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Destaques

Happy Old Year: Filme explora a linha tênue entre o desapego e a nostalgia

O filme tailandês Happy Old Year , de 2019, nos faz pensar sobre as relações que construímos com as coisas que guardamos ao longo da vida. Com direção e roteiro de Nawapol Thamrongrattanarit, a obra está disponível na Netflix. Chutimon Chuengcharoensukying interpreta Jean, uma mulher que deseja fazer um escritório em sua casa, mas se dá conta de que há uma pilha de objetos inutilizados pela casa. Interessada e inspirada pelo minimalismo, se dependesse só dela, ela colocaria tudo em sacos de lixo e jogaria fora, o que ela descreve como buracos negros, porém, à medida que ela coloca o seu plano em ação, Jean percebe que não será tão fácil como imaginava. Com a resistência da família a mudar, Jean encara de frente sua missão, doa em quem doer. O que deveria ser fácil e prático para ela, cuja necessidade é vista até mesmo como egoísmo, acaba se desdobrando em várias situações, fases e etapas conforme ela mergulha nas histórias, memórias e emoções que estão vinculadas aos objetos, especialm

Editora recebe originais de contos e romances


Criada em 2012, a Editora Bateia está recebendo contos e romances com temática livre, até o dia 31 de julho de 2013. A ação faz parte do projeto "Originais na Bateia", uma maneira de atrair novos autores da literatura brasileira para a editora.

Autores podem enviar originais em PDF pelo e-mail: originaisnabateia@gmail.com. A publicação dos livros será em 2014 e seguirá a mesma linha da editora na publicação dos autores estrangeiros: um mesmo projeto gráfico interno e externo para todos os livros.

Os livros serão editados no segundo semestre de 2013.

Até o momento a Bateia firmou seis contratos de edição com autores estrangeiros: “Nostalgia”, do romeno Mircea Cartarescu; “Carta”, do norueguês Tomas Espedal; “Caireles”, do argentino Alfredo Fonticelli; “O boxeador polonês”, do guatemalteco Eduardo Halfon; “Um ano”, do chileno Juan Emar; e “Lendo Vila-Matas”, do também chileno Gonzalo Maier. Destes, cinco estão em fase de tradução.

Durante a Copa do Mundo, serão lançados livros de ficção do mexicano Juan Pablo Villalobos, do chileno Alejandro Zambra e do sueco Fredrik Ekelund.

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