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Destaques

Escrita Maldita: Livro de terror indicado por página literária do Instagram

Escrita Maldita foi indicado pela página literária @redrum.literario , no dia 11 de outubro de 2026. Fiquei muito feliz com esse apoio à literatura nacional independente. Fica aqui a minha gratidão. A escritora Elisangela Domingos da Silva escreveu um texto indicando Escrita Maldita. Vou tentar resumir um pouco do que foi dito. Mas vocês podem acessar o Instagram redrum.literario e saber mais informações. “Tem livros que a gente lê, guarda na estante, e mesmo depois de muito tempo sente vontade de reencontrar e esse é um dos títulos que voltaram à minha lembrança”. “O que me chama a atenção nessa proposta é justamente essa relação entre quem escreve e aquilo que cria. Para quem gosta de terror, existe algo muito interessante na possibilidade de uma história ultrapassar as páginas e invadir a vida de quem está quem está por trás dela”. “Quem acompanha o mundo literário sabe que, às vezes, perdemos o contato com autores cujos livros passaram em nossas mãos. A vida segue, chegam novas lei...

Reportagem e Cotidiano


No artigo "A relação entre o jornalismo e o cotidiano", escrito por Leandro Junges na época em que estudava o curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria e publicado pelo Capes no livro "Sociedade, Mídia e Cultura" em 1996, o autor aborda a perda de espaço e identidade da reportagem no jornalismo impresso.

Segundo o artigo, um dos motivos do meio impresso ter perdido a sua identidade se deve ao meio eletrônico e o consequente reducionismo e aspecto mecanicista, faltando um contexto para explicar a complexa realidade.

Algumas características apontadas pelo autor Leandro Junges como marcas de boa parte da imprensa ajudam a entender o que acontece atualmente no cotidiano do jornalismo impresso, como a atualidade, seu caráter efêmero e falta de contextualização da história; a periodicidade, rotina e falta de tempo para a criatividade; a variedade e fragmentação; a interpretação.

Leandro Junges afirma no artigo a importância do relato do cotidiano para o entendimento das transformações sociais. Ainda de acordo com o autor, uma das formas se se relatar por meio do jornalismo se dá através da reportagem interpretativa. Mesmo com a perda de identidade, o gênero contribui com uma leitura complexa da realidade social. "A reportagem é o gênero capaz de observar os pequenos movimentos sociais e, através da contextualização, revelar, apresentar aquela realidade humana que representa o anômimo, o silencioso, o oculto, e ao mesmo tempo, o criador", descreve Leandro Junges no artigo.

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