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Destaques

Neurodiversidade: Autismo não só biológico ou só identidade social

A Neurodiversidade dá um tiro no pé ao tratar o autismo como algo meramente social (identidade social), ignorando as particularidades neurobiológicas de CADA autista. Mas o extremismo científico também erra ao ver como algo meramente biológico, ou até mesmo patológico.


O ideal seria ver o melhor dos dois mundos, algo impossível diante da polarização. Todo mundo sai perdendo.

É utopia esperar que a sociedade vá se adequar completamente aos autistas, especialmente porque cada autista pode ser completamente diferente do outro. O ambiente adaptado para um autista, é o ambiente desadaptado para o outro – isso entre os próprios autistas.

Enquanto as pessoas continuarem tratando o autismo como algo 'universal', ignorando as especificidades, esse debate não vai para frente.

O Asperger que não precisa interagir com os outros, não precisa trabalhar, não precisa fazer nada que o tire da zona de conforto, talvez não sinta muita dificuldade em viver em um mundo não adaptado. Mas não é a re…

Compras coletivas: Modelo de Negócio e Crescimento no Brasil

O jornalista Marcos Todeschini da Época Negócios escreveu uma reportagem sobre compras coletivas, com o título "Pechincha Coletiva", publicado na edição da revista de outubro de 2010. Em sua matéria, o repórter falou sobre o modelo de negócio e o crescimento dos sites de compras coletivas.

Todeschini conta a história do americano Andrew Mason, criador do Groupon, o site pioneiro no setor de compras coletivas. Ele relata que a estratégia de sucesso do site consiste na pesquisa por barganhas e na participação em redes sociais. Aos que ainda tinham dúvidas de como um site de compras coletivas lucra, o jornalista explica que o Groupon realiza parcerias com marcas interessadas na sua divulgação e oferta de produtos ou serviços a um preço baixo, e ganha uma comissão da metade do valor do produto vendido.

Mason declara ao jornalista Marcos Todeschini que no Groupon todos saem ganhando: "Nós ganhamos a comissão, os clientes pagam menos pelo produto e os parceiros conseguem um retorno em larga escala para seus serviços ou produtos".

De acordo com o jornalista, os sites de compras coletivas estão fazendo sucesso no Brasil devido ao retorno quase imediato e a facilidade de aplicação do modelo de negócios. Na matéria, Todeschini cita por exemplo, o primeiro site de compras coletivas do Brasil, o Peixe Urbano, cujo modelo foi inspirado no Groupon. Todeschini argumenta que os consumidores enxergam os sites de compras coletivas como serviço de compras, porém aos que oferecem produtos e serviços, os sites servem como uma ferramenta de marketing.

"Quando a oferta não atinge o número mínimo de clientes, o dia é tido como perdido: o cliente não recebe o produto, o site não ganha a comissão e o estabelecimento não vende", relata o jornalista.

Acesse a reportagem na íntegra

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