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Destaques

Sobrecarregar

Impor limites nem sempre era fácil, mas às vezes fundamental para preservar a própria saúde mental. Então, ia aos poucos se fechando, permitindo ficar mais tempo offline do que online. Negociar limites talvez fosse o melhor termo. De todo modo, nem sempre as pessoas iriam entender. Às vezes, o silêncio era a melhor resposta. Escrevia para se lembrar. Escrevia para que as coisas fizessem sentido. Escrevia. Ia se soltando aos poucos. O que havia começado com empolgação, havia se tornado uma frustração. Aos poucos tentava diminuir o acesso às redes sociais, na esperança de voltar a respirar em paz. Ia impondo limites, pois era mais fácil se recuperar antes de se sobrecarregar do que depois. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano:  O Círculo (Vol.1)  e  O Livro (Vol. 2) , disponíveis no  Wattpad  e na loja Kindle.

Twitter & Marketing Político

"O Twitter serve para fazer marketing político?", artigo escrito pelo jornalista, mestre em Comunicação, professor e pesquisador em Marketing Político, Mauricio Guindani Romanini, que procura responder esta indagação. Publicado na revista Politicom - Revista Brasileira de Marketing Político, ano 3, nº 4, edição de Agosto/Dezembro de 2010.

Segundo o jornalista, é importante entender a influência dos eleitores e do protagonismo das eleições. Com a internet, os internautas podem trocar informações, opiniões e ideias sobre políticos e partidos em mídias sociais, como o Twitter, e colaborarem por meio da disseminação de conteúdos dos próprios internautas e dos candidatos. "Os cidadãos tornaram-se fonte e mídia", acredita.

As estratégias de marketing político online devem se diferenciar das estratégias feitas para mídias tradicionais. Para o autor, muitos profissionais ainda se confundem. "E-mails e mensagens padrão não valem mais, textos preparados por especialistas não valem e mantenha um diálogo aberto com os eleitores", ensina.

Proatividade, agilidade e horizontalidade são fundamentais para a campanha. O diálogo entre eleitores deve ser incentivado, bem como o monitoramento de estratégias. "Ao menor sinal de problema é necessário solucionar e mudar", explica. O autor lembra que a prioridade dos usuários no Twitter é pela busca de informações, principalmente de assuntos relacionados à comunidade em que o usuário está inserido.

"O Twitter pode e deve ser utilizado no marketing político online", finaliza Romanini.

Além do artigo citado acima, vale a pena ler a entrevista com o consultor em comunicação e marketing político, Chico Santa Rita. O jornalista e publicitário é um dos nomes mais respeitados do país quando o assunto é campanha eleitoral.

Confira abaixo

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