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Destaques

Criminologia, Jessica Jones e Mulher-Maravilha: Ficar do lado do agressor é sinal de perigo à sociedade – Ben Oliveira

Que dia lindo para servir Karma Coletivo para Diana, Lilith e Nêmesis ao mesmo tempo:  Resistam julgar as pessoas pela aparência. Meus 2 ex-namorados manipuladores se faziam de vítimas e todo mundo ficava ao lado deles e como eu sou porra louca, como Jessica Jones e Malévola, era injustiçado entre quatro paredes e julgado por todos ao redor. Como sou uma vaca, só há duas pessoas com a qual me importo no mundo, minhas duas chamas gêmeas, o resto é indiferente. Ainda assim... Vocês criam cada distorção cognitiva que só por Deus... É muita falta de terapia, autoconsciência, reflexão e bom senso.  Foi você que tava dentro do carro capotado? Foi você que quase morreu? Foi você que teve que recomeçar várias vezes na vida? Foi você que saiu como vilão quando a pessoa era tóxica pra cacete? Não foi. Então, boca fechada, sempre. Opinião só se dá quando é pedida. Sem falar os DELUSIONAIS que ficaram comentando: Que pena, achei que vocês iam casar. Quem quiser casar com ele, passo até o perfil KK

Twitter & Marketing Político

"O Twitter serve para fazer marketing político?", artigo escrito pelo jornalista, mestre em Comunicação, professor e pesquisador em Marketing Político, Mauricio Guindani Romanini, que procura responder esta indagação. Publicado na revista Politicom - Revista Brasileira de Marketing Político, ano 3, nº 4, edição de Agosto/Dezembro de 2010.

Segundo o jornalista, é importante entender a influência dos eleitores e do protagonismo das eleições. Com a internet, os internautas podem trocar informações, opiniões e ideias sobre políticos e partidos em mídias sociais, como o Twitter, e colaborarem por meio da disseminação de conteúdos dos próprios internautas e dos candidatos. "Os cidadãos tornaram-se fonte e mídia", acredita.

As estratégias de marketing político online devem se diferenciar das estratégias feitas para mídias tradicionais. Para o autor, muitos profissionais ainda se confundem. "E-mails e mensagens padrão não valem mais, textos preparados por especialistas não valem e mantenha um diálogo aberto com os eleitores", ensina.

Proatividade, agilidade e horizontalidade são fundamentais para a campanha. O diálogo entre eleitores deve ser incentivado, bem como o monitoramento de estratégias. "Ao menor sinal de problema é necessário solucionar e mudar", explica. O autor lembra que a prioridade dos usuários no Twitter é pela busca de informações, principalmente de assuntos relacionados à comunidade em que o usuário está inserido.

"O Twitter pode e deve ser utilizado no marketing político online", finaliza Romanini.

Além do artigo citado acima, vale a pena ler a entrevista com o consultor em comunicação e marketing político, Chico Santa Rita. O jornalista e publicitário é um dos nomes mais respeitados do país quando o assunto é campanha eleitoral.

Confira abaixo

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