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Destaques

Dias de Isolamento, Estímulos e Tédio: Vidas Importam (Coronavírus) | Ben Oliveira

Mesmo para alguém no espectro autista (lembrando que não existem dois autistas iguais e há uma ampla variedade neurológica e de personalidade), os dias de isolamento não são necessariamente confortáveis.


Gostar de ficar em casa e precisar de tempo sozinho para recarregar as energias, não significa que autistas também não gostem de ver pessoas – muitos adoram andar ao ar livre. As pessoas confundem autismo, introversão, timidez e misantropia (aversão às pessoas).

O que eu queria falar é sobre a importância de se ocupar com o que te estimula. Na correria do dia a dia, todos abrimos mão daquilo que gostamos de fazer e do que nem sabíamos que gostamos. Além de ler e jogar, nesses dias aproveitei para organizar as coisas e brincar com as tintas e colas.

Deveria estar escrevendo mais, mas confesso que estou gostando de estimular outras áreas que estavam adormecidas. Sim, tenho muitos momentos de tédio, mas não acho que colocar a vida de outras pessoas em risco possa compensá-los.

Por outro …

67 jornalistas foram mortos em 2012, segundo Comitê para a Proteção dos Jornalistas


O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) publicou que em 2012 foram mortos 67 jornalistas em 20 diferentes países, com motivos confirmados. A organização independente sem fins lucrativos promove a liberdade de imprensa no mundo.

Pontos mais escuros apontam os países onde mais jornalistas morreram.
Foto: Reprodução / Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Segundo o CPJ, entre os quatro países onde aconteceram mais assassinatos de jornalistas em 2012 estão Síria (28), Somália (12), Paquistão (7) e Brasil (4). Além de países nos quais foram contabilizadas uma morte neste ano, como Rússia, Tailândia, Nigéria, Egito, Índia, Irã, Equador, México, Bangladesh, Bahrein, Colômbia, Tanzânia, Camboja, Indonésia, Filipinas e Líbano.

Os jornalistas cobriam os seguintes gêneros: Política (64%), Guerra (51%), Direitos Humanos (42%), Crime (16%), Cultura (15%), Corrupção (13%), Negócios (9%) e Esportes (3%).

Das 67 mortes, houve 100% de impunidade nos casos de assassinato. A maioria dos jornalistas eram homens (96%) e morreram em territórios locais (94%). Os grupos políticos são suspeitos em 47% dos casos, seguidos por fontes desconhecidas, facções criminosas, funcionários do governo, residentes locais, oficiais militares e força paralimitar.

Ano passado foram assassinados 47 jornalistas e desde 1992 até os dias atuais foram registradas as mortes de 962 jornalistas pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas.

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