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Destaques

Escrita Maldita e contos de Ben Oliveira: Fim da promoção gratuita

Fim de promoção gratuita de Escrita Maldita e contos lá na Amazon. Obrigado aos que baixaram e indicaram para outros leitores.  Quando decidi colocar o livro e os contos na promoção, foi pensando justamente no Halloween e também em garantir que mais pessoas pudessem ler minhas histórias de forma gratuita. Somente de Escrita Maldita foram mais de 170 downloads. 21 downloads de Lágrimas de Medusa. 24 de O Assassino da Floresta. 12 de O Último dos Príncipes. 103 de Para Sempre Uma Estrela. 89 de Pesadelos no Hotel. Somando todos downloads, foram cerca de 435 downloads. Não é a primeira, tampouco será a última vez que disponibilizo minhas histórias gratuitas na Amazon. Para ficar por dentro, me acompanhe nas redes sociais e aqui pelo blog. – Instagram   – Twitter – Bluesky   – Threads   *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano:...

Virtualização

Em seu livro: “O que é o virtual?” o filósofo Pierre Levy fala em seu primeiro capítulo sobre a virtualização. O pensador explica que diferente da maioria dos autores, neste livro não há o objetivo de exaltar ou diminuir a virtualização. Cabe ao leitor “o esforço de apreender, de pensar, de compreender em toda a sua amplitude a virtualização”.

Diferente do real, a palavra virtual, geralmente, é utilizada com o significado de ausência de ‘realidade’. O autor acredita que apesar de interessante, esta abordagem não é suficiente para descrever a virtualização.

Pierre Levy cita a diferença entre possível e virtual do filósofo francês Gilles Deleuze, em que segundo este, o possível pode ser comparado ao real, mas só se diferencia pela falta de existência. “Já o virtual não se opõe ao real, mas sim ao atual. Contrariamente ao possível, estático e já constituído, o virtual é como o complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objeto ou uma entidade qualquer”.

Segundo o autor, a virtualização tem como uma de suas principais modalidades o desprendimento do aqui e agora. Ele cita como exemplo uma empresa virtual. Esta possui elementos “nômades, dispersos, e a pertinência de sua posição geográfica decresceu muito”.

As comunidades virtuais possibilitaram as interações sociais. Estas comunidades estão presentes no meio virtual, mas estão desterritorializadas no espaço físico ou geográfico.

A virtualização traz problemas relacionados à falta de limites claros. Para Levy os limites não são mais dados e os lugares e tempo se misturam. O filósofo cita como exemplo um trabalhador que costumava ter uma mesa em seu trabalho e agora tem a possibilidade de trabalhar em casa. “O membro da empresa habitual passava do espaço privado do seu domicílio ao espaço público do lugar de trabalho. Por contrastes, o teletrabalhador transforma seu espaço privado em espaço público e vice-versa”.

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