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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Cibercultura: transformações marcadas pelas tecnologias

A cibercultura é muito mais do que a simples inserção de novas tecnologias na vida das pessoas, ela trouxe uma série de transformações. Os pesquisadores André Lemos e Pierre Levy buscam explicar esta “transformação profunda da noção de cultura”. Confira abaixo as definições e mudanças provocadas por esta cultura contemporânea marcada pelas tecnologias digitais.

De acordo com André Lemos, a cibercultura é uma forma sociocultural que emerge da relação simbiótica entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônica que surgiram com a convergência das telecomunicações com a informática na década de 70. Diferente do que muitos podem achar, o filósofo Pierre Levy ressalta que esta não é uma cultura dos fanásticos da Internet.

As mudanças provocadas pela cibercultura no jornalismo e na publicidade podem ser observados nas novas práticas comunicacionais no ciberespaço (e-mail, blogs, jornalismo online etc), transformações culturais e éticas e a nova configuração comunicacional.

No jornalismo é observada a prática do jornalismo cidadão, em que os usuários passam a contribuir com a produção, difusão e compartilhamento de notícias. Com a descentralização do pólo de emissão, os usuários não estão mais à mercê das grandes empresas de comunicação, além de poderem buscar informações que existem de forma abundante no ciberespaço, estes podem filtrar os conteúdos de maior relevância. Esta facilidade na busca de informação fez com quê as pessoas desacreditassem na importância do jornalista, porém sabe-se que estes são fundamentais para a apuração e seleção de conteúdos de relevância à população.

Em relação à publicidade, novas formas de publicidade estão sendo criadas a todo instante. A divulgação antes era feita somente pelos meios tradicionais, agora acontece nas mais diversas maneiras, como por exemplo, nas redes sociais/mídias sociais, e-mail, blogs, realidade aumentada, geolocalização, mobile games etc.

É importante que se entenda o impacto da cibercultura em nossas vidas para que possamos nos tornar indivíduos participantes deste meio sociocultural dinâmico. A sociedade e a cultura estão relacionadas às novas tecnologias, portanto devemos estar preparados para as transformações que estão acontecendo e acontecerão.

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