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Destaques

Para Toda a Eternidade: Livro explora rituais funerários diversos

Entre a naturalidade e o espanto, o tradicional e o moderno, o ocidental e o oriental, Caitlin Doughty transmite ao leitor histórias de suas visitas a espaços e profissionais envolvidos com o universo mortuário. Uma das obras pedidas por quem já tinha lido Confissões do Crematório, o novo livro foi publicado no Brasil pela editora DarkSide Books, em junho de 2019, com tradução de Regiane Winarski e ilustrações de Landis Blair.


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“Eu passei a acreditar que os méritos de um costume relacionados à morte não são baseados em matemática [...] mas em emoções, numa crença na nobreza única da própria cultura da pessoa. Isso quer dizer que consideramos os rituais de morte selvagens apenas quando eles não são como os nossos” – Caitlin Doughty, Para Toda a Eternidade
Dá para ler tranquilamente Para Toda a Eternidade sem ter lido Confissões do Crematório, mas acredito que as duas leituras são complementares. Enquanto na p…

Acadêmicos da UCDB experimentam o jornalismo Gonzo

Substituir a observação dos fatos e da realidade, pela experimentação e tornar-se agente principal da história. Com este objetivo, os acadêmicos do 8º semestre de jornalismo da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande (MS), produziram o jornal laboratório 'Em Foco', com o gênero Jornalismo Gonzo, publicado na edição nº 143, de agosto de 2011.

De acordo com o editorial do Em Foco, o termo ?Jornalismo Gonzo foi cunhado por Hunter S. Thompson, na década de 60 nos Estados Unidos, época em que a contracultura estava efervescente e tem como características básicas ao fazer jornalístico 'a captação participativa das informações ao extremo, onde o repórter é personagem principal da história; sarcamos e ironia apimetando o texto'.

O editorialista comenta sobre a diferença deste gênero jornalístico e sobre a possibilidade do leitor estranhar o texto, devido a subjetividade e fuga de que se está acostumado a ver nos jornais diários, em que a impessoalidade e objetividade reinam. Sem mencionar a falsa crença na imparcialidade do jornalismo. "Os jornalistas são humanos e têm suas preferências", ressalta o texto do editorial.

Algumas experiências marcaram a vida dos repórteres, como o estudante Elverson Cardoso que voluntariou-se no asilo e aprendeu a importância de doar a atenção aos idiosos; a jovem Jéssica Keli que vivenciou por uma hora a experiência de pedir dinheiro na rua e sentiu na pele como os mendigos são tratados; a estudante Laís Camargo que experimentou sensações ao participar de um ritual de Santo Daime e beber o chá indígena ayahuasca; Sidney Albuquerque que conheceu a realidade dos catadores de hortifrutis jogados no lixo; entre outras histórias em que os repórteres tiveram que enfrentar seus limites, ora físicos, ora psicológicos.

Comentários

  1. Oi Ben Hur,
    Também adorei esta edição. Dá gosto de ler. Aliás, seu blog também!
    bjo,
    Parabéns!
    Inara

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