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Um Conto Taiwanês de Duas Cidades: Série de romance e drama explora raízes, sonhos e amores

Uma série de romance e drama sobre duas mulheres conectadas por suas raízes de Taiwan, mas que seguiram caminhos bem diferentes e com personalidades moldadas pelas cidades em que viveram: enquanto uma cresceu em San Francisco, nos Estados Unidos, a outra passou a vida inteira em Taipei. A série A Taiwanese Tale of Two Cities (Um Conto Taiwanês de Duas Cidades, 2018) balanceia os idiomas e experiências culturais dos dois países, criando uma experiência prazerosa para quem deseja visitar ambos destinos turísticos. Essa produção taiwanesa foi um dos achados na Netflix . A mulher que nunca saiu do país, abraça as raízes da medicina chinesa e por causa do seu histórico de saúde frágil abriu mão de muitas coisas fora de sua zona de conforto, Lee Nien-Nien (Tammy Chen) que coincidentemente sonhava em conhecer San Francisco, acaba conhecendo a taiwanesa-americana Josephine Huang (Peggy Tseng), que embora tivesse curiosidades sobre sua origem, passou praticamente a vida toda nos Estados Unidos

Entrevista com o sociólogo Renato Ortiz


Samira Feldman Marzochi entrevistou o sociólogo e antropólogo Renato Ortiz para a Comunidade Virtual de Antropologia. Entre os assuntos levantados na entrevista estão o começo da carreira em ciências sociais, mestres de referência, cultura, modernidade e mundialização.

Renato Ortiz. Foto: Jornal da Unicamp.
O sociólogo comentou durante a entrevista que o conceito de cultura de massas pode estar com os dias contados, pois o mesmo indicava a idéia de homogeneização. "Certamente existe hegemonia cultural, relações de poder, mas sabemos que hegemonia não é sinônimo de homogeneização. O mundo é assimétrico, desigual, injusto, mas heterogêneo", argumenta.

Renato Ortiz também explica porque utilizou o conceito de "mundialização" ao invés de "globalização". Segundo o sociólogo, a globalização indicava ideia de unicidade, porém para ele existe uma diversidade, distinção no seu interior.  "Para mim não existe, nem existirá uma cultura global, mas sim um processo de mundialização da cultura, que na sua amplitude planetária e na sua diversidade, articula-se ao movimento de globalização da técnica e da economia", acredita.

Confira a entrevista na íntegra: http://www.antropologia.com.br/entr/entr10.htm

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