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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Fotojornalista Juca Varella fez palestra em Campo Grande (MS)

Hoje (9) aconteceu a palestra do jornalista Juca Varella com o tema "Jornalismo Fotográfico" . O evento apoiado pela New Holland e promovido pela Fundação Municipal de Cultura aconteceu às 19h no Armazém Cultural, em Campo Grande (MS).

O fotojornalista e editor de fotografia do Jornal O Estado de São Paulo, contou em sua palestra sobre vários acontecimentos históricos que cobriu, como a Guerra do Iraque.

Segundo Varella, a foto segue um caminho no processo jornalístico: a pauta, a captação, a edição/transmissão e a publicação.

O jornalista explica que na pauta são definidos previamente os assuntos que serão abordados. Já na captação, envolve como o jornalista vai retratar o fato.

Varella acredita que no jornal deve-se publicar o máximo de informações em uma foto, dando prioridade à composição. Ou seja, ao invés de fotografar várias imagens separadas, o fotojornalista deve informar o leitor com uma fotografia que englobe os elementos que estariam em cada uma dessas fotos.

Juca cita como exemplo a cobertura fotográfica que fez de uma rebelião no presídio. O fotojornalista conseguiu em uma fotografia mostrar vários fatos que estavam acontecendo: um helicóptero da polícia sobrevoando o lugar, os policiais controlando os detentos e a mensagem escrita pelos presidiários.

Em relação à edição e transmissão, o jornalista conta que a tecnologia facilitou bastante o trabalho do fotojornalista. Através de um notebook, Varella conseguiu editar e transmitir as fotos da cobertura da Guerra do Iraque para o Jornal Folha de São Paulo.

FOTO: JUCA VARELLA
Cobertura da Guerra do Iraque

A publicação envolve  o processo de escolha do melhor registro fotojornalístico a ser publicado na imprensa. O jornalista Juca Varella diz que mesmo se houver cobertura dos reportéres de um jornal e a  melhor foto é de alguma agência, dá-se prioridade a esta imagem.

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