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4 Quotes de Penny Dreadful

“Eu não contaria isso à Srta. Ives. Afinal, quem quer saber que é caçada pelo diabo?” “Você recebeu um grande poder. Um dia você a usará e tomará seu lugar predito sobre esses animais mortais. Você sabe em seu coração que estou falando a verdade, admita”; “Todos nós somos duas coisas de certa forma. Anjo e diabo, luz e escuridão”; “Eu amo tempestades. Primordial. Cada pedacinho de civilização se foi. Toda verdade saindo ” . Leia também:  Resenha: O Tarô da Deusa Tríplice – Isha Lerner   Twin Flames – Nikki Rowe   Dica de livro:  O Tarô de Marselha Revelado   Twin Flames: Chamas gêmeas devoradas pelo ouroboros – Ben Oliveira   6 Quotes de Penny Dreadful: Vanessa Ives   6 Conselhos para Bruxos Iniciantes – Ben Oliveira   *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror  Escrita Maldita , publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano:  O Círculo (Vol.1)  e  O Livro (Vol. 2) , disponíveis no  Wattpad  e na loja Kindle. Me acompanhe na

Sobre rabiscos e telas brancas

A tela branca pode ser um convite à explosão criativa ou uma tortura ao artista que sente seu espírito definhando diante da pesada realidade. Em tempos de crise e ódio, a arte fica esquecida e é vista como desimportante; ironicamente, é quando mais precisamos dela, de algo que nos faça sentir vivo e toque as partes atordoadas.


O som dos dedos se movendo pelo teclado era como fantasmas de uma vida distante. É incrível perceber quantas vezes nós deixamos algumas partes nossas morrerem ao longo de nossas existências; as máscaras, antes tão confortáveis, agora incomodam e não nos servem mais. Leva tempo até ficarmos satisfeitos e ajustados à nova realidade. Viver é admitir que sabemos pouco sobre nós mesmos e há sempre algo novo que pode nos transformar, seja para o bem ou para o mal.

O artista encara a tinta respingando pela tela. Para o espectador sem intimidade, nada faz sentido, a desconexão de ideias é tormentosa; para ele, o lembrete de que sua arte nunca o abandonaria. Como poderia? Os dois eram como um só e se ainda causava estranheza nos outros, era porque estava fazendo algo certo.

Vender aquele quadro não era opcional. Quando se permitia ser quem realmente era e se lembrava de que o que os outros achavam pouco importava. Seu prazer estava naquelas horas de solidão e haviam ideias que se perdiam quando tentávamos compartilhar com os outros.  O texto já não o atormentava. Era no seu monólogo, perdido no seu próprio mundo que encontrava paz.

*Ben Oliveira é escritor, blogueiro e jornalista por formação. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

Assista ao vídeo do texto O Mundo das Histórias Inacabadas:

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