Pular para o conteúdo principal

Destaques

Recall

Pessoas não eram produtos para fazer um recall quando agiam de forma diferente do esperado. Entre as expectativas e a realidade existia uma distância gigantesca. Às vezes, tudo o que bastava era um dia para que corações percam a sincronia – e uma vez que seus ritmos desalinhavam, era difícil fazê-los baterem ao mesmo tempo. Talvez o segredo estivesse em não se importar tanto com o que não poderíamos controlar. Talvez ficar sem sincronia fazia parte do processo. Talvez aceitar que nada será como foi antes. Sabia que colocava um peso insustentável no outro e precisava buscar sua própria felicidade. Sabia que, às vezes, a distância era o melhor para os dois, ainda que fosse difícil para o coração aceitar. Havia uma tentação de devolver a pessoa até que ela volte como costumava ser, mas não poderíamos controlar pessoas. Não, tudo o que poderíamos fazer era aceitar. Aceitar que muitas vezes precisamos aceitar as coisas como elas são e de que não há nada a fazer, ninguém virá nos salvar de n...

"Por que (re)ler os manuais de redação e estilo?"

"Por que (re)ler os manuais de redação e estilo?", artigo do Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Francisco Gonçalvez da Conceição, questiona a importância da leitura crítica dos manuais de redação.

Conceição explica que na época da publicação da primeira edição do Manual da Redação da Folha de São Paulo, em 1984, houve uma forte reação dos jornalistas que temiam perder o controle da autonomia profissional e discordavam da política editorial da empresa adotada no fim da ditadura militar. Entretanto, apesar das reações iniciais adversas, outras empresas começaram a publicar os seus próprios manuais.


O Doutor em Comunicação argumenta que os manuais dos anos 80 e 90 diferem-se dos criados nos anos 50 e 60, "os atuais manuais não se limitam mais a prescrever questões estílicas e operacionais; ultrapassam o universo gramatical ou linguístico, para assumir posição estratégica".

Os padrões e normas estabelecidos nos manuais de redação e estilo servem para produzir uma identidade de agente social para o jornal, através dos "procedimentos estilísticos, linguísticos e editoriais" e são uma forma de auto-regulamentação.

Acesse o artigo na íntegra

Mais lidas da semana