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My ID Is Gangnam Beauty: Drama coreano sobre o mundo da autoimagem e dos relacionamentos

My ID Is Gangnam Beauty é um dorama coreano que leva o telespectador a refletir questões sobre autoimagem, procedimentos estéticos e autoestima. Quando uma garota decide fazer várias cirurgias plásticas no rosto, pois não suporta própria aparência, ela se dá conta de que do mesmo modo que era julgada pela estética, novos desafios vão surgir quando descobrem que seu rosto não é natural. O termo Gangnam Beauty faz referência às pessoas que vão até o bairro sul-coreano à procura de procedimentos cirúrgicos, porém, muitos usam a expressão de forma negativa, como se o fato delas buscarem alguma alteração estética, as tornassem parecidas ou artificiais. Lançada em 2018 , a série foi ganhadora de cinco prêmios por causa das atuações. Dirigido por Sung-Beom Choi , o drama sul-coreano foi baseado em uma webtoon homônima, criada por Gi Meng-gi – só uma, entre tantas histórias em quadrinhos digitais que fizeram sucesso e foram adaptadas para doramas. Ainda que a linguagem da série seja bem le

Crise dos Jornais Impressos é tema de trabalho


A Biblioteca On-Line de Ciências da Comunicação - BOCC divulgou recentemente novos artigos e trabalhos, entre eles está um sobre os efeitos da crise dos jornais impressos e análise do jornal "A Cidade", de Ribeirão Preto, escrito por Igor José Siquieri Savenhago, do Centro Universitário Barão de Mauá, de Ribeirão Preto (SP).

O trabalho analisou o maior e mais antigo jornal de Ribeirão Preto, A Cidade, e realizou uma análise do contexto histórico de 2006, ano em que foi realizada uma reforma gráfica e editorial do jornal. O autor também pesquisou sobre a crise dos jornais impressos e histórias da imprensa em Ribeirão Preto.

Sobre a crise dos jornais, Igor Savenhago cita a opinião do jornalista Ricardo Noblat a respeito do assunto. Entre os pontos levantados está a perda de importância dos jornais impressos por conta do desenvolvimento da internet e instantaneidade das publicações.

Ricardo Noblat ainda comenta sobre os jornalistas que acabam escrevendo para eles mesmos, pois produzem conteúdos jornalísticos interessante para eles e se esquecem do leitor. Para Noblat, tanto os donos das empresas, quanto os jornalistas contribuem com a crise, mesmo sem ser a real intenção deles, pois podem perder o seu emprego, mas é o que acontece. "Os donos porque administram mal as empresas; os jornalistas porque insistem com um modelo de jornal que desagrada às pessoas", o autor compartilha uma citação do jornalista Ricardo Noblat, do livro "A arte de fazer um jornal diário".

A queda da publicidade e o avanço da internet são citados como os sintomas da crise dos jornais impressos, que atingiu até mesmo grandes veículos, como o New York Times. Ainda segundo o trabalho, apesar de muitos leitores terem migrado para o site do jornal, o tempo que eles passam navegando é insuficiente para obter informação e elevar a cultura, uma média de 35 minutos por mês.

Por fim, recomendo a leitura do texto aos interessados em entenderem melhor a crise vivenciada no jornalismo. O trabalho aborda diferentes opiniões sobre a crise dos impressos, algumas possíveis medidas para melhorar, como os jornais estão fazendo para sobreviver e o estudo de caso do jornal "A Cidade".

Confira o trabalho na íntegra: Efeitos da crise dos impressos: o caso do jornal brasileiro “A Cidade”, de Ribeirão Preto/SP

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