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Destaques

Para Toda a Eternidade: Livro explora rituais funerários diversos

Entre a naturalidade e o espanto, o tradicional e o moderno, o ocidental e o oriental, Caitlin Doughty transmite ao leitor histórias de suas visitas a espaços e profissionais envolvidos com o universo mortuário. Uma das obras pedidas por quem já tinha lido Confissões do Crematório, o novo livro foi publicado no Brasil pela editora DarkSide Books, em junho de 2019, com tradução de Regiane Winarski e ilustrações de Landis Blair.


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“Eu passei a acreditar que os méritos de um costume relacionados à morte não são baseados em matemática [...] mas em emoções, numa crença na nobreza única da própria cultura da pessoa. Isso quer dizer que consideramos os rituais de morte selvagens apenas quando eles não são como os nossos” – Caitlin Doughty, Para Toda a Eternidade
Dá para ler tranquilamente Para Toda a Eternidade sem ter lido Confissões do Crematório, mas acredito que as duas leituras são complementares. Enquanto na p…

Ciberespaço - Nova fonte para jornalistas


No artigo "O ciberespaço como fonte para os jornalistas" escrito pelo jornalista e Doutor em Jornalismo, Elias Machado, o autor aborda que técnicas de pesquisa e apuração os jornalistas podem utilizar para praticar o jornalismo no ciberespaço.

Segundo Elias Machado, existem dois tipos diferentes de uso da internet para o jornalismo, um em que as redes são usadas como ferramenta auxiliar para elaboração de conteúdos obtidos com métodos clássicos, e outro no qual todas as etapas, como produção, pesquisa, apuração e distribuição acontecem dentro das redes.

O autor cita outros pesquisadores que comentam como o "jornalismo assistido por computador", no qual o profissional utiliza o computador para a coleta de dados, pode acontecer. Segundo Machado cita Nora Paul (1999), o jornalista pode contar com programas que ajudam a calcular, organizar e contextualizar os dados.

Uma das vantagens das reportagens realizadas com o computador está na possibilidade de pesquisar em fontes secundárias, como artigos, relatórios, dicionários e enciclopédias. Outro ponto apontado por Elias Machado é o acompanhamento e participação de discussões pelos jornalistas, nas quais pode-se descobrir fontes para reportagens.

Ainda de acordo com o artigo, Machado cita Koch (1991), que acredita que este novo tipo de jornalismo possibilita ao jornalista mais liberdade em relação aos pontos de vista limitados de especialistas e fontes oficiais.

Para Machado, o ciberespaço possibilita um jornalismo mais democrático, porém também pode atrapalhar o jornalista por conta da multiplicidade de fontes. Na internet, existe a possibilidade de muitas instituições produzirem o seu próprio conteúdo, diminuindo a dependência dos jornais das fontes oficiais. "...fica evidenciada tanto uma certa diluição do papel do jornalista como único intermediário para filtrar as mensagens autorizadas a entrar na esfera pública, quanto das fontes profissionais como detentoras do quase monopólio do acesso aos jornalistas" (MACHADO, p. 6).

No ciberespaço usuários também podem se transformar em fontes,  possibilitando maior diversidade de formas de obtenção de dados. O autor cita os jornais online que possuem canais de interação com os usuários, na qual eles se transformar em leitores-repórteres.

Diferente do jornalismo convencional, o jornalismo online possibilita a produção de conteúdos sem a presença física no local. Machado argumenta que ao invés do profissional transformar a declaração de uma fonte em notícia, no jornalismo em rede, o levantamento de dados é realizado antes e a declaração serve para dar credibilidade à notícia.

Confira o artigo na íntegra: http://www.bocc.uff.br/pag/machado-elias-ciberespaco-jornalistas.pdf

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