Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sai o sol

Sai o sol e com ele a expectativa de melhorar o humor, afetado pelos dias cinzentos. Sai o sol e, de repente, tudo parece que vai melhorar. Sai o sol. Não sabia se estava botando muita expectativa no sol ou simplesmente lembrando da importância na neurociência, mas a verdade era que depois de dias e dias de chuva, qualquer luz solar fazia diferença. Não importava se tinha relação com depressão sazonal ou se era simplesmente como o cérebro reagia diante da falta de sol, o que importava é que finalmente poderia respirar novamente. É quando sai o sol que vem à tona boas memórias e que lentamente, a vida volta a ganhar o colorido. Se um dia tinha sido a pessoa que amava frio e chuva, estava cada vez mais próxima daquela que amava a estabilidade do sol. Se despedia da chuva, sabendo que ela iria voltar, mas consciente de que a cada dia de sol poderia fortalecer a própria mente. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Am...

Dançurbana apresenta Singulares neste sábado

Neste sábado, 06 de outubro de 2012, às 16h30, a Cia. Dançurbana fará a última apresentação aberta de "Singulares" na Arena de Shows, próximo ao lago, do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande (MS). Para quem ainda não assistiu a apresentação, fica a recomendação.

O grupo de dança fez uma prévia do espetáculo "Singulares" na Orla Morena, no dia 23 de setembro, e a apresentação atraiu interessados em Dança de Rua, participantes da academia Cia. Dançurbana, além de curiosos que passavam pelo local.


No dia da prévia de Singulares aproveitei a oportunidade para fotografar. Toda a concentração e tentativas de obter boas imagens impossibilitaram que eu pudesse acompanhar o espetáculo com total atenção, mas foi o suficiente para que eu sentisse vontade de assistir novamente a apresentação, mas desta vez na íntegra.

Foi no dia 29 de setembro de 2012 que pude assistir com mais atenção Singulares e conferir todo o resultado final dos ensaios, dedicação, paixão e esforços de cada um dos intérpretes. Talvez mais do que a questão particular de cada um dos intérpretes, ou seja, suas singularides, uma das palavras que me vieram à cabeça na hora em que assistia a apresentação foi "companheirismo". Penso eu que nada daquilo seria possível sem o trabalho em grupo realizado. Todas as horas de ensaio teriam sido jogadas fora se todas as características individuais não conseguissem formar algo maior, melhor e mais belo como foi possível observar no espetáculo.

Comemorando os dez anos da Cia. Dançurbana, através do espetáculo foi possível perceber o por quê do nome escolhido ser "Singulares" e do reforço da adaptação da frase do poeta Tom Jobim: "é impossível ser (feliz) sozinho", já que mesmo diferentes e únicos, quando eles estão juntos e dançando se tornam um só.

Confira abaixo o teaser de Singulares:



Para mais fotos da prévia de singulares, acesse: http://www.flickr.com/photos/benoliveira/sets/72157631609181519/

Mais lidas da semana