalistas cobriam os seguintes gêneros: Política (64%), Guerra (51%), Direitos Humanos (42%), Crime (16%), Cultura (15%), Corrupção (13%), Negócios (9%) e Esportes (3%).

Das 67 mortes, houve 100% de impunidade nos casos de assassinato. A maioria dos jornalistas eram homens (96%) e morreram em territórios locais (94%). Os grupos políticos são suspeitos em 47% dos casos, seguidos por fontes desconhecidas, facções criminosas, funcionários do governo, residentes locais, oficiais militares e força paralimitar.

Ano passado foram assassinados 47 jornalistas e desde 1992 até os dias atuais foram registradas as mortes de 962 jornalistas pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas.

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