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Destaques

Revolutionary Love: Série coreana de drama explora o abismo que divide as classes sociais

Embora muitos dramas coreanos pequem na representatividade de diversidade racial e deem pouquíssimo espaço para estrangeiros e imigrantes, a série Revolutionary Love (2017) da tvN e no Brasil disponível temporariamente pela Netflix , acaba indo além dos elementos de comédia e romance, mostrando o drama das diferenças de classes sociais , os preconceitos e a possibilidade de imersão nesse mundo desconhecido pelo filho do dono de um dos maiores conglomerados de empresas da Coreia do Sul . A ingenuidade e a ignorância da realidade das classes trabalhadoras tornam o protagonista um tanto embaraçoso, lembrando de forma vaga a jornada de Buda quando conheceu a realidade fora do palácio e foi confrontado com a fome, a doença, a pobreza e a morte. Longe de ser uma série com alguma alegoria espiritual, mas do ponto de vista do comportamento é interessante acompanhar como Byun Hyuk (Choi Si-won) se torna mais empático e humanizado quando seu caminho cruza com o de Baek Joon (Kang So-ra) . E

Ferramentas Digitais para Jornalistas

Em uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas em Austin, o ebook 'Ferramentas digitais para jornalistas' procura abordar por meio de textos, imagens e muitos links, como os jornalistas podem aproveitar a internet para encontrar dados, fontes, interagir e compartilhar. Escrito pela jornalista e docente Sandra Crucianelli, o livro eletrônico em espanhol foi traduzido para o português por Marcelo Soares e lançado em 2010.

O livro tem como objetivo ajudar os jornalistas a aprenderem a buscar e processar as informações por meio da internet, onde é possível encontrar uma enorme quantidade de fontes. Crucianelli acredita que os jornalistas deveriam ter a obrigação de estudarem, compreenderem e praticarem a habilidade de realizar 'buscas eficientes e operar os recursos online com perícia'.

Com a socialização da internet, segundo a autora do livro, que é jornalista especializada em jornalismo investigativo e jornalismo de precisão, os jornalistam passaram a contar com a colaboração dos usuários para apurar as informações, além de possibilitar aos cidadãos o compartilhamento de conteúdos de interesse social.

Crucianelli argumenta que o jornalista online precisa se familiarizar com elementos básicos como hardware, software, formatos, idiomas, critérios de avaliação, critérios de classificação e critérios eficientes de busca. Quanto mais contato com as ferramentas digitais, o jornalista consegue com mais facilidade realizar buscas avançadas e interpretar os resultados sem abrir os sites, o que é bom, pois poupa bastante tempo.

A autora cita três diferentes ferramentas de busca e lista alguns exemplos: diretórios (lista de websites por temas); buscadores (recuperação de informações, "o resultado remete à página exata, dentro do site, que contém os parâmetros solicitados na janela de busca"); metabuscadores ("buscadores avançados, que permitem a recuperação de sites a partir de buscas em paralelo, cruzando a informação trazida por buscadores separados").

Quanto mais filtrada a busca (50 a 100 resultados no máximo), melhores os resultados. No livro você confere formas de filtrar a busca, por exemplo por meio do Google, para conseguir os resultados mais relevantes possíveis, ou em uma série de buscadores, de acordo com o que está procurando e seus formatos.

Também são abordados no livro: a organização e marcadores sociais, busca por documentos oficiais, mídias sociais e formas de distribuições de conteúdo na web, ferramentas de estatísticas, ferramentas online, web semântica, visualização de dados, novas mídias, além de muitos links interessantes para complementar a leitura.
 
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