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Destaques

Autismo: Neurociências, ajustes e discussões que vão além do social

O céu de um autista pode ser o inferno do outro. Somos diferentes em todos critérios. Cada caso é um caso.



Comparar um autista como eu, que sou camaleão e tenho autonomia com um que precise de mais apoio e tenha mais limitações sensoriais não seria justo.

Eu ressalto que todo autista deve lembrar disso quando produzir conteúdo. Não adianta achar que existe um modelo único de inclusão, se ao priorizar algumas coisas, você deixa de lado outras. Por isso, abordar a questão do autismo é algo muito complexo. Da mesma forma, que não existe um personagem da ficção ou uma pessoa autista que vai representar o espectro autista inteiro.

Os ajustes que são feitos para alguns, podem ser desajustes para outros. Por isso dizemos que existem vários autismos, independente do grau.
Do mesmo modo que não existem dois autistas iguais, não existem dois aspies iguais (pessoas com Síndrome de Asperger); não existem dois aspies com superdotação iguais (pessoas com Dupla Excepcionalidade). Somos todos diferent…

Educação, Ética & Tecnologia

A Mestre em Ciência da Computação, Dagmar Aparecida Trautmann, explica em sua dissertação "Educação, ética e tecnologia: Impressões e reflexões" como as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação podem ser utilizadas nas salas de aula de Educação Básica.


Trautmann acredita que é necessário reconhecer as transformações ocorridas nas escolas e mudar a forma de se educar de forma que não se despreze os valores do professor, necessário na construção da sociedade.

Para a Mestre em Ciência da Computação, apesar das tecnologias trazerem uma série de facilidades para o cotidiano, elas também trouxeram muitos problemas, como os dilemas éticos.

"Saber utilizar as diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos visando não apenas o conhecimento acadêmicos, mas o uso destes conhecimentos pelas pessoas com consciência, criticidade e responsabilidade é o que a sociedade espera da escola. Em nossa sociedade a escola é a instituição cuja função específica é a transmissão de cultura", argumenta Trautmann.

A educação ética deve ser feita de forma a possibilitar aos alunos aprenderem a refletir sobre situações cotidianas "trazidas para o espaço escolar dentro de uma dinâmica dialógica de aprendizagem, onde o objetivo é a construção da personalidade autônoma do aluno como pessoa e cidadão".

A autora diz que as tecnologias de informação e comunicação disponibilizam tantas informações, portanto, faz-se necessário exercitar a educação ética dos alunos com as novas tecnologias da informação e comunicação dentro da sala de aula.
 
Acesse a dissertação

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