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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Dispositivos móveis: espaços híbridos de comunicação

A mestre e doutora em Multimeios, pelo Instituto de Artes da Unicamp, Luisa Paraguai Donati, autora do artigo: 'Dispositivos móveis: espaços híbridos de comunicação' apresentado no XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em Santos, no dia 29 de agosto e 2 de setembro de 2007.

De acordo com a autora, as tecnologias da informação e comunicação combinadas com objetos tradicionais, ou não, passam a configurar novos dispositivos de mediação, que são híbridos. O espaço híbrido é formado pela simultaneidade dos domínios espaciais digital e físico e estes transformaram as noções de presença física e as possibilidades de atuação.

Os dispostivos móveis possibilitaram às pessoas estarem conectadas constantemente, de forma que elas permaneçam no espaço físico, mas estejam acessando e transmitindo informações no meio virtual. "A diluição de limites entre espaços físicos e a possibilidade de compor com os informacionais vem sugerir outras dimensões para a interação social e para o espaço urbano", explica Paraguai.

A autora ainda explica que deve-se pensar a forma de comunicação móvel, já que esta está se sobressaindo cada vez mais rápida pela inserção e incorporação ao cotidiano das pessoas.

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