Pular para o conteúdo principal

Destaques

Autismo: O dever de combater o charlatanismo como autista, escritor e jornalista

Admiro artistas que se posicionam. Admiro pessoas que não ficam em silêncio quando vêem coisas erradas acontecendo. Neste mês, aproveitando o embalo da conscientização, estou fazendo campanha contra o charlatanismo e tratamentos falsos de autismo (Mais de 8).


Mesmo sem muito apoio, sigo em frente. E ao mesmo tempo, colegas estão fazendo campanha para acabar com o MMS no Brasil – um produto corrosivo e proibido que muitos pais de autistas usam neles achando que vão curá-los e pode matar.

Eu poderia ficar omisso, afinal, sou Asperger com Altas Habilidades, tive diagnóstico só aos 29 anos e sei como me camuflar – do espectro autista inteiro, faço parte daqueles que estão mais próximos do que é ser um neurotípico (não-autista) aos olhos de quem não entende do assunto e dizem frases como 'não parece autista', mas me nego a ficar calado vendo tanta coisa errada acontecendo.

É o mínimo que posso fazer como escritor, jornalista e pessoa no espectro autista; usar minha voz para ajudar …

Pedagoga fala sobre Orientação Vocacional

O Jornal Diário Catarinense realizou no dia 8 de julho um chat sobre testes vocacionais com Priscila Leonel. Priscila é formada em Pedagogia, com pós-graduação na área de Psicopedagogia Escolar e Clínica, possui cursos na área de orientação educacional e planejamento de ensino, e atualmente trabalha como técnica pedagógica no Senai-SC.

A pedagoga explica que deve-se tomar cuidado com os testes escolhidos para se fazer e ter certeza de que é de uma fonte confiável. Os testes vocacionais são para você ter uma idéia da área que tem mais afinidade.

Questionada sobre o que levar em conta na hora de escolher a profissão, se a vontade de crescer financeiramente ou a vontade de engajamento social, Priscila responde: "o ideal é você conciliar os dois, mas lembre-se, se você estiver fazendo o que gosta, se fizer com prazer, será um ótimo profissional, com grandes chances de ter uma boa remuneração e fazer a diferença na sua área".

Quanto a idade para escolher a profissão correta, a pedagoga acredita que nunca é tarde para correr atrás dos seus sonhos e ser feliz, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. "Se não está feliz com sua escolha, procure saber qual outra área poderá te deixar mais feliz", finaliza.

Comentários

Mais lidas da semana