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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Crise dos Jornais Impressos é tema de trabalho


A Biblioteca On-Line de Ciências da Comunicação - BOCC divulgou recentemente novos artigos e trabalhos, entre eles está um sobre os efeitos da crise dos jornais impressos e análise do jornal "A Cidade", de Ribeirão Preto, escrito por Igor José Siquieri Savenhago, do Centro Universitário Barão de Mauá, de Ribeirão Preto (SP).

O trabalho analisou o maior e mais antigo jornal de Ribeirão Preto, A Cidade, e realizou uma análise do contexto histórico de 2006, ano em que foi realizada uma reforma gráfica e editorial do jornal. O autor também pesquisou sobre a crise dos jornais impressos e histórias da imprensa em Ribeirão Preto.

Sobre a crise dos jornais, Igor Savenhago cita a opinião do jornalista Ricardo Noblat a respeito do assunto. Entre os pontos levantados está a perda de importância dos jornais impressos por conta do desenvolvimento da internet e instantaneidade das publicações.

Ricardo Noblat ainda comenta sobre os jornalistas que acabam escrevendo para eles mesmos, pois produzem conteúdos jornalísticos interessante para eles e se esquecem do leitor. Para Noblat, tanto os donos das empresas, quanto os jornalistas contribuem com a crise, mesmo sem ser a real intenção deles, pois podem perder o seu emprego, mas é o que acontece. "Os donos porque administram mal as empresas; os jornalistas porque insistem com um modelo de jornal que desagrada às pessoas", o autor compartilha uma citação do jornalista Ricardo Noblat, do livro "A arte de fazer um jornal diário".

A queda da publicidade e o avanço da internet são citados como os sintomas da crise dos jornais impressos, que atingiu até mesmo grandes veículos, como o New York Times. Ainda segundo o trabalho, apesar de muitos leitores terem migrado para o site do jornal, o tempo que eles passam navegando é insuficiente para obter informação e elevar a cultura, uma média de 35 minutos por mês.

Por fim, recomendo a leitura do texto aos interessados em entenderem melhor a crise vivenciada no jornalismo. O trabalho aborda diferentes opiniões sobre a crise dos impressos, algumas possíveis medidas para melhorar, como os jornais estão fazendo para sobreviver e o estudo de caso do jornal "A Cidade".

Confira o trabalho na íntegra: Efeitos da crise dos impressos: o caso do jornal brasileiro “A Cidade”, de Ribeirão Preto/SP

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