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Destaques

Seis meses sem cigarro

Seis meses sem cigarro. Há um tempo parecia algo impossível de alcançar e aqui estava ele: estaria mentindo se dissesse que ainda não tinha fissura, mas havia conseguido controlar bem mais como nunca imaginara antes. Seis meses davam uma sensação boa. Seis meses sem fumar um cigarro, mesmo passando por inúmeras situações de estresse e de ansiedade. Seis meses aprendendo a regular as emoções de forma a não descontar no vício. Os meses iam passando. Datas que antes pareciam impossíveis se tornam reais. Já imaginara quando seria quando completasse um ano sem cigarro. Ia escrevendo para comemorar e lembrar que os pequenos dias também importavam. Escrevia para lembrar que o difícil não era impossível e qualquer um poderia conseguir se livrar do cigarro, por mais difícil que parecesse no início. Escrevia para agradecer a si mesmo por ter se libertado de algo que fazia tão mal e muita gente ainda acreditava que fazia bem. Escrevia para deixar claro que não queria voltar atrás e mesmo nos dias...

Artigo: "O fim do Jornalzinho"

Em "O fim do 'jornalzinho'", artigo da jornalista Mônica Alvarenga, a autora comenta que produzir um jornal interno é uma tarefa complexa e que deve envolver profissionais competentes, conhecedores do negócio da empresa e do mercado em que ela está inserida.


Para ressaltar a importância do jornal impresso na comunicação interna, Alvarenga cita uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE) com empresas de todo o Brasil, cujos resultados apontaram o jornal impresso como principal veículo de informação interna.

A autora diz que na era da informação, o jornal da empresa deve publicar conteúdos que alcancem o público interno (funcionários). "Não basta juntar as notícias que a gerência deseja transmitir no 'jornalzinho' e distribuir".

Alvarenga explica que é importante que o jornalista esteja à frente do jornal interno, pois ele, equilibra a pauta, utiliza uma linguagem adequada ao público-alvo, estabelece prioridades no projeto editorial e alinha todo o trabalho de produção ao planejamento estratégico da empresa.

Jornalismo estratégico

De acordo com a jornalista, uma forma de conseguir bons resultados no jornalismo empresarial é atuando estratégicamente, já que atualmente o público está cada vez mais crítico devida a grande quantidade de informações.

Mônica Alvarenga define o jornalismo empresarial estratégico: "É a adoção de princípios e práticas do jornalismo de ‘fora’ da empresa para ‘dentro’ dela, como um diferencial e uma forma de aumentar a credibilidade junto ao público interno" e está baseado em três princípios: fidedignidade (precisão no conteúdo e veracidade), liberdade de imprensa (relação de extrema confiança entre os responsáveis pela comunicação e o jornalista responsável pelo veículo) e equilíbrio (cativar o leitor e oferecer-lhe qualidade).


Jornalismo empresarial

A autora cita algumas qualidades fundamentais para o jornalista empresarial: boa apuração e redação, conhecimentos de diagramação e edição, compreensão dos valores e objetivos da empresa, imparcialidade, entendimento do negócio da empresa, habilidade no relacionamento com pessoas e profundo conhecimento do processo de comunicação da empresa.
 
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