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Destaques

Sai o sol

Sai o sol e com ele a expectativa de melhorar o humor, afetado pelos dias cinzentos. Sai o sol e, de repente, tudo parece que vai melhorar. Sai o sol. Não sabia se estava botando muita expectativa no sol ou simplesmente lembrando da importância na neurociência, mas a verdade era que depois de dias e dias de chuva, qualquer luz solar fazia diferença. Não importava se tinha relação com depressão sazonal ou se era simplesmente como o cérebro reagia diante da falta de sol, o que importava é que finalmente poderia respirar novamente. É quando sai o sol que vem à tona boas memórias e que lentamente, a vida volta a ganhar o colorido. Se um dia tinha sido a pessoa que amava frio e chuva, estava cada vez mais próxima daquela que amava a estabilidade do sol. Se despedia da chuva, sabendo que ela iria voltar, mas consciente de que a cada dia de sol poderia fortalecer a própria mente. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Am...

A importância de reaprender algo

A importância de reaprender algo, muitas vezes, vem da necessidade de atualização. Então, às vezes precisamos nos entregar a conteúdos de coisas que já sabíamos antes, para relembrar e então criar novas memórias.

Aprender algo novo um pouco a cada dia poderia fazer bem para o seu cérebro, ajudando no desenvolvimento da neuroplasticidade. É ao nos expormos a determinadas situações, que vamos lentamente, dia após dia, transformando nossos cérebros e nos preparando melhor para os desafios do futuro.

Entre reaprender algo e não aprender nada, escolhera a primeira opção. Apesar de ver certa importância no ócio, também sabia da importância de se ocupar, especialmente durante esses dias que passava por mudanças de hábitos e precisava ocupar a mente com boas coisas.

Era relembrando os conteúdos antigos que se dava conta de que sabia mais do que imaginava. Era ao relembrar que se dava conta das possibilidades, mas também se lembrava de que nem tudo era simples. Relembrava dos altos e dos baixos, relembrava qual motivo fizera estudar o assunto pela primeira vez e se lembrava da razão pela qual ainda era importante.

Em um exercício não só de reaprender, mas também de explorar as próprias memórias, se dava conta da importância de sempre continuar aprendendo algo diferente, mesmo que tivesse que relembrar um assunto. Pensava na soma das pequenas ações que quando combinadas ajudavam a transformar o cérebro e, de repente, rever um curso sobre algo que já sabia era muito mais do que isso e trazia mais benefícios do que poderia imaginar.

*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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