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Destaques

Revolutionary Love: Série coreana de drama explora o abismo que divide as classes sociais

Embora muitos dramas coreanos pequem na representatividade de diversidade racial e deem pouquíssimo espaço para estrangeiros e imigrantes, a série Revolutionary Love (2017) da tvN e no Brasil disponível temporariamente pela Netflix , acaba indo além dos elementos de comédia e romance, mostrando o drama das diferenças de classes sociais , os preconceitos e a possibilidade de imersão nesse mundo desconhecido pelo filho do dono de um dos maiores conglomerados de empresas da Coreia do Sul . A ingenuidade e a ignorância da realidade das classes trabalhadoras tornam o protagonista um tanto embaraçoso, lembrando de forma vaga a jornada de Buda quando conheceu a realidade fora do palácio e foi confrontado com a fome, a doença, a pobreza e a morte. Longe de ser uma série com alguma alegoria espiritual, mas do ponto de vista do comportamento é interessante acompanhar como Byun Hyuk (Choi Si-won) se torna mais empático e humanizado quando seu caminho cruza com o de Baek Joon (Kang So-ra) . E

Tecnologia e Educação

O doutor em antropologia social, Wilson de Azevedo, autor do artigo: "A revolução da TI e suas influências na evolução do conhecimento", explica em seu artigo que com a Internet, a distância deixa de ser um impedimento e torna-se um elemento integrante das relações interpessoais. "A educação a distância, longe de representar dificuldades na comunicação, é agora uma nova dimensão da vida contemporânea online".

Wilson de Azevedo diz que o desenvolvimento da escrita é uma tecnologia e que a popularização dela é recente na história. "Por milhares de anos, a escrita foi uma tecnologia dominada por uma elite de especialistas em ler e escrever", explica.


O doutor em antropologia fala em seu trabalho: "Nunca se escreveu tanto quanto em nossa sociedade em rede". Na Internet a maioria das informações que circulam são de texto. O autor ressalta que mesmo quando não está explícito como texto, este conteúdo pode ser visto na forma de roteiro, que é o fundamento do teatro, do cinema, da rádio, da TV e da multimídia.

De acordo com o autor, as redes informatizadas possibilitam a comunicação síncrona (comunicar no mesmo lugar ao mesmo tempo), por exemplo, através dos chats e a assíncrona (comunicação independente), que pode ser observada na mensagem de e-mail, mesmo o e-mail chegando rapidamente, existe a possibilidade de ler a mensagem em outro momento.

Educação a distância

Azevedo comenta em seu artigo que relatos de experiências e pesquisas revelam que a educação a distância permite e estimula o desenvolvimento da autonomia do aluno. "E a educação a distância online, via Internet ou por meio de redes corporativas, permite e estimula, além desta, o desenvolvimento de competências para o trabalho e a aprendizagem colaborativos. Estes aspectos exibem a produtividade pedagógica da distância na educação online", complementa.

Sobre a interação virtual, Wilson de Azevedo explica que os alunos e professores da educação a distância formam laços afetivos e desenvolvem uma vida comunitária online. As turmas do ensino a distância formam comunidades virtuais de aprendizagem colaborativa. Os alunos se apóiam e contribuem para a aprendizagem uns dos outros, compartilhando indagações, dúvidas, questionamentos, opiniões ou informações.

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