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Destaques

Criminologia, Jessica Jones e Mulher-Maravilha: Ficar do lado do agressor é sinal de perigo à sociedade – Ben Oliveira

Que dia lindo para servir Karma Coletivo para Diana, Lilith e Nêmesis ao mesmo tempo:  Resistam julgar as pessoas pela aparência. Meus 2 ex-namorados manipuladores se faziam de vítimas e todo mundo ficava ao lado deles e como eu sou porra louca, como Jessica Jones e Malévola, era injustiçado entre quatro paredes e julgado por todos ao redor. Como sou uma vaca, só há duas pessoas com a qual me importo no mundo, minhas duas chamas gêmeas, o resto é indiferente. Ainda assim... Vocês criam cada distorção cognitiva que só por Deus... É muita falta de terapia, autoconsciência, reflexão e bom senso.  Foi você que tava dentro do carro capotado? Foi você que quase morreu? Foi você que teve que recomeçar várias vezes na vida? Foi você que saiu como vilão quando a pessoa era tóxica pra cacete? Não foi. Então, boca fechada, sempre. Opinião só se dá quando é pedida. Sem falar os DELUSIONAIS que ficaram comentando: Que pena, achei que vocês iam casar. Quem quiser casar com ele, passo até o perfil KK

Tarja Editorial – Editora brasileira de Literatura Fantástica encerra as atividades

Ao entrar no site da Tarja Editorial, uma editora que publicava literatura fantástica, vi uma mensagem sobre o encerramento de suas atividades, avisando que os contatos poderiam ser feitos pela página do Facebook. Na Fan Page da editora, Richard Diegues publicou uma nota sobre o que aconteceu com a Tarja.

Mensagem na página principal da Tarja Editorial avisa
sobre o seu fechamento. Foto: Reprodução.
Segundo Richard Diegues, ele e o sócio Gianpaolo Celli produziam livros com baixo lucro de aproximadamente R$ 2 por exemplar vendido e, às vezes, tinham prejuízo. Se a editora conseguisse vender mil exemplares por mês, a Tarja se tornaria sustentável, no entanto, Diegues comenta que no Brasil, os livros nacionais de Ficção Científica e Fantasia não costumam vender tanto.

Além do fator financeiro, Richard Diegues argumentou que outro responsável pelo encerramento das atividades da Tarja Editorial foi sair do atual cenário da literatura fantástica com grandes obras, sem precisar publicar livros de ocasião e/ou de má qualidade.

Confira trecho: “Entre continuar dando murros em ponta de facas para manter nossos ideais, ou parar com os trabalhos antes de nos tornarmos decadentes, optamos por fechar a editora e manter o nome "Tarja" como sendo referência de pioneirismo nesse século, sendo lembrada por ter lançado o Steampunk e o Retrofuturismo no Brasil, a Literatura Queer, mantido publicações como o Anuário Brasileiro, o concurso FCdoB e o internacional Fantasporto, trazido para cá romances de autores como Jeff VanderMeer, China Miéville, Ekaterina Sédia e João Barreiros, além de ter publicado pela primeira vez mais de 100 autores com trabalhos fantásticos nesse período. Sim, saímos pela ribalta, mas com os holofotes nos seguindo”.

Acesse a página no Facebook da Tarja Editorial e leia a nota na íntegra sobre o fechamento da editora

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