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Destaques

Little Big Women: Filme taiwanês de drama sobre adversidades inesperadas e superações

Little Big Women (Mulheres Ocultas/孤味) é um filme taiwanês de drama sobre uma família lidando com a inesperada morte do pai ausente e de como feridas do passado voltam à tona. A obra cinematográfica foi dirigida por Joseph Chen-Chieh Hs u, roteiro em co-autoria com Maya Huang e está disponível na Netflix Brasil . “A juventude é agridoce” canta Lin Shoying (Shu-Fang Chen) no karaokê dentro de um táxi, uma das personagens encantadoras desse filme. Com um passado de sacrifícios, a matriarca conseguiu proporcionar uma vida relativamente boa para suas filhas, mesmo com o ex-marido ausente. Porém, seu orgulho e ressentimento despertam seu lado crítico. Com personalidades bem diferentes, as filhas encaram junto com a mãe algumas das responsabilidades e tradições relacionadas à morte do homem. Em um país com variadas influências religiosas, ao mesmo tempo em que relembra os sofrimentos, sacrifícios e esforços que passou para se reerguer, Lin Shoying guarda uma memória afetiva do ex-mar

Aspergers: Tabu e o preconceito contra autistas artísticos

Não dá para falar de tabu, mitos e preconceitos, sem lembrar de uma amiga minha. Assim como eu, a Calinca Alcantara foi atacada por pais de autistas e outras pessoas no espectro autista por causa de fotos.


Ela chegou a ouvir de um psicólogo que não era autista. “Você não é autista. Seu problema é ser feia”. Um absurdo. Quando a gente fala sobre o despreparo profissional, vocês acham que é exagero.

Ainda existe muito preconceito contra autistas/Aspergers que não são da área de Exatas. Autistas de áreas mais artísticas costumam sofrer preconceito de todos lados. Não fomos os únicos atacados, mas é bom abordar o assunto para que as pessoas aprendam a respeitar nosso espaço.

Pais de autistas desatualizados, pessoas no espectro que esquecem que somos todos diferentes e não existem dois autistas iguais e profissionais precisando de reciclagem. Quando somos úteis e produzimos conteúdo, nos procuram; quando nos posicionamentos contra algo que discordamos, nos atacam.

Para quem não sabe ou não lembra, a Calinca já ajudou horrores com conscientização e era dona de um dos melhores grupos de autismo.

Artista, blogueira, produtora de conteúdo, apaixonada por moda e fotografia e agora se aventurando como atriz.

O lembrete de que autistas não tem cara, mas preconceito tem.

Algumas indicações de participações da Calinca: 

NA MINHA PELE: Mulheres relatam como é viver com autismo: https://www.polemicaparaiba.com.br/sem-categoria/na-minha-pele-mulheres-relatam-como-e-viver-com-autismo/

RivoTrip: http://www.rivotrip.com/

Autistas vs Autistas: Não estamos competindo: http://www.portalsingularidades.com.br/2018/01/16/autistas-vs-autistas/

Você nem parece autista: o estigma por trás do diagnóstico tardio de autismo na sociedade: http://www.portalsingularidades.com.br/2018/07/08/autista/

Anvisa libera declaração e vídeo sobre MMS: http://www.rivotrip.com/2019/04/27/anvisa-solta-declaracao-em-video-sobre-mms/

*Ben Oliveira é escritor, blogueiro e jornalista por formação. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle. 

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