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Destaques

Reflexão sobre tempos de pandemia no Brasil

Sexta-feira reflexiva. Caos coletivo por causa de egoísmo individual. Elegeram um analfabeto científico: aliás, o brasileiro adora eleger analfabetos.

Fez promessas para deus e o mundo e agora, além de estar afundando, quer, ironicamente, afundar junto seus eleitores que em grande parte representa grupos de risco, como idosos.

Um político que representa tudo o que eu desprezo.

Para alguns, ele tira a máscara; para outros, nada novo no horizonte.

Com tanto despreparo e ignorância nem as funerárias vão sorrir: afinal, muitos nem vão poder velar seus familiares.

Coronavírus não é uma histeria; histeria é o delírio de um mitomaníaco no poder.

É muito bizarro ver negacionistas da ciência que são da área da saúde. Escolheram o nicho errado... Aproveita a pausa para se reinventar e mudar de área. O mundo agradece.
Sobre o autor:
Ben Oliveira é escritor, blogueiro, jornalista por formação e Asperger. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem 

Qualidade da Mídia


Dr. Angel Bravo palestrando sobre
Qualidade da Mídia na UCDB
Foto: Guto Akasaki
Com o tema "Qualidade da Mídia", aconteceu nesta terça-feira, 23 de agosto, às 8h, no auditório da Biblioteca Padre Félix Zavattaro da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande (MS), a palestra do Dr. Angel Bravo, da Universitat Autònoma de Barcelona (UAB).

Segundo o palestrante, a discussão sobre a qualidade da mídia nos meios de comunicação é um tema muito controverso e misturado de preconceito. A idéia inicial é observar a mídia como um produto e associar esta à produção industrial. Bravo compara a produção midiática (alimento para a mente) ao produto alimentar e cita algumas características que deveriam ser levadas em considerações, como: produtos que devem ser consumidos somente em determinadas condições (só para adultos); produtos que se consumidos em excesso podem ser tóxico; produtos enganosos que não cumprem o que se propõem.

Angel Bravo comentou, por exemplo, sobre as crianças que assistem programas violentos e acabam reproduzindo este comportamento no seu dia-a-dia, bem como os produtos que deveriam ser educativos, mas não cumprem com o seu propósito.

A falta de fiscalização da mídia, para Bravo, se deve a alguns questionamentos contra o controle de qualidade dos produtos da indústria da comunicação: intervenção de liberdade de expressão; só responde a critérios comerciais; a qualidade como um conceito completamente abstrato e irreal; critérios subjetivos e pessoais; critérios elitistas e minoritários; não contempla aspectos de eficácia e competitividade.

Ainda de acordo com o palestrante existem condições para sustentar a evolução da qualidade comunicativa: desenvolvido por equipes politicamente independentes; partir de critérios éticos; base estritamente empírica; desenvolver instrumentos de medição objetiva; poder incorporar qualquer tipo de consumidor; incluir informações úteis para o desenvolvimento e a competitividade industrial.

Quando se trata de controle de qualidade de produtos comunicativos, o Dr. Angel Bravo recomenda avaliar de acordo com os valores, a eficácia comunicativa e a estabilidade. Uma ferramenta de controle social dos produtos midiáticos possibilita uma melhora dos conteúdos oferecidos. "O controle no ciberjornalismo é muito menor do que nas mídias tradicionais", complementa.

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