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Destaques

Meses sem fumar cigarro

Seis meses. Metade de um ano. O que antes parecia só algo impossível de acontecer, havia se tornado realidade: conseguira passar 6 meses sem fumar cigarro.  Estaria mentindo se tinha dias em que não se imaginava fumando ainda, mas estava feliz por conseguir resistir à tentação, sabendo que uma vez que tinha decidido não ia dar um passo para trás. Há seis meses, talvez estaria fumando enquanto escrevia o texto ou quem sabe ouvindo música e usando o Instagram, mas as coisas tinham mudado e ainda bem. Por mais difícil que seja no início. Passei por várias tentativas e falhas e não sinto vergonha, precisava criar resiliência antes de conseguir parar o cigarro de vez.  Difícil, sim. Impossível, não. Seria mentira dizer que é fácil, embora algumas pessoas tivessem mais facilidade do que outras para parar de fumar cigarro. Porém, nem todo mundo era igual e para algumas pessoas, a fissura continuaria aparecendo de tempos em tempos. Porém, a informação importante é que a fissura por ci...

A importância de reaprender algo

A importância de reaprender algo, muitas vezes, vem da necessidade de atualização. Então, às vezes precisamos nos entregar a conteúdos de coisas que já sabíamos antes, para relembrar e então criar novas memórias.

Aprender algo novo um pouco a cada dia poderia fazer bem para o seu cérebro, ajudando no desenvolvimento da neuroplasticidade. É ao nos expormos a determinadas situações, que vamos lentamente, dia após dia, transformando nossos cérebros e nos preparando melhor para os desafios do futuro.

Entre reaprender algo e não aprender nada, escolhera a primeira opção. Apesar de ver certa importância no ócio, também sabia da importância de se ocupar, especialmente durante esses dias que passava por mudanças de hábitos e precisava ocupar a mente com boas coisas.

Era relembrando os conteúdos antigos que se dava conta de que sabia mais do que imaginava. Era ao relembrar que se dava conta das possibilidades, mas também se lembrava de que nem tudo era simples. Relembrava dos altos e dos baixos, relembrava qual motivo fizera estudar o assunto pela primeira vez e se lembrava da razão pela qual ainda era importante.

Em um exercício não só de reaprender, mas também de explorar as próprias memórias, se dava conta da importância de sempre continuar aprendendo algo diferente, mesmo que tivesse que relembrar um assunto. Pensava na soma das pequenas ações que quando combinadas ajudavam a transformar o cérebro e, de repente, rever um curso sobre algo que já sabia era muito mais do que isso e trazia mais benefícios do que poderia imaginar.

*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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