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Destaques

Para Toda a Eternidade: Livro explora rituais funerários diversos

Entre a naturalidade e o espanto, o tradicional e o moderno, o ocidental e o oriental, Caitlin Doughty transmite ao leitor histórias de suas visitas a espaços e profissionais envolvidos com o universo mortuário. Uma das obras pedidas por quem já tinha lido Confissões do Crematório, o novo livro foi publicado no Brasil pela editora DarkSide Books, em junho de 2019, com tradução de Regiane Winarski e ilustrações de Landis Blair.


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“Eu passei a acreditar que os méritos de um costume relacionados à morte não são baseados em matemática [...] mas em emoções, numa crença na nobreza única da própria cultura da pessoa. Isso quer dizer que consideramos os rituais de morte selvagens apenas quando eles não são como os nossos” – Caitlin Doughty, Para Toda a Eternidade
Dá para ler tranquilamente Para Toda a Eternidade sem ter lido Confissões do Crematório, mas acredito que as duas leituras são complementares. Enquanto na p…

"Por que (re)ler os manuais de redação e estilo?"

"Por que (re)ler os manuais de redação e estilo?", artigo do Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Francisco Gonçalvez da Conceição, questiona a importância da leitura crítica dos manuais de redação.

Conceição explica que na época da publicação da primeira edição do Manual da Redação da Folha de São Paulo, em 1984, houve uma forte reação dos jornalistas que temiam perder o controle da autonomia profissional e discordavam da política editorial da empresa adotada no fim da ditadura militar. Entretanto, apesar das reações iniciais adversas, outras empresas começaram a publicar os seus próprios manuais.


O Doutor em Comunicação argumenta que os manuais dos anos 80 e 90 diferem-se dos criados nos anos 50 e 60, "os atuais manuais não se limitam mais a prescrever questões estílicas e operacionais; ultrapassam o universo gramatical ou linguístico, para assumir posição estratégica".

Os padrões e normas estabelecidos nos manuais de redação e estilo servem para produzir uma identidade de agente social para o jornal, através dos "procedimentos estilísticos, linguísticos e editoriais" e são uma forma de auto-regulamentação.

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