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Destaques

Resenha: Ed e Lorraine Warren: Vidas Eternas – Robert Curran e Jack & Janet Smurl

Entre o ceticismo e a curiosidade, as histórias de Ed e Lorraine Warren conquistaram pessoas de vários países graças às adaptações para filmes de terror inspiradas em casos investigados pelo casal de investigadores paranormais. Levando em conta o interesse dos leitores, a editora DarkSide Books publicou o livro Ed e Lorraine Warren:Vidas Eternas, escrito por Robert Curran que conta a experiência vivida por Jack e Janet Smurl. A obra foi lançada em 2019, com tradução de Eduardo Alves.


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Histórias como a da família Smurl, ainda que sejam questionáveis sobre o que teria realmente acontecido, quais partes foram aumentadas e/ou inventadas pela família, pelo escritor e/ou pelos próprios investigadores paranormais, deixam um gosto de nostalgia e também nos fazem pensar no sucesso de adaptações com temáticas semelhantes para o cinema.

A humanidade sempre tenta explicar o que não consegue entender. Divididos entre ficar em negação e se acostum…

"Por que (re)ler os manuais de redação e estilo?"

"Por que (re)ler os manuais de redação e estilo?", artigo do Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Francisco Gonçalvez da Conceição, questiona a importância da leitura crítica dos manuais de redação.

Conceição explica que na época da publicação da primeira edição do Manual da Redação da Folha de São Paulo, em 1984, houve uma forte reação dos jornalistas que temiam perder o controle da autonomia profissional e discordavam da política editorial da empresa adotada no fim da ditadura militar. Entretanto, apesar das reações iniciais adversas, outras empresas começaram a publicar os seus próprios manuais.


O Doutor em Comunicação argumenta que os manuais dos anos 80 e 90 diferem-se dos criados nos anos 50 e 60, "os atuais manuais não se limitam mais a prescrever questões estílicas e operacionais; ultrapassam o universo gramatical ou linguístico, para assumir posição estratégica".

Os padrões e normas estabelecidos nos manuais de redação e estilo servem para produzir uma identidade de agente social para o jornal, através dos "procedimentos estilísticos, linguísticos e editoriais" e são uma forma de auto-regulamentação.

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