Pular para o conteúdo principal

Destaques

Resenha: Medicina dos Horrores – Lindsey Fitzharris

O ambiente do hospital causa pavor em algumas pessoas. Se nos dias atuais com tantos avanços, a ideia ainda é assustadora para alguns; tente imaginar como era a prática médica nos séculos passados. O livro Medicina dos Horrores, de Lindsey Fitzharris, narra a história de um médico que revolucionou o mundo das cirurgias do século XIX. A obra foi publicada no Brasil pela Editora Intrínseca, em 2019, com tradução de Vera Ribeiro.


Compre o livro Medicina dos Horrores (Lindsey Fitzharris): https://amzn.to/30e1xL0

Dá para imaginar que algumas pessoas gostavam de assistir cirurgias ao vivo? Ou que o cirurgião e o médico não tinham tanta importância quanto tem nos dias atuais? Medicina dos Horrores é uma viagem para um período em que muitas pessoas morriam dentro dos hospitais por causa das infecções.

Para quem não é muito fã de hospitais, algumas descrições das cirurgias podem causar um aperto no estômago, especialmente levando em conta os equipamentos e cenários da época, bem como era feita …

Artigo aborda a necessidade de investimento na educação

O Informativo do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, a publicação impressa Tribunal em Pauta divulgou na edição de setembro de 2012 um artigo sobre Controle Social da Educação, assinado pelo professor da UFPE, Mozart Neves Ramos.

Mozart Neves Ramos também é membro do Conselho de Governança do Todos Pela Educação e do Conselho Nacional de Educação. No artigo, o professor explica a necessidade de se investir mais na educação pública do Brasil e fala sobre uma nova lei que regulamenta o novo Plano Nacional de Educação que deve elevar o investimento no setor a 10% do PIB (Produto Interno Bruto), cerca de R$ 150 bilhões a mais do que hoje é investido na educação pública.

O articulista comenta que segundo números apresentados pelo Ministério da Educação (MEC), um aluno da educação básica custa ao país, por ano, cerca de R$ 3.500. Mozart argumenta que este número é menos do que o investido em países, como México, Chile e da União Européia. "Por isso, é justa a luta por mais recursos na educação básica", justifica Mozart Neves Ramos.

Ainda para Mozart, mesmo que alguns lugares recebam recursos insuficientes, é preciso garantir que os mesmos cheguem à escola sem serem desviados, prejudicando as salas de aula, alunos pela falta de materiais e merenda e o transporte escolar.

O professor elogiou o trabalho dos Tribunais de Conta de Mato Grosso do Sul e de Pernambuco e ressaltou que  esses esforços garantem um salto de qualidade da educação. "É bom lembrar que investir corretamente o dinheiro público não é mérito, é dever. Merito é investir com eficiência, eficácia e efetividade", conclui.

Comentários

Mais lidas da semana