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Destaques

Pediatras recomendam que pais leiam livros para bebês e crianças

A leitura de livros é recomendada desde os primeiros anos de vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os pais devem ler para as crianças, tanto para desenvolver a afetividade quanto para estímulo cerebral.


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Em entrevista ao Portal Clickbebê, a neuropediatra Liubiana Arantes Araújo comentou que nessa fase da vida é importante estimular as crianças através da leitura e mostrar como uma atividade prazerosa, ajudando com o desenvolvimento do cérebro e facilitando o aprendizado.

Assista ao vídeo:



"Receitar livros" é uma prática recomendada pela Academia Norte-Americana de Pediatras e pela Sociedade Brasileira de Pediatras. No Brasil, a prática conta com o apoio do Itaú Socialque tem um projeto de incentivo à leitura para a criança e já distribuiu mais de 51 milhões de livros impressos, entre eles milhares de obras em braile e com fonte expandida para pessoas com deficiência visual.

De acordo com informações da Sociedade Brasil…

Pesquisadora da Universidade de Londrina (UEL) fala sobre Comunicação Interna em palestra

Aconteceu hoje (28) na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande, a palestra sobre Comunicação Interna na Contemporaneidade com a professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Marlene Marchiori.

Marchiori explicou que a comunicação interna é um tema muito recente, e que uma boa comunicação se dá através da proximidade e da interação, "quando a nossa conversa causa uma reflexão ou atitude, ocorre um feedback, isto é comunicação", completa.

Relação da organização com o mercado

De acordo com a pesquisadora, a comunicação interna pode ser vista sob duas perspectivas: tática (comunica os fatos ocorridos, tem a função de informar) e estratégica (geradora de fatos que ocorrerão), e que através da estratégica pode-se definir um novo comportamento para a instituição. Para uma melhor comunicação com os clientes, "a organização necessita repensar o seu comportamento em nível interno. Não basta modificar o produto", esclarece.

Para a professora, as empresas que desejam melhorar sua imagem, primeiro devem trabalhar com o público interno (funcionários). "É necessário que haja uma inversão de papéis, a organização que era emissora, torna-se receptora e o funcionário que era receptor, torna-se emissor", completa.

Desta forma, a comunicação deixa de ser institucional e passa a ser relacional, ou ainda, deixa de ser funcionalista (informativa) e torna-se crítica (educativa). Nas empresas uma nova realidade está acontecendo, a da multidisciplinariedade, o que segundo a palestrante, "permite um trabalho muito mais amplo".

Destaques

Marlene Marchiori destou que um grande mito das instituições, é o de se acreditar que a comunicação interna deve ser feita somente pelo presidente, porém, ela cita que pesquisas comprovaram que o comportamento da pessoa é influenciado pela pessoa que está mais próxima.

Ela acredita que o grande papel dos comunicadores é o de transformar a informação em conhecimento. "A gente constrói o futuro da organização no presente". É importante que se saiba qual é a identidade da empresa, "Quem somos como corporação?", para depois saber qual é a imagem, "Como somos vistos?", finaliza.

* Marlene Marchiori é organizadora dos livros "Comunicação e Organização: reflexões, processos e práticas", "Faces da Cultura e da Comunicação Organizacional" e autora do livro "Cultura e Comunicação Organizacional: um olhar estratégico sobre a organização".

Comentários

  1. Só para complementar o funcionario é o melhor porta voz da empresa por estar diretamente ligado ao meio, portanto se ele estiver descontente, mal informado, a organização terá muitos prejuízos. Então precisa-se investir na comunicação interna.

    A palestra deve ter sido muito boa e o post está ótimo e muito bem explicado.

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  2. Muito legal o tema! E calhou de eu estar estudando sobre para fazer uma pesquisa de satisfação organizacional aqui na empresa.

    Agora já tenho pelo menos umas dicas de referência bibliográfica! Vamos inverter os papéis e escutar quem faz a empresa andar.

    abraçoooo

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