Pular para o conteúdo principal

Destaques

9 Meses Sem Fumar Cigarro

9 Meses Sem Fumar Cigarro... Era incrível como quantas coisas poderiam acontecer em nove meses. No início, achou que seria besteira ficar contando quanto tempo estava sem fumar. Até se dar conta de que, embora a vontade reduzisse bastante, ela não desaparecia por completo, pelo menos não até o momento. Então, sim, continuava contando os meses, da mesma forma que no início tinha sido importante contar os dias sem fumar. Embora para alguns aliviasse a ansiedade e para outros piorasse, a vida sem nicotina poderia ser mais saudável, mas não necessariamente desaparecia a vontade de fumar.  Quando os dias ruins chegavam, tentava se lembrar de que iam passar também. Mesmo quando sentiu vontade, não moveu um dedo em direção. Sabia o quanto o ato poderia ser compulsivo e um cigarro levava ao outro. Recentemente foi aprovada uma lei no Reino Unido, se não me engano, proibindo cigarro para toda uma geração. E como é importante algo assim, pois como é tão difícil parar de fumar cigarro, a melh...

Pesquisadora da Universidade de Londrina (UEL) fala sobre Comunicação Interna em palestra

Aconteceu hoje (28) na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande, a palestra sobre Comunicação Interna na Contemporaneidade com a professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Marlene Marchiori.

Marchiori explicou que a comunicação interna é um tema muito recente, e que uma boa comunicação se dá através da proximidade e da interação, "quando a nossa conversa causa uma reflexão ou atitude, ocorre um feedback, isto é comunicação", completa.

Relação da organização com o mercado

De acordo com a pesquisadora, a comunicação interna pode ser vista sob duas perspectivas: tática (comunica os fatos ocorridos, tem a função de informar) e estratégica (geradora de fatos que ocorrerão), e que através da estratégica pode-se definir um novo comportamento para a instituição. Para uma melhor comunicação com os clientes, "a organização necessita repensar o seu comportamento em nível interno. Não basta modificar o produto", esclarece.

Para a professora, as empresas que desejam melhorar sua imagem, primeiro devem trabalhar com o público interno (funcionários). "É necessário que haja uma inversão de papéis, a organização que era emissora, torna-se receptora e o funcionário que era receptor, torna-se emissor", completa.

Desta forma, a comunicação deixa de ser institucional e passa a ser relacional, ou ainda, deixa de ser funcionalista (informativa) e torna-se crítica (educativa). Nas empresas uma nova realidade está acontecendo, a da multidisciplinariedade, o que segundo a palestrante, "permite um trabalho muito mais amplo".

Destaques

Marlene Marchiori destou que um grande mito das instituições, é o de se acreditar que a comunicação interna deve ser feita somente pelo presidente, porém, ela cita que pesquisas comprovaram que o comportamento da pessoa é influenciado pela pessoa que está mais próxima.

Ela acredita que o grande papel dos comunicadores é o de transformar a informação em conhecimento. "A gente constrói o futuro da organização no presente". É importante que se saiba qual é a identidade da empresa, "Quem somos como corporação?", para depois saber qual é a imagem, "Como somos vistos?", finaliza.

* Marlene Marchiori é organizadora dos livros "Comunicação e Organização: reflexões, processos e práticas", "Faces da Cultura e da Comunicação Organizacional" e autora do livro "Cultura e Comunicação Organizacional: um olhar estratégico sobre a organização".

Mais lidas da semana