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Destaques

3 boas razões para ler Escrita Maldita – Ben Oliveira:

Segundo o Grok e o Skoob: 1. Terror psicológico inteligente e envolvente O livro mistura terror psicológico com elementos sobrenaturais de forma fluida. Dois escritores de horror se isolam para criar uma história juntos e, aos poucos, a linha entre ficção e realidade, sanidade e loucura, começa a se dissolver. A narrativa cria uma atmosfera inquietante, com tensão crescente, capítulos curtos que viciam e descrições que fazem o leitor questionar o que é real. Leitores destacam que o livro “abraça, aperta e estrangula” aos poucos. 2. Metaficção para quem ama escrever (ou ler sobre escrita) Se você é escritor, aspirante ou simplesmente fascinado pelo processo criativo, vai se identificar muito. O romance discute o mercado editorial, as dificuldades da escrita, a obsessão criativa e como a “magia da escrita” escolhe o autor. Há reflexões profundas sobre inspiração, solidão e o preço dos sonhos, tudo dentro de uma trama macabra. Muitos leitores mencionam que os personagens parecem vivos e q...

Sobre Relacionamentos e Identidades


Noite passada tirei a prova viva de que os relacionamentos realmente mudam as pessoas. Seja para melhor ou para pior, quando nos envolvemos com alguém acabamos perdendo um pouco da nossa identidade individual e isto influencia também aqueles que estão ao nosso redor.

Quando o "eu" se transforma em "nós" e de repente nos vemos em situações e lugares inesperados, é impossível não sentir um pouco de falta de quem nós costumávamos ser. Não é nenhuma novidade que para um relacionamento dar certo alguém precisa ceder, ou melhor, os dois.

A história não é nova e eu particularmente tive a oportunidade de acompanhar ao vivo algumas vezes durante minha vida, e até mesmo representá-la. "Garota se apaixona por garoto e acaba mudando a sua vida por causa dele".

É inevitável receber um olhar de desconfiança e até mesmo de estranhamento das pessoas ao nosso redor quando passamos por esta metamorfose. As percepções, o modo de se vestir, os lugares frequentados, a companhia, a rotina, tudo muda. Toda mudança traz medo e talvez não seja tão irracional como pensamos e tenha algum fundamento. Talvez um dos principais medos que as pessoas deveriam ter é o de se olhar no espelho e não se reconhecer mais, soltando aquela frase: “Quem é você? Eu estou com saudade do antigo eu!”.

Mudamos, oras sem querer, oras propositalmente, para agradar e tornar possível a convivência a dois. Ao entrar em um relacionamento, sacrificamos e deixamos de lado o nosso mundinho para entrar em outro universo. Se a relação é simbiótica, ou seja, na qual se consegue o melhor dos dois mundos, não há por que se preocupar com tais mudanças. Todavia, quando só um dos lados cede, você se vê preso em um mundo que não é seu, no qual você é um mero convidado sem voz própria. A atração do outro se torna tão intensa, que tal como um planeta você se vê fora de órbita conduzido à sua auto-destruição. Este é o problema de quando dois mundos se colidem.

Ela era uma garota inteligente até se apaixonar...

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