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Destaques

Autísticos: Reabertura do meu perfil no Facebook

Já que fechado ou aberto, as coisas do meu perfil sempre vazam. Plot twist: Perfil no Facebook reaberto.


Muita gente não estava conseguindo compartilhar as coisas que posto no perfil e a fan page limita o alcance orgânico.

Podem se divertir fuçando. Agora, arrancar informações de mim, é um jogo que eu adoro jogar e me fazer de sonso, como muitos de vocês do mundo do autismo que manipulam de todos lados, acham que Aspergers são.

Vocês sempre esquecem de duas coisas: todo Asperger é diferente; eu tenho altas habilidades.

Dica: não me leiam literalmente. Sou escritor. Não tentem supor qualquer coisa sobre mim ou o que eu posto. Adoro brincar com as palavras e me divirto com alguns de vocês espalhando coisas minhas. Meu hiperfoco é livro e literatura. Para quem acha que tudo o que posto é indireta ou ameaça, que seja, vai sofrer de curiosidade mesmo.

Para quem faz merda e está com medo, pode ficar com medo. Nunca disse que jogava de lado algum. Vocês me colocaram no jogo, agora me engulam…

Compras coletivas: Modelo de Negócio e Crescimento no Brasil

O jornalista Marcos Todeschini da Época Negócios escreveu uma reportagem sobre compras coletivas, com o título "Pechincha Coletiva", publicado na edição da revista de outubro de 2010. Em sua matéria, o repórter falou sobre o modelo de negócio e o crescimento dos sites de compras coletivas.

Todeschini conta a história do americano Andrew Mason, criador do Groupon, o site pioneiro no setor de compras coletivas. Ele relata que a estratégia de sucesso do site consiste na pesquisa por barganhas e na participação em redes sociais. Aos que ainda tinham dúvidas de como um site de compras coletivas lucra, o jornalista explica que o Groupon realiza parcerias com marcas interessadas na sua divulgação e oferta de produtos ou serviços a um preço baixo, e ganha uma comissão da metade do valor do produto vendido.

Mason declara ao jornalista Marcos Todeschini que no Groupon todos saem ganhando: "Nós ganhamos a comissão, os clientes pagam menos pelo produto e os parceiros conseguem um retorno em larga escala para seus serviços ou produtos".

De acordo com o jornalista, os sites de compras coletivas estão fazendo sucesso no Brasil devido ao retorno quase imediato e a facilidade de aplicação do modelo de negócios. Na matéria, Todeschini cita por exemplo, o primeiro site de compras coletivas do Brasil, o Peixe Urbano, cujo modelo foi inspirado no Groupon. Todeschini argumenta que os consumidores enxergam os sites de compras coletivas como serviço de compras, porém aos que oferecem produtos e serviços, os sites servem como uma ferramenta de marketing.

"Quando a oferta não atinge o número mínimo de clientes, o dia é tido como perdido: o cliente não recebe o produto, o site não ganha a comissão e o estabelecimento não vende", relata o jornalista.

Acesse a reportagem na íntegra

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