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Destaques

11 Meses Sem Fumar Cigarro

Quase completando 11 meses sem fumar cigarro, se dera conta de que um dia parecia impossível, havia se tornado real. E faltava tão pouco para completar o primeiro ano sem cigarro. Estaria mentindo se dissesse que vez ou outra não sentia uma vontade súbita de fumar cigarro, mas se sentia no controle da situação e era capaz de dizer não. Dizer não se tornava cada vez mais fácil com o passar do tempo. Mas era ilusão achar que nunca mais seria tomado pela vontade. A diferença era que agora era muito mais fácil se negar. Dizer não ao cigarro significava dizer sim para outras coisas. Parar de negar o quanto fumar fazia mal à saúde e aceitar que por mais difícil que fosse se manter longe do cigarro, os benefícios valiam a pena. Então, era um dia qualquer para os outros, mas para quem havia parado de fumar, celebrar esses pequenos passos fazia toda diferença. Só mais um dia sem fumar cigarro. Só mais um dia para ignorar os pensamentos de que não ia conseguir. Só mais um dia provando que era ca...

Estudantes de jornalismo da UCDB visitam Correio do Estado

Na manhã desta quarta-feira (1) aconteceu em Campo Grande (MS) o primeiro dia do '72 horas de jornalismo', evento organizado pelo coordenador do curso de Jornalismo da Universidade Católica Dom Bosco, Oswaldo Ribeiro, em que estudantes de jornalismo da instituição visitaram onze veículos de comunicação (impresso, rádio, TV e online) da capital sul-matogrossense para observarem a rotina dos profissionais.

Eu e mais seis acadêmicos de jornalismo da UCDB visitamos o Correio do Estado, o maior meio de comunicação impresso de Mato Grosso do Sul, e acompanhamos com o Editor-Executivo do jornal, Ico Victório, como é realizada a reunião de pauta. O jornalista avalia a pauta de todas as editorias pela manhã e conta que é um desafio manter o nível de pauta do dia-a-dia. "Para fazer o jornal do dia, o jornalista de impresso e o leitor têm a sensação no outro dia de já ter lido a notícia", argumenta. Para Victório, o jornalista é um eterno insatifeito com as próprias idéias. "Quem gosta de fazer jornal passa 24 horas pensando no jornal", diz.

"Reunião de pauta" com Ico Victório, Editor-Executivo do Correio do Estado
Foto: Thailla Torres

Repórter especial do Correio do Estado, 58 anos, Montezuma Cruz conta que a reportagem é o melhor leque do jornalismo para sentir a realidade brasileira, por isto, a importância de se investir em reportagem. O jornalista falou sobre o crescimento das assessorias de imprensa e lamentou a dificuldade encontrada por repórteres ao realizarem reportagens, em que assessores de imprensa, geralmente desinformados sobre o assunto, não facilitam a comunicação. "Tive oportunidade de conhecer o lado do repórter e do assesor, e em todos eles você tem que agir com o coração", ensina.

De acordo com o jornalista, a transmissão de informação em tempo real traz o perigo dos profissionais cometerem erros. Falhas e acertos que podem construir ou destruir uma imagem. Para Cruz, buscar a informação e descrever a realidade são funções do jornalista. O jornalista ainda falou sobre um dos mitos do jornalismo, o da imparcialidade. "O repórter é humano. Não existe imparcialidade nem do jornalista, nem da empresa", argumenta.

Montezuma Cruz compartilhando experiências e histórias jornalísticas com os acadêmicos
Foto: Thailla Torres 

Montezuma Cruz contou as facilidades da comunicação proporcionadas pelos avanços tecnológicos e deixou a seguinte reflexão para os acadêmicos "O impresso resistirá? E as revistas?". E você, leitor, o que acha?

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