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Destaques

Murder By The Coast: Documentário espanhol da Netflix sobre casos de jovens assassinadas traz dilemas éticos

Murder By The Coast (Homicídio na Costa do Sol/El caso Wanninkhof - Carabantes) é um ótimo documentário de crimes para quem deseja entender os impactos do julgamento antecipado pela imprensa sobre casos mal investigados, influenciando a opinião pública, quando só existem indícios, mas nenhuma prova. Lançado pela Netflix em 2021, o filme espanhol foi dirigido por Tània Balló e roteirizado por Gonzalo Berger . Em mais de 20 anos, muita coisa mudou no mundo. Mas há outras que ainda servem como ótimo exemplo de erros e acertos, especialmente no que diz respeito aos casos criminais, opiniões públicas, preconceitos e faltas de evidências. O documentário traz o caso da adolescente Rocío Wanninkhof que foi assassinada em 1999 e na ansiedade para encontrar um culpado, diante da falta de informações concretas, tudo toma um rumo que se fossem contar, poderiam jurar que se trata de um enredo de ficção. Os depoimentos de profissionais envolvidos ou que estudaram o caso só enriquecem o documentári

Crise dos Jornais Impressos é tema de trabalho


A Biblioteca On-Line de Ciências da Comunicação - BOCC divulgou recentemente novos artigos e trabalhos, entre eles está um sobre os efeitos da crise dos jornais impressos e análise do jornal "A Cidade", de Ribeirão Preto, escrito por Igor José Siquieri Savenhago, do Centro Universitário Barão de Mauá, de Ribeirão Preto (SP).

O trabalho analisou o maior e mais antigo jornal de Ribeirão Preto, A Cidade, e realizou uma análise do contexto histórico de 2006, ano em que foi realizada uma reforma gráfica e editorial do jornal. O autor também pesquisou sobre a crise dos jornais impressos e histórias da imprensa em Ribeirão Preto.

Sobre a crise dos jornais, Igor Savenhago cita a opinião do jornalista Ricardo Noblat a respeito do assunto. Entre os pontos levantados está a perda de importância dos jornais impressos por conta do desenvolvimento da internet e instantaneidade das publicações.

Ricardo Noblat ainda comenta sobre os jornalistas que acabam escrevendo para eles mesmos, pois produzem conteúdos jornalísticos interessante para eles e se esquecem do leitor. Para Noblat, tanto os donos das empresas, quanto os jornalistas contribuem com a crise, mesmo sem ser a real intenção deles, pois podem perder o seu emprego, mas é o que acontece. "Os donos porque administram mal as empresas; os jornalistas porque insistem com um modelo de jornal que desagrada às pessoas", o autor compartilha uma citação do jornalista Ricardo Noblat, do livro "A arte de fazer um jornal diário".

A queda da publicidade e o avanço da internet são citados como os sintomas da crise dos jornais impressos, que atingiu até mesmo grandes veículos, como o New York Times. Ainda segundo o trabalho, apesar de muitos leitores terem migrado para o site do jornal, o tempo que eles passam navegando é insuficiente para obter informação e elevar a cultura, uma média de 35 minutos por mês.

Por fim, recomendo a leitura do texto aos interessados em entenderem melhor a crise vivenciada no jornalismo. O trabalho aborda diferentes opiniões sobre a crise dos impressos, algumas possíveis medidas para melhorar, como os jornais estão fazendo para sobreviver e o estudo de caso do jornal "A Cidade".

Confira o trabalho na íntegra: Efeitos da crise dos impressos: o caso do jornal brasileiro “A Cidade”, de Ribeirão Preto/SP

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