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Destaques

Resenha: Algum Dia — David Levithan

Pode o corpo alterar nossa percepção sobre a vida e o amor? E o que acontece quando todo dia mudamos de corpo e ainda assim tentamos manter um relacionamento? Em Algum Dia, do David Levithan, o leitor é levado a conhecer o desfecho da trilogia que encantou pessoas do mundo todo. No Brasil, a obra foi publicada pela Editora Galera Record, em 2020.

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Algum Dia foi um dos livros mais esperados por muitos leitores, entre eles: eu. Fui com muita expectativa na leitura. Não é que não tenha gostado do romance, mas senti falta de mais envolvimento entre os dois personagens principais. David Levithan nos deixa instigado por mais momentos entre Rhiannon e A, mas a narrativa acaba dando mais destaque para a condição do personagem sem corpo fixo.
"Agora eu sei: o amor não é tão simples. O amor nunca é sobre você dizer a si mesmo que deve fazer alguma coisa e então fazer. Nunca é sobre alguém te dizer que você deve fazer e por isso…

Cibercultura

A professora de Cibercultura da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) de Campo Grande - MS , Maria Helena Benites, explica que desde que o homem inventou o fogo e a roda, a tecnologia vem desenvolvendo-se e aperfeiçoando-se cada vez mais.

"A tecnologia começou a crescer progressivamente. Começou com a fotografia e a rádio, em que as pessoas se reuniam em volta da rádio para ter conhecimento das notícias e do que estava acontecendo em volta deles. Quando inventaram o rádio mudou-se o modo de viver. Aí veio a televisão que também mudou. A gente vai agregando e transformando estes meios existentes. Hoje em dia já é bem separada a linguagem da rádio e da televisão, mas no começo a televisão era feita com moldes no rádio", esclarece Benites.

A Internet é um agregador de meios de comunicação, pois nela é possível acessar rádio, televisão, jornais etc. O jornalismo online diferencia-se do impresso, pois nele o texto é mais curto e mais fácil de ler, todavia a caracterização dos outros meios de comunicação que migraram à Internet ainda está em formação.

Maria Helena argumenta que com a tecnologia em constante transformação, a cibercultura vem para explicar como isto influencia em nossa cultura e como estamos nos relacionando com isso. No jornalismo, a televisão deve saber lidar com as informações e transmitir de forma que não pareça defasada, visto que muitas pessoas já obtiveram estas informações pela Internet.


"Desde que nós começamos a descobrir as nossas necessidades e meios de suprir essa necessidade, nós só vamos se desenvolvendo. Esta ligação entre você e a máquina cria um avatar. As máquinas se inserem em nossas vidas de forma que não nos damos mais conta da falta que faz. Por exemplo, já não vivemos mais sem o Google. Através dele nós sabemos o que está acontecendo do outro lado do mundo", finaliza a professora de Cibercultura.

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