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Destaques

Para Toda a Eternidade: Livro explora rituais funerários diversos

Entre a naturalidade e o espanto, o tradicional e o moderno, o ocidental e o oriental, Caitlin Doughty transmite ao leitor histórias de suas visitas a espaços e profissionais envolvidos com o universo mortuário. Uma das obras pedidas por quem já tinha lido Confissões do Crematório, o novo livro foi publicado no Brasil pela editora DarkSide Books, em junho de 2019, com tradução de Regiane Winarski e ilustrações de Landis Blair.


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“Eu passei a acreditar que os méritos de um costume relacionados à morte não são baseados em matemática [...] mas em emoções, numa crença na nobreza única da própria cultura da pessoa. Isso quer dizer que consideramos os rituais de morte selvagens apenas quando eles não são como os nossos” – Caitlin Doughty, Para Toda a Eternidade
Dá para ler tranquilamente Para Toda a Eternidade sem ter lido Confissões do Crematório, mas acredito que as duas leituras são complementares. Enquanto na p…

Kate & Leopold - Amor temporal


Kate & Leopold é uma comédia romântica de fantasia norte-americana de 2001, dirigida por James Mangold e protagonizada por Meg Ryan e Hugh Jackman.  O filme conta a história de um duque de 1870 chamado Leopold, que foi parar em Nova York no século XXI, após entrar em uma fenda do tempo na Ponte do Brooklyn.

É interessante observar no filme as diferenças de costumes e comportamentos de cada época. Quando Leopold aparece nos dias atuais, o rapaz é confundido com um ator que está encenando um personagem, por conta da impossibilidade de alguém viajar no tempo. Aos poucos as atitudes do homem impressionam aqueles que o conhecem.

Trabalhadora da área de pesquisa de comportamento de uma empresa, Kate é cética e moderna, quase um estereótipo da mulher do século XXI. Com um histórico de relacionamentos mal-sucedidos, quando a jovem começa a se envolver com Leopold ela experimenta diferentes sensações, desde a descrença até a felicidade de estar com um tipo de príncipe romântico.

Enquanto Leopold é um romântico nato, cujas atitudes e educação pertencem a uma época polida e de ritmo mais lento, Kate vive na correria dos tempos modernos e sem vida amorosa. Em alguns trechos do filme é possível observar a diferença de valores dos personagens. Confira abaixo:

"Talvez paixão seja uma versão adulta de Papai Noel" - Kate

"O casamento é uma promessa de amor eterno. Como um homem de honra eu não posso prometer eternamente o que nunca senti momentaneamente" - Leopold

Algumas histórias de amor, tanto da ficção, quanto da vida real, chegam a um momento em que um dos envolvidos percebe o quanto o outro lhe faz bem. A parte em que Kate finalmente cai na real é adorável. Segue um trecho: "É uma ótima coisa conseguir o que você quer. É uma boa coisa, ao menos que o que você pensou que queria, não era aquilo que queria... porque o que você realmente queria, você não conseguia imaginar ou pensar que era possível... mas e se aparecesse alguém que soubesse exatamente o que você queria sem pedir, como se pudesse ouvir seu coração batendo ou ouvir seus pensamentos...".

A divertida história de amor abordando diferentes gerações pode ser observada nos dias de hoje. Não é preciso estar em um século diferente para encontrar pessoas com diferentes posições sobre o amor, e é isto que tornou o roteiro leve do filme tão agradável, esta relação com a vida real, independente do ano em que se viva.

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