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Destaques

Reflexão sobre tempos de pandemia no Brasil

Sexta-feira reflexiva. Caos coletivo por causa de egoísmo individual. Elegeram um analfabeto científico: aliás, o brasileiro adora eleger analfabetos.

Fez promessas para deus e o mundo e agora, além de estar afundando, quer, ironicamente, afundar junto seus eleitores que em grande parte representa grupos de risco, como idosos.

Um político que representa tudo o que eu desprezo.

Para alguns, ele tira a máscara; para outros, nada novo no horizonte.

Com tanto despreparo e ignorância nem as funerárias vão sorrir: afinal, muitos nem vão poder velar seus familiares.

Coronavírus não é uma histeria; histeria é o delírio de um mitomaníaco no poder.

É muito bizarro ver negacionistas da ciência que são da área da saúde. Escolheram o nicho errado... Aproveita a pausa para se reinventar e mudar de área. O mundo agradece.
Sobre o autor:
Ben Oliveira é escritor, blogueiro, jornalista por formação e Asperger. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem 

Reportagem e Cotidiano


No artigo "A relação entre o jornalismo e o cotidiano", escrito por Leandro Junges na época em que estudava o curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria e publicado pelo Capes no livro "Sociedade, Mídia e Cultura" em 1996, o autor aborda a perda de espaço e identidade da reportagem no jornalismo impresso.

Segundo o artigo, um dos motivos do meio impresso ter perdido a sua identidade se deve ao meio eletrônico e o consequente reducionismo e aspecto mecanicista, faltando um contexto para explicar a complexa realidade.

Algumas características apontadas pelo autor Leandro Junges como marcas de boa parte da imprensa ajudam a entender o que acontece atualmente no cotidiano do jornalismo impresso, como a atualidade, seu caráter efêmero e falta de contextualização da história; a periodicidade, rotina e falta de tempo para a criatividade; a variedade e fragmentação; a interpretação.

Leandro Junges afirma no artigo a importância do relato do cotidiano para o entendimento das transformações sociais. Ainda de acordo com o autor, uma das formas se se relatar por meio do jornalismo se dá através da reportagem interpretativa. Mesmo com a perda de identidade, o gênero contribui com uma leitura complexa da realidade social. "A reportagem é o gênero capaz de observar os pequenos movimentos sociais e, através da contextualização, revelar, apresentar aquela realidade humana que representa o anômimo, o silencioso, o oculto, e ao mesmo tempo, o criador", descreve Leandro Junges no artigo.

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