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Destaques

Meses sem fumar cigarro

Seis meses. Metade de um ano. O que antes parecia só algo impossível de acontecer, havia se tornado realidade: conseguira passar 6 meses sem fumar cigarro.  Estaria mentindo se tinha dias em que não se imaginava fumando ainda, mas estava feliz por conseguir resistir à tentação, sabendo que uma vez que tinha decidido não ia dar um passo para trás. Há seis meses, talvez estaria fumando enquanto escrevia o texto ou quem sabe ouvindo música e usando o Instagram, mas as coisas tinham mudado e ainda bem. Por mais difícil que seja no início. Passei por várias tentativas e falhas e não sinto vergonha, precisava criar resiliência antes de conseguir parar o cigarro de vez.  Difícil, sim. Impossível, não. Seria mentira dizer que é fácil, embora algumas pessoas tivessem mais facilidade do que outras para parar de fumar cigarro. Porém, nem todo mundo era igual e para algumas pessoas, a fissura continuaria aparecendo de tempos em tempos. Porém, a informação importante é que a fissura por ci...

Documentário - Mais Escoteiros, Melhores Cidadãos

Na manhã do dia 14 de novembro de 2012, eu, Ben-Hur Oliveira e Maria Izabel Costa, acadêmicos do 8º semestre de Jornalismo da Universidade Católica Dom Bosco apresentamos em Campo Grande (MS), no auditório da biblioteca da instituição, o nosso Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), o videodocumentário "Mais Escoteiros, Melhores Cidadãos".

O trabalho foi aprovado pela banca composta pelos Professores e Mestres, Oswaldo Ribeiro e Inara Silva, e pelo convidado da cidade de Três Lagoas (MS) e escotista Eduardo Freitas Murta. O documentário já está disponível no Youtube para os interessados em assisti-lo.


"Mais Escoteiros, Melhores Cidadãos" é um videodocumentário de aproximadamente 14 minutos que mostra o escotismo como um pilar na educação, formação e desenvolvimento do caráter das crianças e jovens. O trabalho aborda a relação do escotismo com a cidadania e a importância da educação informal.

Entre os pontos trabalhados dentro do escotismo e que são levados para a sociedade estão o companheirismo, família, pátria, religião, educação, moral e cidadania.

"O escotismo contribui para a formação de caráter e cidadania dos jovens?", esta pergunta norteou o desenvolvimento do videodocumentário. Para descobrir mais sobre o assunto, nós entrevistamos a psicóloga Ludmila de Moura que explica durante o vídeo a importância da educação informal e de como o movimento escoteiro pode contribuir para complementar a educação proporcionada pelo colégio e família.

Dia de gravação no Hospital São Julião, em Campo Grande (MS).
Foto: Acervo.

Integrantes do movimento escoteiro também compartilham suas experiências no videodocumentário. O escotista Giovanni Pellizzer é um deles. O jovem comentou como o movimentou influenciou seus costumes, a questão do trabalho em equipe, progresso individual e a escolha do seu curso de graduação.

Nós escolhemos fazer um documentário, pois a partir deste formato audiovisual é possível aprofundar mais o assunto que não tem tanto destaque no jornalismo diário, por conta de sua distribuição e possibilidade de mais pessoas assistirem, apresentar o tema para a mídia, por ser um assunto pouco conhecido e pouco estudado e despertar o interesse de pessoas leigas em relação ao assunto.

Filmado em formato Full HD, o documentário tem um prazo de vida maior. Um dos motivos que levaram a escolher este formato foi a TV Digital, a qualidade e a possibilidade de atingir o público-alvo através da exibição gratuita.

Giovani Neves (cinegrafista), Ben Oliveira, Maria Izabel Costa, Giovanni Pellizzer  e Marcelo Barreto (cinegrafista). Foto: Acervo.

Três músicas da banda de escoteiros Rataplan foram escolhidas para a trilha sonora, pois o grupo transforma músicas tradicionais do movimento escoteiro em Pop Rock e se encaixam com o tema e público.

Durante as gravações das entrevistas foram utilizadas mais de uma câmera para evitar problemas técnicos e perda de imagens e criar um maior dinamismo durante a fala dos personagens. A edição e utilização de imagens de apoio tinham o propósito de ilustrar as falas e evitar que o videodocumentário ficasse maçante.

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