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Destaques

Autismo: Profissionais antiéticos envolvidos com tratamentos proibidos e perigosos

Quando lancei uma campanha contra tratamentos sem evidências científicas do autismo, tive pouquíssimo apoio. Isso me ajudou a ver quem é quem, quem coloca as cartas na mesa ou não, quem está/estava com medo.


Infelizmente, além de estarmos abertos às ameaças abertas ou veladas, também existe muito silenciamento; muitas famílias fazendo tratamentos que são proibidos e perigosos e profissionais antiéticos que deveriam ser processados e/ou deveriam perder a licença.

Em vários países, isso já deu processos e prisões, mas no Brasil, nada é como deveria ser. Alguém fica chocado de viver no mundo invertido?

Tem gente que adora brincar com fogo. Gente que difama autistas adultos e quase implora por um processo.

Preciso lembrar que essas coisas são crimes? Ah, não sabia? Agora já sabe.

Uma dica: A verdade demora, mas ela sempre vem. Não é que o Xadrez nos ensina algumas coisas?
Quanto à impunidade e a desinformação, pode ter certeza que vou continuar fazendo minha parte de passar informações de …

"As características de um Jornal On-line"

Em seu artigo: "As características de um Jornal On-line" a mestranda em comunicação Ivone Matiko Ivassaki Deus explica que com este trabalho pretende "descrever as características que são importantes para um jornal on-line e ao mesmo tempo mostrar que um jornal não pode perder a sua natureza, que é a disseminação da informação".

Ivone Ivassaki fala sobre o jornalismo online no Brasil e complementa: "No Brasil o primeiro jornal on-line que surgiu foi o Jornal do Brasil, em 1995". De acordo com a autora, este jornal tinha como modelo os jornais dos EUA, local onde começou essa forma de jornalismo.

Os primeiros jornais online transcreviam as notícias dos jornais impressos para o meio virtual. "Hoje isto ainda é muito comum", afirma Ivassaki.

Outro destaque para o jornalismo online brasileiro foi a criação em 1996 do Universo Online (UOL), que foi o primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa, suas informações vinham de agências de notícias e de sua própria redação.

A autora ressalta que os profissionais que querem trabalhar com jornalismo on-line devem utilizar os recursos que tornam esta forma de fazer jornalismo mais atraente, como os recursos gráficos, aúdios, vídeos e elementos interativos.

"O jornalismo on-line caminha muito mais rápido do que o jornalismo convencional, portanto, os profissionais devem estar preparados para receberem esta nova forma de disseminar a notícia. Eles devem estar preparados quanto ao uso do computador, devem ser cuidadosos e checar as fontes das notícias para não cometer enganos", explica a mestranda.

Hipertextualidade

Ivassaki aborda em seu artigo que no jornal on-line a leitura não é linear. A utilização da hipertextualidade tem como função fragmentar os textos, caso o leitor ache interessante o assunto, ele poderá continuar lendo mais informações.

Multimídia

A multimídia diferencia o jornal on-line das outras plataformas midiáticas. Para a autora, a utilização destes recursos é atraente para o leitor. E ela ressalta que atualmente as melhores publicações digitais disponibilizam dados e informações complementares que ficaram de fora da edição em papel.

"Além de matérias exclusivas para a rede mundial com links, aúdios, vídeos, animações e outros elementos de multimídia". Ivassaki diz que estes recursos dão maior compreensão para o leitor, do que somente a leitura.

Interatividade

A autora diz que a interatividade é importante, pois quanto mais interativo o jornal, mais o leitor passa a querer se comunicar com a redação e compreender mais o jornal." A interação entre jornalista e leitor é um recurso que a internet possibilita, neste caso o leitor pode mandar e receber notícias, mandar e receber sugestões, mandar críticas".

Os jornais na internet também estão personalizando as páginas, de acordo com as informações que interessam o leitor. Através da interatividade, a autora explica que é possível emitir e receber informações através do mesmo meio.

Acesse o artigo na íntegra

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