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Destaques

My Shy Boss: Série de drama sul-coreano tem protagonista com fobia social e segredos

My Shy Boss (Introverted Boss/Naesungjukin Boseu/내성적인 보스) é uma série de drama romântico sul-coreano sobre a relação entre um chefe de uma empresa de Relações Públicas e uma jovem atriz extrovertida tentando descobrir a verdade sobre um acontecimento do passado que envolveu sua irmã. Lançada em 2017, a série da tvN (canal de televisão da Coreia do Sul) está disponível na Netflix Brasil por tempo indeterminado. Para quem sente falta de ver personagens com dificuldades de comunicação e interação em seriados, My Shy Boss tem Eun Hwan-ki (Yeon Woo-Jin) , um protagonista que evita o máximo possível falar com os funcionários de sua empresa, de forma que gera estranhamento nos outros. Sempre com seu casaco preto de capuz, sua timidez chama a atenção de forma negativa por onde passa. Até se acostumar com o personagem principal, fica difícil compreender alguns dos seus comportamentos. Se é contraditório para os próprios funcionários, para a família dele e até mesmo para alguns clientes insat

Mídias Locativas

O pesquisador André Lemos, em seu artigo: "Mídia Locativa e Territórios Informacionais", define mídia locativa como um conjunto de tecnologias e processos info-comunicacionais cujo conteúdo informacional vincula-se a um lugar específico. "As mídias locativas são dispositivos informacionais digitais cujo conteúdo da informação está diretamente ligado a uma localidade".

O autor cita como exemplos de mídias locativas, informações processadas por artefatos sem fio, como GPS, telefones celulares, palms e laptops em redes Wi-Fi, Bluetooth ou RFID, porém reforça que existem também as mídias locativas analógicas, como por exemplo, uma placa que informa qual a função de determinado lugar.

De acordo com o autor as mídias locativas digitais possuem as seguintes características: Informação personalizada; Dados digitais e banco de dados com informações de contexto local; Emissão por redes sem fio e captação em dispositivos móveis; Processamento e customização da informação; Dados variáveis e modificáveis em tempo real.

Diferente das mídias locativas analógicas que possuem: informação sem feedback, dados estáticos, não processa informação e dados estáveis.

André Lemos classificou em seu artigo as mídias locativas de acordo com a função: Realidade móvel aumentada (informações sobre determinada localidade visualizadas em dispositivo móvel); Mapeamento e Monitoramento de Movimento (formas de mapeamento e monitoramento do movimento do espaço urbano através de dispositivos móveis); Geotags (agregar informação digital em mapas); Anotações Urbanas (substituindo cartazes, bilhetes, outdoors etc.); Wireless Mobile Games (Jogos).

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