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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Compras coletivas: Modelo de Negócio e Crescimento no Brasil

O jornalista Marcos Todeschini da Época Negócios escreveu uma reportagem sobre compras coletivas, com o título "Pechincha Coletiva", publicado na edição da revista de outubro de 2010. Em sua matéria, o repórter falou sobre o modelo de negócio e o crescimento dos sites de compras coletivas.

Todeschini conta a história do americano Andrew Mason, criador do Groupon, o site pioneiro no setor de compras coletivas. Ele relata que a estratégia de sucesso do site consiste na pesquisa por barganhas e na participação em redes sociais. Aos que ainda tinham dúvidas de como um site de compras coletivas lucra, o jornalista explica que o Groupon realiza parcerias com marcas interessadas na sua divulgação e oferta de produtos ou serviços a um preço baixo, e ganha uma comissão da metade do valor do produto vendido.

Mason declara ao jornalista Marcos Todeschini que no Groupon todos saem ganhando: "Nós ganhamos a comissão, os clientes pagam menos pelo produto e os parceiros conseguem um retorno em larga escala para seus serviços ou produtos".

De acordo com o jornalista, os sites de compras coletivas estão fazendo sucesso no Brasil devido ao retorno quase imediato e a facilidade de aplicação do modelo de negócios. Na matéria, Todeschini cita por exemplo, o primeiro site de compras coletivas do Brasil, o Peixe Urbano, cujo modelo foi inspirado no Groupon. Todeschini argumenta que os consumidores enxergam os sites de compras coletivas como serviço de compras, porém aos que oferecem produtos e serviços, os sites servem como uma ferramenta de marketing.

"Quando a oferta não atinge o número mínimo de clientes, o dia é tido como perdido: o cliente não recebe o produto, o site não ganha a comissão e o estabelecimento não vende", relata o jornalista.

Acesse a reportagem na íntegra

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