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Destaques

1 ano e dois meses sem fumar cigarro

Muita gente deve se perguntar porque eu comemoro a cada mês sem fumar cigarro. A verdade é que isso ajuda a manter com os objetivos firmes e dá validação para o que está fazendo. No primeiro ano e dois meses sem fumar cigarro, passei por dias de estresse que por si só, lembravam de quando o cigarro era usado como uma muleta para lidar com os problemas e a ansiedade. A verdade é que muitos dos materiais informativos sobre parar de fumar cigarro estão certos, muitas vezes, a fissura não some completamente, mas há um limite de tempo. É possível dizer não, mesmo quando uma pequena parte de si queria dizer sim. É desafiador não fumar cigarro, mas repito: é algo difícil, mas não impossível. Depois que você abre mão do cigarro, pensa em coisas positivas, como o dinheiro que vai economizar e até mesmo os benefícios da saúde. É uma luta parar de fumar cigarro, mas continuo na torcida por melhores tratamentos. Então, a cada vez que você passa pela conveniência que costumava comprar cigarro. Com ...

Sobre rabiscos e telas brancas

A tela branca pode ser um convite à explosão criativa ou uma tortura ao artista que sente seu espírito definhando diante da pesada realidade. Em tempos de crise e ódio, a arte fica esquecida e é vista como desimportante; ironicamente, é quando mais precisamos dela, de algo que nos faça sentir vivo e toque as partes atordoadas.


O som dos dedos se movendo pelo teclado era como fantasmas de uma vida distante. É incrível perceber quantas vezes nós deixamos algumas partes nossas morrerem ao longo de nossas existências; as máscaras, antes tão confortáveis, agora incomodam e não nos servem mais. Leva tempo até ficarmos satisfeitos e ajustados à nova realidade. Viver é admitir que sabemos pouco sobre nós mesmos e há sempre algo novo que pode nos transformar, seja para o bem ou para o mal.

O artista encara a tinta respingando pela tela. Para o espectador sem intimidade, nada faz sentido, a desconexão de ideias é tormentosa; para ele, o lembrete de que sua arte nunca o abandonaria. Como poderia? Os dois eram como um só e se ainda causava estranheza nos outros, era porque estava fazendo algo certo.

Vender aquele quadro não era opcional. Quando se permitia ser quem realmente era e se lembrava de que o que os outros achavam pouco importava. Seu prazer estava naquelas horas de solidão e haviam ideias que se perdiam quando tentávamos compartilhar com os outros.  O texto já não o atormentava. Era no seu monólogo, perdido no seu próprio mundo que encontrava paz.

*Ben Oliveira é escritor, blogueiro e jornalista por formação. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

Assista ao vídeo do texto O Mundo das Histórias Inacabadas:

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