Pular para o conteúdo principal

Destaques

Pediatras recomendam que pais leiam livros para bebês e crianças

A leitura de livros é recomendada desde os primeiros anos de vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os pais devem ler para as crianças, tanto para desenvolver a afetividade quanto para estímulo cerebral.


Compre livros infantis:https://amzn.to/2T36xL7

Em entrevista ao Portal Clickbebê, a neuropediatra Liubiana Arantes Araújo comentou que nessa fase da vida é importante estimular as crianças através da leitura e mostrar como uma atividade prazerosa, ajudando com o desenvolvimento do cérebro e facilitando o aprendizado.

Assista ao vídeo:



"Receitar livros" é uma prática recomendada pela Academia Norte-Americana de Pediatras e pela Sociedade Brasileira de Pediatras. No Brasil, a prática conta com o apoio do Itaú Socialque tem um projeto de incentivo à leitura para a criança e já distribuiu mais de 51 milhões de livros impressos, entre eles milhares de obras em braile e com fonte expandida para pessoas com deficiência visual.

De acordo com informações da Sociedade Brasil…

Artigo explica o atual cenário do jornalismo

O artigo de Pedro Jerónimo "Jornalismo O(ff)nline", escrito em 2009, fala sobre o atual período em que o jornalismo se encontra. De acordo com o autor, nunca antes se falou tanto da audiência que, com as metamorfoses que ocorrem na Internet, passou de modo passivo para o ativo. Jerónimo levanta questões relacionadas à produção de conteúdos multimídia, tanto pelos jornalistas quanto pelos cidadãos repórteres.

Segundo Pedro Jerónimo estamos vivendo em um período onde o jornalismo vive um novo desafio. Os avanços tecnológicos trouxeram mudanças na comunicação, com a criação dos blogs e redes sociais e trouxe novas formas de jornalismo, como o webjornalismo ou ciberjornalismo e jornalismo colaborativo.

"O público deixa de ser encarado como uma massa disforme, passiva, e passa a ser constituída por pessoas ativas, prontas para darem a sua opinião, contribuírem com seus conhecimentos e/ou contatos", comenta Jerónimo.

Sobre a questão do conteúdo online pago ou não, o autor diz que esta discussão lembra a levantada pela indústria discográfica. Ele acredita que talvez não seja tão descabido num futuro próximo, os órgaõs de comunicação social cobrarem pelos seus conteúdos online e ressalta: "tanto na música, como noutros setores, os cidadãos estão dispostos a pagar por produtos que estejam associados a marcas de referência, com qualidade".

No artigo, referencia-se o jornalista como um "artesão das notícias", que terá o papel de interação com a rede, com a audiência e de reconstrução do jornalismo. Os cidadãos podem contribuir com a divulgação de informações, mas cabe ao jornalista verificar a vericidade destas informações.

O autor conclui que fazer futurologia é descabido, porém, ele acredita que o jornalista deverá ser multimídia desde o início, de forma a ir ao encontra da sua audiência, captar-lhes a atenção e estabelecer uma relação de interesse mútuo. "Se o conseguir, talvez a audiência esteja disposta a comprar conteúdos que lhe dêem garantia de credibilidade e qualidade", finaliza.
 
Acesse o artigo na íntegra

Comentários

Mais lidas da semana