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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Cartilha orienta a postura de jovens em Redes Sociais

O movimento 'Criança mais Segura na internet' criou a cartilha "Guia de Postura em redes Sociais" para orientar como as crianças devem se comportar nestes ambientes virtuais. O Movimento tem como foco disseminar o uso ético, seguro e legal da Internet e das Novas Tecnologias, através de conteúdos dirigidos para pais, filhos e professores. Eles acreditam que não há como formar uma sociedade digital ética e responsável se não for através de um trabalho integrado, entre família e escola.

A cartilha desenvolvida em parceria com a Terra Forum Educação contém dicas para construir sua reputação na Internet. Apesar de ser voltado ao público infantil, seus familiares e professores, as dicas de postura em redes sociais podem ser seguidas por qualquer internauta.

Confira algumas dicas que devem ser seguidas nas redes sociais e na internet: Navegar com atitude ética; Cuidado ao publicar informações pessoais (superexposição); Uso de imagens autorizadas; Respeito aos direitos autorais; Uso das redes sociais de modo construtivo.

O guia também traz algumas das infrações digitais mais frequentes na vida dos usuários, como por exemplo, calúnia, difamação, ameaça, discriminação, falsa identidade, entre outros que podem levar à reclusão ou detenção do usuário.

No site do movimento (Criança mais Segurança na Internet) é possível conferir outras cartilhas sobre como os jovens devem utilizar corretamente as novas tecnologias, como os pais e professores podem orientá-los e até mesmo dicas de como estes jovens podem realizar uma compra online com segurança.

Confira a cartilha na íntegra

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