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Destaques

Subdiagnóstico de autismo, números e incoerências

O brasileiro é muito individualista. Ao mesmo tempo que vejo pessoas reclamando que os números do Censo vão dar abaixo por causa dos subdiagnósticos de autismo, já vi muita gente acusando pessoas com laudo fingirem que eram autistas.


Como explicar a volatilidade? Nem tento entender o que se passa na mente do brasileiro.

Os discursos são sempre contraditórios. Por causa de polarização, todo mundo sai perdendo.

Já vi até gente dizendo que o laudo é só um papel. Se é só um papel, a pessoa, então, não precisa de um diagnóstico? Logo, por que ser contabilizada? Sejam mais coerentes nos discursos.

Incoerências dos brasileiros sobre subdiagnósticos:

– Já vi gente acusando autista de fingir, mesmo a pessoa tendo laudo;

– Já vi gente se posicionando contra diagnóstico precoce, achando que seria ruim, desconhecendo a questão da plasticidade cerebral;

– Já vi gente dizendo que autismo nem deveria ter CID;

– Já vi gente dizendo que o outro não é autista, só porque sabe argumentar e é diferente do …

"As características de um Jornal On-line"

Em seu artigo: "As características de um Jornal On-line" a mestranda em comunicação Ivone Matiko Ivassaki Deus explica que com este trabalho pretende "descrever as características que são importantes para um jornal on-line e ao mesmo tempo mostrar que um jornal não pode perder a sua natureza, que é a disseminação da informação".

Ivone Ivassaki fala sobre o jornalismo online no Brasil e complementa: "No Brasil o primeiro jornal on-line que surgiu foi o Jornal do Brasil, em 1995". De acordo com a autora, este jornal tinha como modelo os jornais dos EUA, local onde começou essa forma de jornalismo.

Os primeiros jornais online transcreviam as notícias dos jornais impressos para o meio virtual. "Hoje isto ainda é muito comum", afirma Ivassaki.

Outro destaque para o jornalismo online brasileiro foi a criação em 1996 do Universo Online (UOL), que foi o primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa, suas informações vinham de agências de notícias e de sua própria redação.

A autora ressalta que os profissionais que querem trabalhar com jornalismo on-line devem utilizar os recursos que tornam esta forma de fazer jornalismo mais atraente, como os recursos gráficos, aúdios, vídeos e elementos interativos.

"O jornalismo on-line caminha muito mais rápido do que o jornalismo convencional, portanto, os profissionais devem estar preparados para receberem esta nova forma de disseminar a notícia. Eles devem estar preparados quanto ao uso do computador, devem ser cuidadosos e checar as fontes das notícias para não cometer enganos", explica a mestranda.

Hipertextualidade

Ivassaki aborda em seu artigo que no jornal on-line a leitura não é linear. A utilização da hipertextualidade tem como função fragmentar os textos, caso o leitor ache interessante o assunto, ele poderá continuar lendo mais informações.

Multimídia

A multimídia diferencia o jornal on-line das outras plataformas midiáticas. Para a autora, a utilização destes recursos é atraente para o leitor. E ela ressalta que atualmente as melhores publicações digitais disponibilizam dados e informações complementares que ficaram de fora da edição em papel.

"Além de matérias exclusivas para a rede mundial com links, aúdios, vídeos, animações e outros elementos de multimídia". Ivassaki diz que estes recursos dão maior compreensão para o leitor, do que somente a leitura.

Interatividade

A autora diz que a interatividade é importante, pois quanto mais interativo o jornal, mais o leitor passa a querer se comunicar com a redação e compreender mais o jornal." A interação entre jornalista e leitor é um recurso que a internet possibilita, neste caso o leitor pode mandar e receber notícias, mandar e receber sugestões, mandar críticas".

Os jornais na internet também estão personalizando as páginas, de acordo com as informações que interessam o leitor. Através da interatividade, a autora explica que é possível emitir e receber informações através do mesmo meio.

Acesse o artigo na íntegra

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