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Destaques

Resenha: Algum Dia — David Levithan

Pode o corpo alterar nossa percepção sobre a vida e o amor? E o que acontece quando todo dia mudamos de corpo e ainda assim tentamos manter um relacionamento? Em Algum Dia, do David Levithan, o leitor é levado a conhecer o desfecho da trilogia que encantou pessoas do mundo todo. No Brasil, a obra foi publicada pela Editora Galera Record, em 2020.

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Algum Dia foi um dos livros mais esperados por muitos leitores, entre eles: eu. Fui com muita expectativa na leitura. Não é que não tenha gostado do romance, mas senti falta de mais envolvimento entre os dois personagens principais. David Levithan nos deixa instigado por mais momentos entre Rhiannon e A, mas a narrativa acaba dando mais destaque para a condição do personagem sem corpo fixo.
"Agora eu sei: o amor não é tão simples. O amor nunca é sobre você dizer a si mesmo que deve fazer alguma coisa e então fazer. Nunca é sobre alguém te dizer que você deve fazer e por isso…

Acadêmicos da UCDB experimentam o jornalismo Gonzo

Substituir a observação dos fatos e da realidade, pela experimentação e tornar-se agente principal da história. Com este objetivo, os acadêmicos do 8º semestre de jornalismo da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande (MS), produziram o jornal laboratório 'Em Foco', com o gênero Jornalismo Gonzo, publicado na edição nº 143, de agosto de 2011.

De acordo com o editorial do Em Foco, o termo ?Jornalismo Gonzo foi cunhado por Hunter S. Thompson, na década de 60 nos Estados Unidos, época em que a contracultura estava efervescente e tem como características básicas ao fazer jornalístico 'a captação participativa das informações ao extremo, onde o repórter é personagem principal da história; sarcamos e ironia apimetando o texto'.

O editorialista comenta sobre a diferença deste gênero jornalístico e sobre a possibilidade do leitor estranhar o texto, devido a subjetividade e fuga de que se está acostumado a ver nos jornais diários, em que a impessoalidade e objetividade reinam. Sem mencionar a falsa crença na imparcialidade do jornalismo. "Os jornalistas são humanos e têm suas preferências", ressalta o texto do editorial.

Algumas experiências marcaram a vida dos repórteres, como o estudante Elverson Cardoso que voluntariou-se no asilo e aprendeu a importância de doar a atenção aos idiosos; a jovem Jéssica Keli que vivenciou por uma hora a experiência de pedir dinheiro na rua e sentiu na pele como os mendigos são tratados; a estudante Laís Camargo que experimentou sensações ao participar de um ritual de Santo Daime e beber o chá indígena ayahuasca; Sidney Albuquerque que conheceu a realidade dos catadores de hortifrutis jogados no lixo; entre outras histórias em que os repórteres tiveram que enfrentar seus limites, ora físicos, ora psicológicos.

Comentários

  1. Oi Ben Hur,
    Também adorei esta edição. Dá gosto de ler. Aliás, seu blog também!
    bjo,
    Parabéns!
    Inara

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