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Destaques

Autismo: Unicamp disponibiliza vídeos do simpósio sobre o espectro autista

A Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp compartilhou no canal do YouTube os vídeos de um simpósio sobre os Transtornos do Espectro do Autismo. O primeiro dia de evento aconteceu no dia 1º de abril de 2019 e o primeiro vídeo traz as palestras que aconteceram na parte da manhã.


Levando em conta a falta de capacitação profissional do Brasil e a carência de informações sobre o autismo nas diferentes regiões do país, acredito que a iniciativa foi muito importante. Quando uma universidade abre as portas para falar de um assunto que precisa ser mais discutido, a sociedade só tem a ganhar.

O vídeo aborda desde as questões históricas do autismo (trazendo curiosidades além de Leo Kanner e Hans Asperger), passando por questões de como o Transtorno do Espectro Autista é visto no dias atuais, as questões das pesquisas de prevalência de autismo no mundo e no Brasil (a importância de entender os critérios metodológicos e as alterações de resultados) e algumas das pesquisas e coletas de dados da A…

Ciberespaço - Nova fonte para jornalistas


No artigo "O ciberespaço como fonte para os jornalistas" escrito pelo jornalista e Doutor em Jornalismo, Elias Machado, o autor aborda que técnicas de pesquisa e apuração os jornalistas podem utilizar para praticar o jornalismo no ciberespaço.

Segundo Elias Machado, existem dois tipos diferentes de uso da internet para o jornalismo, um em que as redes são usadas como ferramenta auxiliar para elaboração de conteúdos obtidos com métodos clássicos, e outro no qual todas as etapas, como produção, pesquisa, apuração e distribuição acontecem dentro das redes.

O autor cita outros pesquisadores que comentam como o "jornalismo assistido por computador", no qual o profissional utiliza o computador para a coleta de dados, pode acontecer. Segundo Machado cita Nora Paul (1999), o jornalista pode contar com programas que ajudam a calcular, organizar e contextualizar os dados.

Uma das vantagens das reportagens realizadas com o computador está na possibilidade de pesquisar em fontes secundárias, como artigos, relatórios, dicionários e enciclopédias. Outro ponto apontado por Elias Machado é o acompanhamento e participação de discussões pelos jornalistas, nas quais pode-se descobrir fontes para reportagens.

Ainda de acordo com o artigo, Machado cita Koch (1991), que acredita que este novo tipo de jornalismo possibilita ao jornalista mais liberdade em relação aos pontos de vista limitados de especialistas e fontes oficiais.

Para Machado, o ciberespaço possibilita um jornalismo mais democrático, porém também pode atrapalhar o jornalista por conta da multiplicidade de fontes. Na internet, existe a possibilidade de muitas instituições produzirem o seu próprio conteúdo, diminuindo a dependência dos jornais das fontes oficiais. "...fica evidenciada tanto uma certa diluição do papel do jornalista como único intermediário para filtrar as mensagens autorizadas a entrar na esfera pública, quanto das fontes profissionais como detentoras do quase monopólio do acesso aos jornalistas" (MACHADO, p. 6).

No ciberespaço usuários também podem se transformar em fontes,  possibilitando maior diversidade de formas de obtenção de dados. O autor cita os jornais online que possuem canais de interação com os usuários, na qual eles se transformar em leitores-repórteres.

Diferente do jornalismo convencional, o jornalismo online possibilita a produção de conteúdos sem a presença física no local. Machado argumenta que ao invés do profissional transformar a declaração de uma fonte em notícia, no jornalismo em rede, o levantamento de dados é realizado antes e a declaração serve para dar credibilidade à notícia.

Confira o artigo na íntegra: http://www.bocc.uff.br/pag/machado-elias-ciberespaco-jornalistas.pdf

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