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Destaques

My Shy Boss: Série de drama sul-coreano tem protagonista com fobia social e segredos

My Shy Boss (Introverted Boss/Naesungjukin Boseu/내성적인 보스) é uma série de drama romântico sul-coreano sobre a relação entre um chefe de uma empresa de Relações Públicas e uma jovem atriz extrovertida tentando descobrir a verdade sobre um acontecimento do passado que envolveu sua irmã. Lançada em 2017, a série da tvN (canal de televisão da Coreia do Sul) está disponível na Netflix Brasil por tempo indeterminado. Para quem sente falta de ver personagens com dificuldades de comunicação e interação em seriados, My Shy Boss tem Eun Hwan-ki (Yeon Woo-Jin) , um protagonista que evita o máximo possível falar com os funcionários de sua empresa, de forma que gera estranhamento nos outros. Sempre com seu casaco preto de capuz, sua timidez chama a atenção de forma negativa por onde passa. Até se acostumar com o personagem principal, fica difícil compreender alguns dos seus comportamentos. Se é contraditório para os próprios funcionários, para a família dele e até mesmo para alguns clientes insat

Imprensa Gay no Brasil


No artigo "Voz da diversidade: Os discursos da imprensa gay masculina no Brasil", escrito por Gean Oliveira Gonçalves, participante do projeto de pesquisa sobre os discursos da mídia brasileira especializada na temática gay, o autor apresenta um pouco sobre a história da homossexualidade no Brasil e o nascimento da imprensa gay brasileira.

De forme sucinta, o autor explica como a temática homossexual era tratada antes de tornar-se específica no jornalismo. A temática era trabalhada em diferentes áreas e o discurso estava relacionado à construção da identidade gay no Brasil, época marcada por conceitos e pré-conceitos.

Segundo o autor, um dos papeís da mídia gay era o de desconstruir e transformar os discursos da identidade gay, que era vista como sexualidade desviante e impulsiona uma mobilização pelos direitos e pela liberação sexual. De acordo com Gean Oliveira Gonçalves, uma das propostas da mídia gay, desde o seu nascimento, era o de lutar pelo fim da discriminação e visibilidade social dos homossexuais.

No trabalho o autor cita três publicações e suas diferentes fases da mídia gay brasileira no Brasil: O Lampião da Esquina, jornal alternativo, militante e vanguardista para homossexuais surgido em 1978 e extinto em 1981; Sui Generis, nascida em 1994, a revista durou até o ano 2000 e tem como destaque o mercado GLS, um mercado segmentado para este público; e a DOM - De Outro MOdo, revista sobre comportamento e cultura gay pós-moderna.

Confira o artigo na íntegra: http://www.usp.br/alterjor/Gean_voz.pdf.

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