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Causa Autista, História e Divergências Políticas no mundo inteiro

Para quem acha que o que acontece no Brasil é inédito, basta conhecer a história do autismo. As divergências políticas são parte da história do autismo. Cada conquista aconteceu por causa das lutas dos movimentos sociais organizados.


Leia: A História do Autismo: 10 Motivos para ler o livro Outra Sintonia

O Brasil não inventou o fogo. As pessoas poderiam fazer escolhas melhores se estudassem mais. Serve para quem quer falar de política, mas não conhece as questões biológicas também.

Sobre o mundo das organizações brasileiras, já falei algumas vezes: nenhuma me contempla. Nenhum dos lados acerta sempre nem vai acertar, pois cada lado tem seu viés e puxa mais para o que acredita.

O que é melhor para um autista, pode não ser para o outro, seja por questões sociais ou neurobiológicas: o assunto SEMPRE será complexo, pois o autismo é complexo, não é simples como as pessoas fazem parecer.

Quem paga o preço? Quem é invisibilizado. Quem já tem diagnóstico, dificilmente se importa com os que não…

Escrever um livro é mais difícil do que dar à luz?

Escrever um livro, muitas vezes, é comparado a dar à luz. A escritora e blogueira do Huffington Post do Canadá, Vicki Murphy publicou um texto no qual ela comenta porque escrever um livro é mais difícil do que ter um filho e exige mais perseverança.

Vicki Murphy afirma que mesmo podendo abortar um livro, é preciso continuar mesmo com as dúvidas e medos, porém quando você assina um contrato, se responsabiliza pela entrega do livro.

Ainda segundo a escritora, um livro exige tanto tempo quanto uma criança. Muitas pessoas e geralmente mães sabem o quanto dá trabalho criar tempo, principalmente quando se tem um marido, filhos, cachorro e uma carreira. Vicki Murphy comenta que é preciso desejar muito escrever um livro para conseguir produzi-lo, tirando horas extras de um chapéu a cada dois dias.

Depois de persistir na ideia de produzir o livro, arranjar tempo para se dedicar à escrita, o escritor ainda precisa ser capaz de vendê-lo. “Você não pode apenas escrever um livro e se esconder em uma caverna”, acredita Vicki Murphy. Diferente de filhos que você pode mantê-los em casa quando quiser e receber elogios pela sua inocência, Vicki diz que os livros podem ser odiados e o escritor precisa acreditar em si mesmo e falar sobre suas obras, já que as pessoas estão pagando para lê-lo.

Para quem ficou interessado em ler a analogia feita pela escritora-mãe, o texto na íntegra em inglês está disponível em seu blog do Huffington Post.

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