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Destaques

Happy Old Year: Filme explora a linha tênue entre o desapego e a nostalgia

O filme tailandês Happy Old Year , de 2019, nos faz pensar sobre as relações que construímos com as coisas que guardamos ao longo da vida. Com direção e roteiro de Nawapol Thamrongrattanarit, a obra está disponível na Netflix. Chutimon Chuengcharoensukying interpreta Jean, uma mulher que deseja fazer um escritório em sua casa, mas se dá conta de que há uma pilha de objetos inutilizados pela casa. Interessada e inspirada pelo minimalismo, se dependesse só dela, ela colocaria tudo em sacos de lixo e jogaria fora, o que ela descreve como buracos negros, porém, à medida que ela coloca o seu plano em ação, Jean percebe que não será tão fácil como imaginava. Com a resistência da família a mudar, Jean encara de frente sua missão, doa em quem doer. O que deveria ser fácil e prático para ela, cuja necessidade é vista até mesmo como egoísmo, acaba se desdobrando em várias situações, fases e etapas conforme ela mergulha nas histórias, memórias e emoções que estão vinculadas aos objetos, especialm

Portal Singularidades: Participação em texto sobre Esgotamento de pessoas no espectro autista

Nesta quarta-feira, 24 de julho de 2019, saiu um texto sobre o esgotamento mental e físico de pessoas no espectro autista no Portal Singularidades. No texto, a jornalista traz falas minhas e da escritora Michelle Malab, autora do livro Menina Aspie, e explicações de profissionais sobre essa relação entre sobrecarga sensorial, interações sociais e esgotamento.


Leia o texto: Esgotamento: Como a mente autista reage à sensação de cansaço mental e físico

Muitas pessoas desconhecem como as interações sociais e alguns ambientes repletos de estímulos sensoriais podem provocar desconforto em pessoas no espectro autista. Por mais que alguns autistas tenham mais capacidade inibitória do que outros, isto não significa que nossas mentes e corpos não ficam cansados.

Para quem não está familiarizado com essas questões, o autista pode ser mal-incompreendido e lido como alguém preguiçoso e aversivo, quando em muitos casos, ele está preservando a energia e evitando que tenha uma crise.

Diferente da preguiça, em cenários de esgotamento, o autista pode ficar mais sincero do que o comum, pode ter dificuldade de fazer coisas que são comuns no dia-a-dia e precisa desse tempo para recuperar as energias. Esse tempo vai desde horas até dias.

Sobre a idealizadora – Gabriela Bandeira é jornalista e autora do livrorreportagem Singularidades: Um Olhar sobre o Autismo, que conta histórias reais de mães e crianças diagnosticadas no espectro autista. É editora do Portal Singularidades.

Leia o eBook de Singularidades: https://amzn.to/2JYOKky 

*Ben Oliveira é escritor, blogueiro, jornalista por formação e Asperger. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.



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