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Destaques

Resenha: Flores para Algernon – Daniel Keyes

Nossas percepções do mundo são moldadas por nossas habilidades cognitivas, o que, muitas vezes, também formam a visão que os outros têm de nós, especialmente em sociedades em que as pessoas têm dificuldade de ter empatia e respeito por pessoas diferentes. No livro Flores para Algernon (Flowers for Algernon), o escritor Daniel Keyes narra a história de Charlie, um rapaz com deficiência intelectual grave (no livro descrito como retardo mental) que é convidado a participar de uma cirurgia capaz de aumentar seu quociente de inteligência. No Brasil, a obra foi publicada pela Editora Aleph, em 2018, com tradução de Luisa Geisler.


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Flores para Algernon é uma leitura desconfortável, já que à medida que o personagem principal toma consciência da maneira que ele é tratado pelos outros, é difícil não sentir sua dor e refletir sobre como o preconceito e a discriminação estão enraizados na sociedade.

Quem você se torna quand…

Ferramentas Digitais para Jornalistas

Em uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas em Austin, o ebook 'Ferramentas digitais para jornalistas' procura abordar por meio de textos, imagens e muitos links, como os jornalistas podem aproveitar a internet para encontrar dados, fontes, interagir e compartilhar. Escrito pela jornalista e docente Sandra Crucianelli, o livro eletrônico em espanhol foi traduzido para o português por Marcelo Soares e lançado em 2010.

O livro tem como objetivo ajudar os jornalistas a aprenderem a buscar e processar as informações por meio da internet, onde é possível encontrar uma enorme quantidade de fontes. Crucianelli acredita que os jornalistas deveriam ter a obrigação de estudarem, compreenderem e praticarem a habilidade de realizar 'buscas eficientes e operar os recursos online com perícia'.

Com a socialização da internet, segundo a autora do livro, que é jornalista especializada em jornalismo investigativo e jornalismo de precisão, os jornalistam passaram a contar com a colaboração dos usuários para apurar as informações, além de possibilitar aos cidadãos o compartilhamento de conteúdos de interesse social.

Crucianelli argumenta que o jornalista online precisa se familiarizar com elementos básicos como hardware, software, formatos, idiomas, critérios de avaliação, critérios de classificação e critérios eficientes de busca. Quanto mais contato com as ferramentas digitais, o jornalista consegue com mais facilidade realizar buscas avançadas e interpretar os resultados sem abrir os sites, o que é bom, pois poupa bastante tempo.

A autora cita três diferentes ferramentas de busca e lista alguns exemplos: diretórios (lista de websites por temas); buscadores (recuperação de informações, "o resultado remete à página exata, dentro do site, que contém os parâmetros solicitados na janela de busca"); metabuscadores ("buscadores avançados, que permitem a recuperação de sites a partir de buscas em paralelo, cruzando a informação trazida por buscadores separados").

Quanto mais filtrada a busca (50 a 100 resultados no máximo), melhores os resultados. No livro você confere formas de filtrar a busca, por exemplo por meio do Google, para conseguir os resultados mais relevantes possíveis, ou em uma série de buscadores, de acordo com o que está procurando e seus formatos.

Também são abordados no livro: a organização e marcadores sociais, busca por documentos oficiais, mídias sociais e formas de distribuições de conteúdo na web, ferramentas de estatísticas, ferramentas online, web semântica, visualização de dados, novas mídias, além de muitos links interessantes para complementar a leitura.
 
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