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Murder By The Coast: Documentário espanhol da Netflix sobre casos de jovens assassinadas traz dilemas éticos

Murder By The Coast (Homicídio na Costa do Sol/El caso Wanninkhof - Carabantes) é um ótimo documentário de crimes para quem deseja entender os impactos do julgamento antecipado pela imprensa sobre casos mal investigados, influenciando a opinião pública, quando só existem indícios, mas nenhuma prova. Lançado pela Netflix em 2021, o filme espanhol foi dirigido por Tània Balló e roteirizado por Gonzalo Berger . Em mais de 20 anos, muita coisa mudou no mundo. Mas há outras que ainda servem como ótimo exemplo de erros e acertos, especialmente no que diz respeito aos casos criminais, opiniões públicas, preconceitos e faltas de evidências. O documentário traz o caso da adolescente Rocío Wanninkhof que foi assassinada em 1999 e na ansiedade para encontrar um culpado, diante da falta de informações concretas, tudo toma um rumo que se fossem contar, poderiam jurar que se trata de um enredo de ficção. Os depoimentos de profissionais envolvidos ou que estudaram o caso só enriquecem o documentári

Resenha: Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins


Texto: Ben Oliveira

Anna e o Beijo Francês é o nome do livro escrito por Stephanie Perkins, publicado no Brasil em 2011 pela editora Novo Conceito e conta a história de uma adolescente norte-americana que é obrigada pelos pais a estudar em um colégio e morar na Cidade da Luz, em Paris.

Os primeiros momentos de Anna na nova cidade e no novo colégio foram péssimos para a garota. Ela teve que aprender a falar francês, se virar longe de sua família e se adaptar com os costumes diferentes.

Ao longo do livro o leitor se envolve com a história da protagonista e acompanha a evolução e os dramas da jovem Anna em um colégio voltado para americanos em Paris, desde as primeiras amizades até o seu progresso com os estudos.

Meredith, St. Clair, Josh e Rashimi fazem parte do novo grupo de amigos que Anna conheceu. E apesar de estar cada vez mais ligada a eles, a garota continua com saudades de sua terra natal, sua família, melhor amiga e do garoto com quem tinha se envolvido, mas não o suficiente para chamar de namorado.

Anna se vê presa em uma situação desconfortável ao se sentir atraída por St. Clair, o garoto do colégio pelo qual muitas garotas se apaixonam, incluindo sua amiga Meredith. Além de ser objeto de paixão de uma de suas melhores amigas, o jovem já tem namorada, Ellie, uma garota que costumava ser amiga do grupo em que Anna convive.

Mergulhe em um colégio parisiense e viva junto com Anna os seus dramas relacionados à amizade e primeiro amor. Assim como a maioria dos estudantes de intercâmbio, Anna descobre que seu lar não é mais na sua cidade natal. Apaixonada, para a jovem, Paris também não é onde pertence. "É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar?", declara.

Se eu pudesse definir o livro em algumas palavras seriam: dramas adolescentes, romance e "La Vie", a vida francesa. Ao ler a obra, o leitor é teletransportado para a sua adolescência em um país fascinante, como a França, e consegue aprender um pouco mais sobre a língua, a importância das traduções, literatura e cinema, um dos gostos da protagonista que vive assistindo filmes e fazendo críticas, e é claro, sobre alguns dos pontos turísticos da cidade.

Aos que já visitaram Paris, a vontade de retornar à cidade aumenta; e aos que ainda não conhecem, Anna e o Beijo Francês é um convite irresistível à Cidade da Luz, nem que seja ao folhear as páginas do livro e se imaginar em uma das cidades mais encantadoras do mundo.

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