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Destaques

Happy Old Year: Filme explora a linha tênue entre o desapego e a nostalgia

O filme tailandês Happy Old Year , de 2019, nos faz pensar sobre as relações que construímos com as coisas que guardamos ao longo da vida. Com direção e roteiro de Nawapol Thamrongrattanarit, a obra está disponível na Netflix. Chutimon Chuengcharoensukying interpreta Jean, uma mulher que deseja fazer um escritório em sua casa, mas se dá conta de que há uma pilha de objetos inutilizados pela casa. Interessada e inspirada pelo minimalismo, se dependesse só dela, ela colocaria tudo em sacos de lixo e jogaria fora, o que ela descreve como buracos negros, porém, à medida que ela coloca o seu plano em ação, Jean percebe que não será tão fácil como imaginava. Com a resistência da família a mudar, Jean encara de frente sua missão, doa em quem doer. O que deveria ser fácil e prático para ela, cuja necessidade é vista até mesmo como egoísmo, acaba se desdobrando em várias situações, fases e etapas conforme ela mergulha nas histórias, memórias e emoções que estão vinculadas aos objetos, especialm

Dispositivos móveis: espaços híbridos de comunicação

A mestre e doutora em Multimeios, pelo Instituto de Artes da Unicamp, Luisa Paraguai Donati, autora do artigo: 'Dispositivos móveis: espaços híbridos de comunicação' apresentado no XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em Santos, no dia 29 de agosto e 2 de setembro de 2007.

De acordo com a autora, as tecnologias da informação e comunicação combinadas com objetos tradicionais, ou não, passam a configurar novos dispositivos de mediação, que são híbridos. O espaço híbrido é formado pela simultaneidade dos domínios espaciais digital e físico e estes transformaram as noções de presença física e as possibilidades de atuação.

Os dispostivos móveis possibilitaram às pessoas estarem conectadas constantemente, de forma que elas permaneçam no espaço físico, mas estejam acessando e transmitindo informações no meio virtual. "A diluição de limites entre espaços físicos e a possibilidade de compor com os informacionais vem sugerir outras dimensões para a interação social e para o espaço urbano", explica Paraguai.

A autora ainda explica que deve-se pensar a forma de comunicação móvel, já que esta está se sobressaindo cada vez mais rápida pela inserção e incorporação ao cotidiano das pessoas.

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