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Fascismo à Brasileira: Livro do jornalista Pedro Doria fala da influência de Mussolini no Brasil

Fascismo . O termo tem circulado nas redes sociais nos últimos anos, mas muita gente reproduz sem saber seu significado, história ou contexto. Outros confundem com nazismo ou comunismo . Para explicar sobre suas origens, a influência no Integralismo brasileiro e as conexões com o Bolsonarismo, o livro Fascismo à Brasileira , escrito pelo jornalista especializado em política e tecnologia Pedro Doria . A obra nacional foi publicada pela editora Planeta , em 2020.  Compre o livro Fascismo à brasileira (Pedro Doria): https://amzn.to/3pN99xo   Ainda bem que as coisas mudam. Do mesmo modo que houve um aumento de governos de Extrema-Direita pelo mundo, o cenário agora está se revertendo, revelando quantos danos foram causados à democracia e também à diplomacia, criando mais divisões e tensões entre os países em um período tão difícil de pandemia. Embora tenha inspirações no fascismo italiano de Benito Mussolini e também possa ser comparado à Ação Integralista Brasileira , um movimento polí

Qualidade da Mídia


Dr. Angel Bravo palestrando sobre
Qualidade da Mídia na UCDB
Foto: Guto Akasaki
Com o tema "Qualidade da Mídia", aconteceu nesta terça-feira, 23 de agosto, às 8h, no auditório da Biblioteca Padre Félix Zavattaro da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande (MS), a palestra do Dr. Angel Bravo, da Universitat Autònoma de Barcelona (UAB).

Segundo o palestrante, a discussão sobre a qualidade da mídia nos meios de comunicação é um tema muito controverso e misturado de preconceito. A idéia inicial é observar a mídia como um produto e associar esta à produção industrial. Bravo compara a produção midiática (alimento para a mente) ao produto alimentar e cita algumas características que deveriam ser levadas em considerações, como: produtos que devem ser consumidos somente em determinadas condições (só para adultos); produtos que se consumidos em excesso podem ser tóxico; produtos enganosos que não cumprem o que se propõem.

Angel Bravo comentou, por exemplo, sobre as crianças que assistem programas violentos e acabam reproduzindo este comportamento no seu dia-a-dia, bem como os produtos que deveriam ser educativos, mas não cumprem com o seu propósito.

A falta de fiscalização da mídia, para Bravo, se deve a alguns questionamentos contra o controle de qualidade dos produtos da indústria da comunicação: intervenção de liberdade de expressão; só responde a critérios comerciais; a qualidade como um conceito completamente abstrato e irreal; critérios subjetivos e pessoais; critérios elitistas e minoritários; não contempla aspectos de eficácia e competitividade.

Ainda de acordo com o palestrante existem condições para sustentar a evolução da qualidade comunicativa: desenvolvido por equipes politicamente independentes; partir de critérios éticos; base estritamente empírica; desenvolver instrumentos de medição objetiva; poder incorporar qualquer tipo de consumidor; incluir informações úteis para o desenvolvimento e a competitividade industrial.

Quando se trata de controle de qualidade de produtos comunicativos, o Dr. Angel Bravo recomenda avaliar de acordo com os valores, a eficácia comunicativa e a estabilidade. Uma ferramenta de controle social dos produtos midiáticos possibilita uma melhora dos conteúdos oferecidos. "O controle no ciberjornalismo é muito menor do que nas mídias tradicionais", complementa.

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