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Destaques

Assista Gatos recriando filmes clássicos de terror

Clássicos do cinema de terror serviram de inspiração para um vídeo de conscientização de adoção de gatos publicado pelo Mashable . Embora tenha sido lançado no Halloween de 2015, a mensagem permanece importante levando em conta a quantidade de gatos abandonados pelo mundo. “O verdadeiro horror é que muitos gatos precisam de um lar. Para ajudar, e você está procurando se tornar voluntário, doar ou adotar, visite um abrigo de animais perto de você” – Mashable Assista ao vídeo Gatinhos Adoráveis Recriam Filmes Clássicos de Terror (Adorable Kittens Recreate Classic Horror Films): Para quem ficou curioso e não sabia, dos quatro filmes, três foram adaptações para o cinema de livros e o outro tem uma obra com curiosidades sobre os seus bastidores: O Iluminado, O Massacre da Serra Elétrica, Psicose e Carrie. Fundada em 1866, a ASPCA tem como missão a prevenção da crueldade contra animais nos Estados Unidos. Livros relacionados aos filmes que serviram de inspiração para o vídeo: O Iluminado (

Sensacionalismo ou Ética?

"Sensacionalismo ou ética? Eis a questão", título do paper apresentado pela jornalista Luciene Tófoli no Intercom 2010, trata sobre a questão do sensacionalismo, da falta de ética e do mau jornalismo. O trabalho foi divulgado nos Anais do XXXIII Congresso Brasileiro de Comunicação realizado em Caxias do Sul (RS) entre os dias 3 a 6 de setembro de 2010.

A autora do livro Ética no Jornalismo (Vozes, 2008) questiona como é possível ao jornalista fugir da prática sensacionalista quando ela é incentivada pela sociedade do espetáculo. De acordo com os autores citados por Tófoli: Rosa Nível Pedroso, Danilo Angrimani e Ciro Marcondes Filho, o sensacionalismo está ligado à "valorização da emoção em detrimento da informação" e fazem parte do conteúdo dessa imprensa os escândalos, sexo, sangue, vulgaridade, violência e tragédias.

Para a jornalista, o sensacionalismo é uma questão histórica. Ela cita que na França, nos séculos XIV, XV e XIX, os jornais sensacionalistas eram os que mais faziam sucesso, recheados com notícias criminais e chocantes. Apesar de fazer sucesso na França, foi com o jornal estadunidense Publick Ocurrences, editado por Benjamim Harris, que o sensacionalismo ganhou status.

"Mas tal estilo ocuparia lugar definitivo no fazer jornalístico quando, no final do século XIX, urgem os periódicos World e Journal, editados por Joseph Pulitzer e William Randolph Hearst", destaca. Tófoli diz que muitos autores afirmam que os dois editores não mediam as consequências na briga pela audiência.

Os erros cometidos pela imprensa podem causar uma série de problemas, como por exemplo, uma guerra. Luciene Tofóli reporta os riscos que se corre em relação ao sensacionalismo, chamados de "sete pecados capitais da imprensa" pelo historiador, ensaísta e jornalista Paul Johnson. "Distorção, deliberada ou inadvertida; culto das falsas imagens; invasão de privacidade; assassinato de reputação; superexploração do sexo, envenenamento das mentes das criançs; e abuso de poder".

Para reforçar a importância da ética, dois fatos em que a imprensa errou são relembrados pela autora: o caso Ibsen Pinheiro e o caso Escola Base.

Leia o paper na íntegra

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