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Destaques

11 Meses Sem Fumar Cigarro

Quase completando 11 meses sem fumar cigarro, se dera conta de que um dia parecia impossível, havia se tornado real. E faltava tão pouco para completar o primeiro ano sem cigarro. Estaria mentindo se dissesse que vez ou outra não sentia uma vontade súbita de fumar cigarro, mas se sentia no controle da situação e era capaz de dizer não. Dizer não se tornava cada vez mais fácil com o passar do tempo. Mas era ilusão achar que nunca mais seria tomado pela vontade. A diferença era que agora era muito mais fácil se negar. Dizer não ao cigarro significava dizer sim para outras coisas. Parar de negar o quanto fumar fazia mal à saúde e aceitar que por mais difícil que fosse se manter longe do cigarro, os benefícios valiam a pena. Então, era um dia qualquer para os outros, mas para quem havia parado de fumar, celebrar esses pequenos passos fazia toda diferença. Só mais um dia sem fumar cigarro. Só mais um dia para ignorar os pensamentos de que não ia conseguir. Só mais um dia provando que era ca...

Qualidade da Mídia


Dr. Angel Bravo palestrando sobre
Qualidade da Mídia na UCDB
Foto: Guto Akasaki
Com o tema "Qualidade da Mídia", aconteceu nesta terça-feira, 23 de agosto, às 8h, no auditório da Biblioteca Padre Félix Zavattaro da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande (MS), a palestra do Dr. Angel Bravo, da Universitat Autònoma de Barcelona (UAB).

Segundo o palestrante, a discussão sobre a qualidade da mídia nos meios de comunicação é um tema muito controverso e misturado de preconceito. A idéia inicial é observar a mídia como um produto e associar esta à produção industrial. Bravo compara a produção midiática (alimento para a mente) ao produto alimentar e cita algumas características que deveriam ser levadas em considerações, como: produtos que devem ser consumidos somente em determinadas condições (só para adultos); produtos que se consumidos em excesso podem ser tóxico; produtos enganosos que não cumprem o que se propõem.

Angel Bravo comentou, por exemplo, sobre as crianças que assistem programas violentos e acabam reproduzindo este comportamento no seu dia-a-dia, bem como os produtos que deveriam ser educativos, mas não cumprem com o seu propósito.

A falta de fiscalização da mídia, para Bravo, se deve a alguns questionamentos contra o controle de qualidade dos produtos da indústria da comunicação: intervenção de liberdade de expressão; só responde a critérios comerciais; a qualidade como um conceito completamente abstrato e irreal; critérios subjetivos e pessoais; critérios elitistas e minoritários; não contempla aspectos de eficácia e competitividade.

Ainda de acordo com o palestrante existem condições para sustentar a evolução da qualidade comunicativa: desenvolvido por equipes politicamente independentes; partir de critérios éticos; base estritamente empírica; desenvolver instrumentos de medição objetiva; poder incorporar qualquer tipo de consumidor; incluir informações úteis para o desenvolvimento e a competitividade industrial.

Quando se trata de controle de qualidade de produtos comunicativos, o Dr. Angel Bravo recomenda avaliar de acordo com os valores, a eficácia comunicativa e a estabilidade. Uma ferramenta de controle social dos produtos midiáticos possibilita uma melhora dos conteúdos oferecidos. "O controle no ciberjornalismo é muito menor do que nas mídias tradicionais", complementa.

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