Pular para o conteúdo principal

Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Ciência no Brasil: Pesquisa quer mapear perfil dos pesquisadores do país

Que a Ciência do Brasil tem sofrido com falta de recursos há anos não é novidade. Muitos pesquisadores acabam se mudando para outros países ou até mesmo abandonando a área por falta de recursos financeiros, trabalhando em outras profissões ou não encontrando oportunidades para atuar.

Um projeto de pesquisa realizado pela Academia Brasileira de Ciências e pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) está mapeando o perfil de cientistas brasileiros. Lançado no dia 29 de julho de 2022, o projeto conta com parceria do Parent In Science e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, além de apoio do CNPq. 

Para responder a pesquisa é preciso ter defendido o doutorado a partir de 2006. “Estamos mapeando o perfil destes cientistas para subsidiar a formulação de políticas para a valorização da carreira, oportunidades de trabalho e desenvolvimento profissional”, afirma o Perfil do Cientista Brasileiro no Twitter.

Além do financiamento, o site da pesquisa lembra que as parcerias internacionais, suporte da instituição, aspectos sociais e de diversidade, bem como o acesso às oportunidades são importantes para jovens doutores conseguirem se desenvolver.

Conhece alguém que se encaixa no perfil? Confira o link da pesquisa: https://pt.surveymonkey.com/r/DLY2M9X

Comentários

Mais lidas da semana