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Destaques

Resenha: Ed e Lorraine Warren: Vidas Eternas – Robert Curran e Jack & Janet Smurl

Entre o ceticismo e a curiosidade, as histórias de Ed e Lorraine Warren conquistaram pessoas de vários países graças às adaptações para filmes de terror inspiradas em casos investigados pelo casal de investigadores paranormais. Levando em conta o interesse dos leitores, a editora DarkSide Books publicou o livro Ed e Lorraine Warren:Vidas Eternas, escrito por Robert Curran que conta a experiência vivida por Jack e Janet Smurl. A obra foi lançada em 2019, com tradução de Eduardo Alves.


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Histórias como a da família Smurl, ainda que sejam questionáveis sobre o que teria realmente acontecido, quais partes foram aumentadas e/ou inventadas pela família, pelo escritor e/ou pelos próprios investigadores paranormais, deixam um gosto de nostalgia e também nos fazem pensar no sucesso de adaptações com temáticas semelhantes para o cinema.

A humanidade sempre tenta explicar o que não consegue entender. Divididos entre ficar em negação e se acostum…

Reportagem e Cotidiano


No artigo "A relação entre o jornalismo e o cotidiano", escrito por Leandro Junges na época em que estudava o curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria e publicado pelo Capes no livro "Sociedade, Mídia e Cultura" em 1996, o autor aborda a perda de espaço e identidade da reportagem no jornalismo impresso.

Segundo o artigo, um dos motivos do meio impresso ter perdido a sua identidade se deve ao meio eletrônico e o consequente reducionismo e aspecto mecanicista, faltando um contexto para explicar a complexa realidade.

Algumas características apontadas pelo autor Leandro Junges como marcas de boa parte da imprensa ajudam a entender o que acontece atualmente no cotidiano do jornalismo impresso, como a atualidade, seu caráter efêmero e falta de contextualização da história; a periodicidade, rotina e falta de tempo para a criatividade; a variedade e fragmentação; a interpretação.

Leandro Junges afirma no artigo a importância do relato do cotidiano para o entendimento das transformações sociais. Ainda de acordo com o autor, uma das formas se se relatar por meio do jornalismo se dá através da reportagem interpretativa. Mesmo com a perda de identidade, o gênero contribui com uma leitura complexa da realidade social. "A reportagem é o gênero capaz de observar os pequenos movimentos sociais e, através da contextualização, revelar, apresentar aquela realidade humana que representa o anômimo, o silencioso, o oculto, e ao mesmo tempo, o criador", descreve Leandro Junges no artigo.

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