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Destaques

11 Meses Sem Fumar Cigarro

Quase completando 11 meses sem fumar cigarro, se dera conta de que um dia parecia impossível, havia se tornado real. E faltava tão pouco para completar o primeiro ano sem cigarro. Estaria mentindo se dissesse que vez ou outra não sentia uma vontade súbita de fumar cigarro, mas se sentia no controle da situação e era capaz de dizer não. Dizer não se tornava cada vez mais fácil com o passar do tempo. Mas era ilusão achar que nunca mais seria tomado pela vontade. A diferença era que agora era muito mais fácil se negar. Dizer não ao cigarro significava dizer sim para outras coisas. Parar de negar o quanto fumar fazia mal à saúde e aceitar que por mais difícil que fosse se manter longe do cigarro, os benefícios valiam a pena. Então, era um dia qualquer para os outros, mas para quem havia parado de fumar, celebrar esses pequenos passos fazia toda diferença. Só mais um dia sem fumar cigarro. Só mais um dia para ignorar os pensamentos de que não ia conseguir. Só mais um dia provando que era ca...

#CBJA - Palestrante explica os Desafios da Rio+20

Ladislau Dowbor em palestra durante
o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental
Foto: Ben Oliveira
No dia 17 de novembro de 2011 aconteceu no Rio de Janeiro, na Puc-Rio, o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental. Doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, Polônia, Ladislau Dowbor fez a palestra de abertura com o tema Desafios da Rio+20, onde comentou as crises e oportunidades em tempos de mudança.

Professor titular no departamento de pós-graduação da PUC/SP e da Universidade Metodista de São Paulo, e consultor para agências das Nações Unidas, governos e municípios, Ladislau Dowbor falou sobre os impactos do ser humano no planeta. Aquecimento global, explosão populacional, evolução do PIB, desmatamento, entre outros fatores foram argumentados pelo palestrante.

Para Dowbor, os impactos do aquecimento global são catastróficos, mesmo que muitos pesquisadores digam que não há como comprovar que a Terra está aquecendo e que é assunto de debate.

De acordo com Dowbor, com o aumento do número de pessoas, aumenta-se o consumo. "Hoje somos 7 bilhões de pessoas", falou o palestrante. A pressão sobre o planeta fica evidente e é necessário começar a pensar de maneira inteligente no que estamos comprando, consumindo e seus processos.

Apesar do PIB estar evoluindo, Dowbor chama a atenção para o fato de que esse mede o ritmo de uso de recursos, não mede os resultados e a consequente redução de estoques. "Essa melhoria material da nossa vida é limitada para a qualidade de vida", ressaltou. Apesar do aumento do PIB, o palestrante contou que as pesquisas de satisfação de vida se mantêm estáveis ou declináveis.

"O PIB foi criado nos anos 30, universalizado nos anos 40 e hoje não nos serve mais para medir riquezas", justificou. Cerca de 2/3 da população mundial tem acesso a somente 6% do PIB. Segundo o palestrante, um modelo de produção e consumo para elites.

Os presentes na palestra foram levados a uma reflexão sobre como estamos utilizando os recursos ou o planeta poderá não aguentar este ritmo e a importância dos comunicadores usarem com inteligência a capacidade de informar e educar para ajudar a reverter este processo.

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