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Destaques

Como em um sonho

Como em um sonho, você vem até mim. Tinha me esquecido da última vez que te vi, do seu tom de voz ou jeito de ser. Como alguém que ainda guarda certa mágoa de mim, mesmo não estando completamente certo. Como alguém no meu sonho. Os minutos parecem durar horas. Mesmo querendo mais tempo antes de acordar, as emoções me derrubam. Por que estou sonhando com você? Então, a pergunta continua circulando. Será se foi por efeito da tragédia recentemente anunciada envolvendo traição? Será que é por ter ficado como vilão, mesmo quando estava fora de controle? Não importava. A verdade é que um sonho pode logo se tornar pesadelo. Não temos controle sobre nossos sonhos. Mas eu sei que o nosso capítulo se encerrou de forma que não há espaço para um eu e você.  Acordo com aquela sensação de bem-estar de quem viu alguém que não via há anos. Acordo com uma sensação de mal-estar de quem preferia ter sonhado com outra pessoa. Acordo. O sonho que poderia ser doce, havia se tornado agridoce. De repente,...

Artigo explica o atual cenário do jornalismo

O artigo de Pedro Jerónimo "Jornalismo O(ff)nline", escrito em 2009, fala sobre o atual período em que o jornalismo se encontra. De acordo com o autor, nunca antes se falou tanto da audiência que, com as metamorfoses que ocorrem na Internet, passou de modo passivo para o ativo. Jerónimo levanta questões relacionadas à produção de conteúdos multimídia, tanto pelos jornalistas quanto pelos cidadãos repórteres.

Segundo Pedro Jerónimo estamos vivendo em um período onde o jornalismo vive um novo desafio. Os avanços tecnológicos trouxeram mudanças na comunicação, com a criação dos blogs e redes sociais e trouxe novas formas de jornalismo, como o webjornalismo ou ciberjornalismo e jornalismo colaborativo.

"O público deixa de ser encarado como uma massa disforme, passiva, e passa a ser constituída por pessoas ativas, prontas para darem a sua opinião, contribuírem com seus conhecimentos e/ou contatos", comenta Jerónimo.

Sobre a questão do conteúdo online pago ou não, o autor diz que esta discussão lembra a levantada pela indústria discográfica. Ele acredita que talvez não seja tão descabido num futuro próximo, os órgaõs de comunicação social cobrarem pelos seus conteúdos online e ressalta: "tanto na música, como noutros setores, os cidadãos estão dispostos a pagar por produtos que estejam associados a marcas de referência, com qualidade".

No artigo, referencia-se o jornalista como um "artesão das notícias", que terá o papel de interação com a rede, com a audiência e de reconstrução do jornalismo. Os cidadãos podem contribuir com a divulgação de informações, mas cabe ao jornalista verificar a vericidade destas informações.

O autor conclui que fazer futurologia é descabido, porém, ele acredita que o jornalista deverá ser multimídia desde o início, de forma a ir ao encontra da sua audiência, captar-lhes a atenção e estabelecer uma relação de interesse mútuo. "Se o conseguir, talvez a audiência esteja disposta a comprar conteúdos que lhe dêem garantia de credibilidade e qualidade", finaliza.
 
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