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Destaques

Autismo: Entre fofocas e intrigas

Aviso aos bonitos e bonitas que sempre jogam meu nome e dos colegas nos grupos de Facebook e WhatsApp: alguém de vocês sempre solta algo e de um jeito ou de outro, chega até mim.


Minha dica é: quer falar mal? Fala à vontade. Se quiser, eu falo junto. Não tenho vergonha de fazer autocrítica, aliás, recomendo a todos.

Agora, se me difamar e/ou queimar minha reputação, o bicho pega.

Nesta página, não trabalho com indiretas. Só com diretas mesmo.

Já disse que nem todo autista é bonzinho, né? 😈

Dica para os anjinhos e neurotípicos: Arranjem hobbies e outros hiperfocos, ocupem a cabeça com outras coisas que não sejam só esse mundinho de intrigas do autismo.

Um grande filósofo pós-moderno, Benstein Oliveira disse que a fofoca viaja à velocidade da luz e que ela vem de todos cantos e cores do autismo. Nem WhatsApp eu uso, mas as conversas de lá sempre chegam aqui. Por que será, gente?

Formado em Harvard na arte das fofocas chegarem até mim. Parece que sou ímã para embuste.

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Acadêmicos da UCDB experimentam o jornalismo Gonzo

Substituir a observação dos fatos e da realidade, pela experimentação e tornar-se agente principal da história. Com este objetivo, os acadêmicos do 8º semestre de jornalismo da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande (MS), produziram o jornal laboratório 'Em Foco', com o gênero Jornalismo Gonzo, publicado na edição nº 143, de agosto de 2011.

De acordo com o editorial do Em Foco, o termo ?Jornalismo Gonzo foi cunhado por Hunter S. Thompson, na década de 60 nos Estados Unidos, época em que a contracultura estava efervescente e tem como características básicas ao fazer jornalístico 'a captação participativa das informações ao extremo, onde o repórter é personagem principal da história; sarcamos e ironia apimetando o texto'.

O editorialista comenta sobre a diferença deste gênero jornalístico e sobre a possibilidade do leitor estranhar o texto, devido a subjetividade e fuga de que se está acostumado a ver nos jornais diários, em que a impessoalidade e objetividade reinam. Sem mencionar a falsa crença na imparcialidade do jornalismo. "Os jornalistas são humanos e têm suas preferências", ressalta o texto do editorial.

Algumas experiências marcaram a vida dos repórteres, como o estudante Elverson Cardoso que voluntariou-se no asilo e aprendeu a importância de doar a atenção aos idiosos; a jovem Jéssica Keli que vivenciou por uma hora a experiência de pedir dinheiro na rua e sentiu na pele como os mendigos são tratados; a estudante Laís Camargo que experimentou sensações ao participar de um ritual de Santo Daime e beber o chá indígena ayahuasca; Sidney Albuquerque que conheceu a realidade dos catadores de hortifrutis jogados no lixo; entre outras histórias em que os repórteres tiveram que enfrentar seus limites, ora físicos, ora psicológicos.

Comentários

  1. Oi Ben Hur,
    Também adorei esta edição. Dá gosto de ler. Aliás, seu blog também!
    bjo,
    Parabéns!
    Inara

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