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Destaques

8 Livros sobre Autismo que poderiam ser traduzidos para o Brasil

Você sabe o que é autismo? É bem provável que você tenha uma visão formada na sua cabeça que não corresponde à realidade. O Transtorno do Espectro Autista é bem amplo e mesmo que você conheça um autista, existe uma expressão: “Se você conheceu um autista, você conheceu um autista”.


A falta de materiais atualizados sobre autismo no Brasil reflete no preconceito que muitas pessoas têm sobre o assunto. Muito se fala sobre o autista se adaptar à sociedade, mas pouco se comenta sobre o preconceito que vem de todos cantos, inclusive de profissionais da saúde, da mente e da educação que deveriam ter mais empatia.

Acredito que grande parte do preconceito vem do desconhecimento sobre a condição. Durante muitos anos, muitos mitos sobre o autismo foram espalhados na mídia e alguns continuam sendo espalhados até os dias atuais, sem que as pessoas levem em conta como essas informações falsas acabam contribuindo para o estigma e influenciam na autoestima de autistas.

Muitos livros sobre autismo pub…

67 jornalistas foram mortos em 2012, segundo Comitê para a Proteção dos Jornalistas


O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) publicou que em 2012 foram mortos 67 jornalistas em 20 diferentes países, com motivos confirmados. A organização independente sem fins lucrativos promove a liberdade de imprensa no mundo.

Pontos mais escuros apontam os países onde mais jornalistas morreram.
Foto: Reprodução / Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Segundo o CPJ, entre os quatro países onde aconteceram mais assassinatos de jornalistas em 2012 estão Síria (28), Somália (12), Paquistão (7) e Brasil (4). Além de países nos quais foram contabilizadas uma morte neste ano, como Rússia, Tailândia, Nigéria, Egito, Índia, Irã, Equador, México, Bangladesh, Bahrein, Colômbia, Tanzânia, Camboja, Indonésia, Filipinas e Líbano.

Os jornalistas cobriam os seguintes gêneros: Política (64%), Guerra (51%), Direitos Humanos (42%), Crime (16%), Cultura (15%), Corrupção (13%), Negócios (9%) e Esportes (3%).

Das 67 mortes, houve 100% de impunidade nos casos de assassinato. A maioria dos jornalistas eram homens (96%) e morreram em territórios locais (94%). Os grupos políticos são suspeitos em 47% dos casos, seguidos por fontes desconhecidas, facções criminosas, funcionários do governo, residentes locais, oficiais militares e força paralimitar.

Ano passado foram assassinados 47 jornalistas e desde 1992 até os dias atuais foram registradas as mortes de 962 jornalistas pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas.

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