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Destaques

Escrita Maldita: Livro de terror indicado por página literária do Instagram

Escrita Maldita foi indicado pela página literária @redrum.literario , no dia 11 de outubro de 2026. Fiquei muito feliz com esse apoio à literatura nacional independente. Fica aqui a minha gratidão. A escritora Elisangela Domingos da Silva escreveu um texto indicando Escrita Maldita. Vou tentar resumir um pouco do que foi dito. Mas vocês podem acessar o Instagram redrum.literario e saber mais informações. “Tem livros que a gente lê, guarda na estante, e mesmo depois de muito tempo sente vontade de reencontrar e esse é um dos títulos que voltaram à minha lembrança”. “O que me chama a atenção nessa proposta é justamente essa relação entre quem escreve e aquilo que cria. Para quem gosta de terror, existe algo muito interessante na possibilidade de uma história ultrapassar as páginas e invadir a vida de quem está quem está por trás dela”. “Quem acompanha o mundo literário sabe que, às vezes, perdemos o contato com autores cujos livros passaram em nossas mãos. A vida segue, chegam novas lei...

Repórter comenta como é a realização de rádio-documentários

No programa Especial de lançamento do Prêmio Roquette Pinto 2010, a repórter, produtora do rádio-documentário "40 anos de 1968" que ganhou o Prêmio Embratel 2008, na categoria "Reportagem de Rádio", Lívia Carla, contou um pouco sobre sua experiência na realização de rádio-documentários.
Lívia na entrega do Prêmio Embratel 2008

Questionada sobre o processo de produção de um rádio-documentário, Lívia Carla diz: "É a coisa mais louca possível, nós começamos a partir do momento que descobrimos qual é o tema. Então, mergulhamos no tema, saímos do mundo real, do nosso cotidiano, para viver aquele mundo, aquele tema".

A repórter explicou que é um processo bem inusitado que começa através de conversas, frases, escolha das músicas e entrevistados, descoberta de quem são as pessoas fundamentais no processo, ligações e escrita.

Lívia Carla falou que não existe uma idéia de edição preparada, pois as vezes quando você chega com uma idéia pronta, o entrevistado traz novas idéias. No momento da edição no estúdio, de acordo com as músicas, textos e falas dos entrevistados e até mesmo com a opinião do operador de aúdio, o capítulo todo pode mudar.

A jornalista acrescenta que já gravou várias vezes o mesmo capítulo porque a idéia mudou. Existe a pré-edição onde ela prepara um roteiro com texto, mas é somente quando está no estúdio que a repórter tem conhecimento de como ficará a edição.

A parceria entre o repórter e o operador de aúdio é parte fundamental do processo, pois por mais que "eu escreva, ele edita. Ele ajuda a montar o documentário", finaliza.

Sobre o documentário

Através de 11 reportagens, a série de rádio-documentário "40 anos de 1968", transmitida pela Rádio MEC AM, fez um resgate histórico de 1968, ano de forte movimento de contestação política, social e cultural ao regime militar.

A ganhadora do prêmio comenta: "Recebi um prêmio porque acho que foi uma grande aposta da rádio, na verdade, uma aposta no trabalho, da gente inovar nos rádios-documentários, quero dizer, uma das primeiras rádios a criar e a desenvolver este trabalho. E este é um prêmio do primeiro ano que a gente desenvolve este trabalho, fico emocionada de rever e ouvir".

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