Pular para o conteúdo principal

Destaques

Seis meses sem cigarro

Seis meses sem cigarro. Há um tempo parecia algo impossível de alcançar e aqui estava ele: estaria mentindo se dissesse que ainda não tinha fissura, mas havia conseguido controlar bem mais como nunca imaginara antes. Seis meses davam uma sensação boa. Seis meses sem fumar um cigarro, mesmo passando por inúmeras situações de estresse e de ansiedade. Seis meses aprendendo a regular as emoções de forma a não descontar no vício. Os meses iam passando. Datas que antes pareciam impossíveis se tornam reais. Já imaginara quando seria quando completasse um ano sem cigarro. Ia escrevendo para comemorar e lembrar que os pequenos dias também importavam. Escrevia para lembrar que o difícil não era impossível e qualquer um poderia conseguir se livrar do cigarro, por mais difícil que parecesse no início. Escrevia para agradecer a si mesmo por ter se libertado de algo que fazia tão mal e muita gente ainda acreditava que fazia bem. Escrevia para deixar claro que não queria voltar atrás e mesmo nos dias...

5 Trechos de Bonequinha de Luxo – Truman Capote

“Você se considera um espírito livre, uma “coisa selvagem” e fica apavorado que alguém a coloque em uma gaiola. Bem, querida, você já está naquela jaula. Você mesmo construiu. E não é limitado a oeste por Tulip, Texas, ou a leste pela terra da Somália. É onde quer que você vá. Porque não importa para onde você corra, você acaba se deparando com você mesmo”

Compre o livro Bonequinha de Luxo (Truman Capote): https://amzn.to/3Q6tv11

“— Nunca ame uma coisa selvagem, Sr. Bell — Holly o aconselhou. — Esse foi um erro do Doc. Ele estava sempre carregando coisas selvagens para casa. Um falcão com uma asa ferida. Uma vez foi um lince adulto com uma perna quebrada. Mas você não pode dar seu coração a uma coisa selvagem: quanto mais você faz, mais forte ela fica. Até que estejam fortes o suficiente para correr para a floresta. Ou voe para uma árvore. Em seguida, uma árvore mais alta. Então o céu. É assim que você vai acabar, Sr. Bell. Se você se permitir amar uma coisa selvagem. Você vai acabar olhando para o céu”

“Boa sorte e acredite em mim, querido doutor - é melhor olhar para o céu do que viver lá. Um lugar tão vazio; tão vago. Apenas um país onde o trovão vai e as coisas desaparecem”

“Não quero dormir, não quero morrer, só quero viajar pelos pastos do céu”

“Eu a amava o suficiente para esquecer de mim mesmo, meus desesperos de autopiedade, e ficar contente que algo que ela achava feliz iria acontecer”

*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

Mais lidas da semana