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Destaques

Fim da série

Há uma sensação de prazer quando chega o fim da série. Se despedir dos personagens com os quais pôde acompanhar suas histórias ao longo de várias temporadas, especialmente se for série antiga. Enquanto muitas novas séries têm apostado em um formato mais curto, alguns até de minissérie, teve uma época boa em que as séries pareciam sem fim. Mas mesmo as séries que pareciam sem fim, também chegam ao final. É gratificante a sensação. É como dizer adeus e agradecer pelo tempo juntos.  Então, se antes você torcia para que a série chegasse ao fim logo, agora você torcia por cada minuto, para que tivesse mais tempo juntos. Quantos dias tinha passado assistindo a série? Quantos episódios assistiu? Perdera a conta, mas de uma coisa estava certo: o alívio de encerrar mais uma série, abrindo espaço para novas descobertas e consciente de que cada minuto assistindo valeu a pena, entre erros e acertos.  *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escritpa...

"Por que (re)ler os manuais de redação e estilo?"

"Por que (re)ler os manuais de redação e estilo?", artigo do Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Francisco Gonçalvez da Conceição, questiona a importância da leitura crítica dos manuais de redação.

Conceição explica que na época da publicação da primeira edição do Manual da Redação da Folha de São Paulo, em 1984, houve uma forte reação dos jornalistas que temiam perder o controle da autonomia profissional e discordavam da política editorial da empresa adotada no fim da ditadura militar. Entretanto, apesar das reações iniciais adversas, outras empresas começaram a publicar os seus próprios manuais.


O Doutor em Comunicação argumenta que os manuais dos anos 80 e 90 diferem-se dos criados nos anos 50 e 60, "os atuais manuais não se limitam mais a prescrever questões estílicas e operacionais; ultrapassam o universo gramatical ou linguístico, para assumir posição estratégica".

Os padrões e normas estabelecidos nos manuais de redação e estilo servem para produzir uma identidade de agente social para o jornal, através dos "procedimentos estilísticos, linguísticos e editoriais" e são uma forma de auto-regulamentação.

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