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Destaques

The Good Detective: Série coreana policial sobre antigo caso e a busca pela verdade

The Good Detective é uma série coreana policial que aborda um caso antigo, cujo julgamento levou à sentença de condenação de morte do acusado. Um detetive novato no departamento e um veterano se juntam para descobrir se aconteceram falhas nas investigações policiais. A série está disponível na Netflix . Com 16 episódios em sua primeira temporada, três personagens se destacam: o detetive que participou da investigação do caso, Kang Do Chang (Son Hyeon-ju) , o jovem detetive Oh Ji Hyuk (Seung-jo Jang) e a jornalista investigativa Jin Seo Kyung (Elliya Le) . Quando um novo caso de um suposto assassino confesso da filha do homem condenado ganha a atenção da mídia, muitas dúvidas pairam no ar sobre as motivações e os possíveis envolvidos, fazendo com que os detetives discretamente se aprofundassem nas investigações, mesmo sabendo que poderiam prejudicar as próprias carreiras. Kang é movido pela consciência pesada de ter sido parte do caso do condenado possivelmente inocente sofrer pena de

Artigo aborda a necessidade de investimento na educação

O Informativo do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, a publicação impressa Tribunal em Pauta divulgou na edição de setembro de 2012 um artigo sobre Controle Social da Educação, assinado pelo professor da UFPE, Mozart Neves Ramos.

Mozart Neves Ramos também é membro do Conselho de Governança do Todos Pela Educação e do Conselho Nacional de Educação. No artigo, o professor explica a necessidade de se investir mais na educação pública do Brasil e fala sobre uma nova lei que regulamenta o novo Plano Nacional de Educação que deve elevar o investimento no setor a 10% do PIB (Produto Interno Bruto), cerca de R$ 150 bilhões a mais do que hoje é investido na educação pública.

O articulista comenta que segundo números apresentados pelo Ministério da Educação (MEC), um aluno da educação básica custa ao país, por ano, cerca de R$ 3.500. Mozart argumenta que este número é menos do que o investido em países, como México, Chile e da União Européia. "Por isso, é justa a luta por mais recursos na educação básica", justifica Mozart Neves Ramos.

Ainda para Mozart, mesmo que alguns lugares recebam recursos insuficientes, é preciso garantir que os mesmos cheguem à escola sem serem desviados, prejudicando as salas de aula, alunos pela falta de materiais e merenda e o transporte escolar.

O professor elogiou o trabalho dos Tribunais de Conta de Mato Grosso do Sul e de Pernambuco e ressaltou que  esses esforços garantem um salto de qualidade da educação. "É bom lembrar que investir corretamente o dinheiro público não é mérito, é dever. Merito é investir com eficiência, eficácia e efetividade", conclui.

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