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Documentário da Netflix aborda caso Elisa Lam e histórico mórbido do Cecil Hotel

Dependendo da sua idade e do quanto você é ligado às notícias e ao mundo online, é bem provável que você tenha ouvido falar sobre o caso da Elisa Lam , uma canadense descendente de chineses que  viajou para os Estados Unidos e morreu em um hotel de Los Angeles . O caso polêmico na época foi explorado na série documental Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil (Crime Scene: The Vanishing at the Cecil Hotel) , dirigido pelo norte-americano Joe Berlinger e distribuído pela Netflix , em 2021. Em quatro episódios, de forma linear, é contada a história de como Elisa Lam foi parar no Cecil Hotel e um pouco de sua personalidade no mundo digital e afinidade com o Tumblr. Importante mencionar que o documentário não traz entrevistas com os familiares de Elisa Lam. Se nem os próprios familiares conhecem a fundo uma pessoa, me pergunto por que há tantas pessoas aleatórias na internet e fãs de teorias da conspiração que se sentem no direito de dizer que algo poderia ou não ter acontecido. 

Artigo analisa jornalismo cultural online de periódicos brasileiro e canadense

Em seu artigo "Jornalismo Cultural On line: uma análise comparada Brasil-Canadá" os autores Nísio Teixeira e Mariana Mól, ambos graduados em jornalismo, analisam as versões impressas e online do caderno canadense Arts & Life, do jornal The Gazette - Montreal e do brasileiro Cultura, do jornal mineiro Hoje em Dia.

De acordo com Teixeira e Mól o jornalismo cultural passa por alguns dilemas: ¹sofre uma dupla influência do caráter industrial da cultura; ² a produção cultural sofre o impacto da industrialização e da mercantilização; ³ caráter híbrido do jornalismo cultural (textos informativos, opinativos, horóscopos, colunas sociais, passatempos etc.).

Os resultados encontrados pelos pesquisadores em relação aos dois jornais online foi a de que tanto o Cultura quanto o Arts & Life se restringem aos recursos de texto e foto. Os periódicos não inovam nas estruturas das matérias publicadas e divulgam os mesmos conteúdos presentes na versão impressa, ao menos, cumprindo o papel de jornais diários referentes à atualização.

Quanto à multimídia, os pesquisadores observaram que nos dois jornais online a estrutura é a mesma da versão impressa, ou seja, textos e imagens estáticos. As imagens utilizadas na versão online são as mesmas do impresso.

Os sites analisados não utilizam recursos multimidiáticos para complementar ou auxiliar o conteúdo noticioso e também não possuem nenhum diferencial em relação ao texto do impresso. Os textos são publicados na íntegra, sem nenhum acréscimo ou cortes, "em nenhum dos jornais existe a preocupação da leitura on line, ou seja, mais compactada e leve", concluem os autores.

Acesse o artigo na íntegra

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