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Assista Gatos recriando filmes clássicos de terror

Clássicos do cinema de terror serviram de inspiração para um vídeo de conscientização de adoção de gatos publicado pelo Mashable . Embora tenha sido lançado no Halloween de 2015, a mensagem permanece importante levando em conta a quantidade de gatos abandonados pelo mundo. “O verdadeiro horror é que muitos gatos precisam de um lar. Para ajudar, e você está procurando se tornar voluntário, doar ou adotar, visite um abrigo de animais perto de você” – Mashable Assista ao vídeo Gatinhos Adoráveis Recriam Filmes Clássicos de Terror (Adorable Kittens Recreate Classic Horror Films): Para quem ficou curioso e não sabia, dos quatro filmes, três foram adaptações para o cinema de livros e o outro tem uma obra com curiosidades sobre os seus bastidores: O Iluminado, O Massacre da Serra Elétrica, Psicose e Carrie. Fundada em 1866, a ASPCA tem como missão a prevenção da crueldade contra animais nos Estados Unidos. Livros relacionados aos filmes que serviram de inspiração para o vídeo: O Iluminado (

Artigo explica o atual cenário do jornalismo

O artigo de Pedro Jerónimo "Jornalismo O(ff)nline", escrito em 2009, fala sobre o atual período em que o jornalismo se encontra. De acordo com o autor, nunca antes se falou tanto da audiência que, com as metamorfoses que ocorrem na Internet, passou de modo passivo para o ativo. Jerónimo levanta questões relacionadas à produção de conteúdos multimídia, tanto pelos jornalistas quanto pelos cidadãos repórteres.

Segundo Pedro Jerónimo estamos vivendo em um período onde o jornalismo vive um novo desafio. Os avanços tecnológicos trouxeram mudanças na comunicação, com a criação dos blogs e redes sociais e trouxe novas formas de jornalismo, como o webjornalismo ou ciberjornalismo e jornalismo colaborativo.

"O público deixa de ser encarado como uma massa disforme, passiva, e passa a ser constituída por pessoas ativas, prontas para darem a sua opinião, contribuírem com seus conhecimentos e/ou contatos", comenta Jerónimo.

Sobre a questão do conteúdo online pago ou não, o autor diz que esta discussão lembra a levantada pela indústria discográfica. Ele acredita que talvez não seja tão descabido num futuro próximo, os órgaõs de comunicação social cobrarem pelos seus conteúdos online e ressalta: "tanto na música, como noutros setores, os cidadãos estão dispostos a pagar por produtos que estejam associados a marcas de referência, com qualidade".

No artigo, referencia-se o jornalista como um "artesão das notícias", que terá o papel de interação com a rede, com a audiência e de reconstrução do jornalismo. Os cidadãos podem contribuir com a divulgação de informações, mas cabe ao jornalista verificar a vericidade destas informações.

O autor conclui que fazer futurologia é descabido, porém, ele acredita que o jornalista deverá ser multimídia desde o início, de forma a ir ao encontra da sua audiência, captar-lhes a atenção e estabelecer uma relação de interesse mútuo. "Se o conseguir, talvez a audiência esteja disposta a comprar conteúdos que lhe dêem garantia de credibilidade e qualidade", finaliza.
 
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