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Destaques

Meses sem fumar cigarro

Seis meses. Metade de um ano. O que antes parecia só algo impossível de acontecer, havia se tornado realidade: conseguira passar 6 meses sem fumar cigarro.  Estaria mentindo se tinha dias em que não se imaginava fumando ainda, mas estava feliz por conseguir resistir à tentação, sabendo que uma vez que tinha decidido não ia dar um passo para trás. Há seis meses, talvez estaria fumando enquanto escrevia o texto ou quem sabe ouvindo música e usando o Instagram, mas as coisas tinham mudado e ainda bem. Por mais difícil que seja no início. Passei por várias tentativas e falhas e não sinto vergonha, precisava criar resiliência antes de conseguir parar o cigarro de vez.  Difícil, sim. Impossível, não. Seria mentira dizer que é fácil, embora algumas pessoas tivessem mais facilidade do que outras para parar de fumar cigarro. Porém, nem todo mundo era igual e para algumas pessoas, a fissura continuaria aparecendo de tempos em tempos. Porém, a informação importante é que a fissura por ci...

Neurocientista afirma que o ser humano está mais inteligente


No dia 31 de outubro de 2011 a revista Época publicou o artigo "Estamos mais inteligentes", do professor da Universidade do Sul da Califórnia e autor do livro "E o cérebro criou o homem", António Damásio. No artigo, o neurocientista fala sobre a daptação do cérebro ao ritmo veloz das novas tecnologias digitais.

Apesar dos avanços nos meios de comunicação proporcionados pela velocidade da internet e outras ferramentas, o neurocientista explica que o cérebro está adaptado ao tempo real diferente do tempo virtual, acelerado.

O cérebro precisa se adaptar a esta diferença de tempo. Todavia, de acordo com o autor do artigo, não é só a diferença de velocidade que estimula e impacta o cérebro, outro ponto é a multiplicidade de tarefas realizads ao mesmo tempo. Nosso cérebro consegue se adaptar, mas tudo tem um preço.

Quanto mais jovens, a adaptação do cérebro para essas tarefas múltiplas e velocidade é mais fácil, porém o neurocientista argumenta que esses indivíduos acabam apresentando dificuldade de concentração para executar uma única tarefa, que exige mais atenção.

Muitos estudiosos comentam que a internet pode estar deixando os seres humanos mais burros. Para António Damásio, porém, são conclusões apressadas e equivocadas. "Perco exatamente o contrário. O ser humano nunca foi mais inteligente e criativo do que hoje. Vivemos o auge de um longo processo de desenvolvimento cognitivo. Desde a evolução de nossa espécie, o cérebro vem sendo cada vez mais exigido e moldado para responder às mudanças ambientais e sociais", justifica o neurocientista.

O artigo está disponível na íntegra para assinantes da revista no link a seguir: http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2011/10/antonio-damasio-estamos-mais-inteligentes.html

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