Pular para o conteúdo principal

Destaques

Apenas colegas

Em um universo de indefinições, escolhemos definir o que nós éramos. Mas será que estávamos prontos para o que tinhamos escolhido? Dia ou outro, batia uma tentação. Uma vontade de estar mais perto do que o outro imaginava. E, de repente, na fantasia, já não eram mais só colegas. Era como assistir um filme repetido. Não, não repetiria a mesma história. Foi com alegria aceitando o espaço do outro. Não era seu papel lidar com o distanciamento, apenas aceitar que as coisas seriam assim desde que escolheram. Se tinham escolhido mal ou errado, não importava. Não iriam voltar atrás. A verdade é que ao matar a esperança, já não havia espaço para serem nada mais do que colegas. Os dias passavam. Evitara ruminar o assunto. Optara pela aceitação radical. Tudo estava bem do jeito que as coisas estavam. Nada precisava mudar. De repente, não era tão ruim assim ser apenas colegas. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Amazon e ...

Revendo Start-Up

Rever Start-Up foi uma experiência emocionante. Mesmo já sabendo e me lembrando das coisas principais da série, deu para sentir borboletas no estômago. O drama coreano aborda questões como o trabalho, os sonhos, as amizades e a família.

Start-Up é uma série sobre começos e recomeços. O telespectador acompanha uma jovem tentando ir atrás dos seus sonhos de trabalhar como uma CEO e um grupo de amigos programadores que têm uma empresa que precisa de investidores.

Por trás da trama sobre trabalho, há também um misterioso rapaz com quem a jovem costumava trocar cartas e acabam se reencontrando anos depois. Para quem gosta de triângulos amorosos, Start-Up deixa um gostinho na boca.

A mesma tecnologia que pode ser usada para dizimar empregos, também pode ser útil para utilidade pública. É focado no impacto que a tecnologia pode causar na vida das pessoas que o grupo formado por eles acaba se guiando em suas escolhas profissionais.

É interessante acompanhar como alguns grupos são mais ambiciosos, enquanto outros estão mais focados no bem-estar do público. Dentro da incubadora, os grupos a princípio agem com certa hostilidade e clima de competição, até que as coisas vão se transformando.

Então, apesar de ter um pouco de romance, o foco da série coreana é o trabalho de start-up e cada episódio tem como título algum tema relacionado ao assunto. É legal acompanhar como os profissionais vão amadurecendo ao passar dos episódios e o quão longe eles conseguem chegar, apesar de todas inseguranças e dúvidas sobre si mesmos que eles tinham no início. 

Um drama coreano que vale a pena assistir para quem gosta de tecnologia e do universo das start-ups. Disponível na Netflix. 

*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

Mais lidas da semana