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Destaques

12 Graphic Novels que você precisa ler

Começou como uma forma de experimentação na leitura. Apesar de gostar de tirinhas, nunca tinha me aventurado pelo universo das graphic novels, como aconteceu há alguns anos – pelo menos, não de forma que me interessasse.

Percebo que cada vez mais pessoas estão se interessando pelos diferentes formatos de narrativas. Acho válida toda forma de contação de histórias e acredito que elas podem criar experiências complementares. Há espaço para todos gostos.


Com doze indicações de leitura, dá para ler um livro por mês ou ler todos em um só mês, dependendo do ritmo de leitura e da fome por histórias de cada um. Entre temáticas mais sociais e outras mais fantasiosas, as graphic novels podem ser uma porta de entrada para outros livros, como podem ocupar um espaço central no coração de quem é aficionado por histórias ilustradas.

Histórias que podem ir muito além de um passa-tempo, como se acreditava antigamente, mas também proporcionar reflexões sobre a vida, juntando o melhor dos dois mundos: d…

Entrevista com o sociólogo Renato Ortiz


Samira Feldman Marzochi entrevistou o sociólogo e antropólogo Renato Ortiz para a Comunidade Virtual de Antropologia. Entre os assuntos levantados na entrevista estão o começo da carreira em ciências sociais, mestres de referência, cultura, modernidade e mundialização.

Renato Ortiz. Foto: Jornal da Unicamp.
O sociólogo comentou durante a entrevista que o conceito de cultura de massas pode estar com os dias contados, pois o mesmo indicava a idéia de homogeneização. "Certamente existe hegemonia cultural, relações de poder, mas sabemos que hegemonia não é sinônimo de homogeneização. O mundo é assimétrico, desigual, injusto, mas heterogêneo", argumenta.

Renato Ortiz também explica porque utilizou o conceito de "mundialização" ao invés de "globalização". Segundo o sociólogo, a globalização indicava ideia de unicidade, porém para ele existe uma diversidade, distinção no seu interior.  "Para mim não existe, nem existirá uma cultura global, mas sim um processo de mundialização da cultura, que na sua amplitude planetária e na sua diversidade, articula-se ao movimento de globalização da técnica e da economia", acredita.

Confira a entrevista na íntegra: http://www.antropologia.com.br/entr/entr10.htm

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