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Destaques

I Missed You: Filme taiwanês de drama relaciona os bloqueios emocionais aos digitais

As redes sociais já se tornaram tão parte das nossas vidas que, muitas vezes, servem como um baú de memórias, o qual podemos abrir e fechar conforme nossas necessidades. No filme taiwanês I Missed You , de 2021, dirigido por Chih-Yen Hsu e Mag Hsu , a protagonista é confrontada a encarar os seus bloqueios emocionais e digitais, para descobrir a causa de sua infelicidade. Kuo Chinchin (Eve Ai) é uma programadora viciada em trabalho. Por trás de sua personalidade durona, o telespectador conhece um pouco do seu passado conforme ela decide desbloquear duas pessoas do seu Facebook – de forma paralela a quem está assistindo, a personagem vai mergulhando cada vez mais no seu interior e martelando as memórias, as emoções e as escolhas. Sem exageros dramáticos, o filme tem um toque intimista e promove uma boa reflexão sobre como a tecnologia se tornou uma ferramenta não só para conhecer novas pessoas, mas também para criar mais proximidade ou afastamento das conexões com o passado, servindo pa

Ciber-Arte: Música & Pintura

Vivemos em uma era eletrônica/digital, os novos tipos de tecnologia que vieram para facilitar a nossa vida transformaram a nossa cultura (cibercultura), e consequentemente, a arte.

"A arte na era eletrônica vai abusar da interatividade, das possibilidades hipertextuais, das colagens ("sampling") de informações (bits), dos processos fractais e complexos, da não linearidade do discurso... A idéia de rede, aliada à possibilidade de recombinações sucessivas de informações e à uma comunicação interativa, tornam-se os motores principais dessa "ciber-arte" . A arte eletrônica é uma arte da comunicação", explica Andrè Lemos.

As novas tecnologias possibilitaram uma nova forma de arte, a ciberarte. Estas permitem a digitalização, reprodução, interação da fotografia, arquitetura, escultura, design, vídeo, pinturas entre outras formas de expressão artística. Um processo que demorava tempo considerável, atualmente pode ser feito e compartilhado em questão de segundos.

A portabilidade é uma das características mais marcantes da música nesta cultura, além dos aparelhos reprodutores e gravadores de músicas estarem cada vez menor, o som deixa de ser analógico e torna-se digital possibilitando e facilitando a reprodução, o compartilhamento, a gravação e a remixagem.

Digital painting


Quanto à pintura, esta também tornou-se digital. O processo que no início da digitalização era feito manualmente e exigia que se escaneasse a imagem para que se manipulasse, compartilhasse ou salvasse, agora pode ser feito totalmente de forma digital através do próprio mouse ou com um tablet, equipamento formado por uma caneta eletrônica e uma pequena prancheta sensível a esta caneta. As pinturas tornaram-se colaborativas, um artista pode começar a arte e pedir a cooperação de outros internautas para criar uma nova obra de arte.

A ciber-arte também envolve a questão dos direitos autorais. Nem tudo que se produz é de livre utilização, alguns produtos são livres e outros comerciais.


Links

Acesse o site da Ciberarte, revista eletrônica de literatura e artes visuais criada em 2000
Artigo do André Lemos: Arte eletrônica e cibercultura

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