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Destaques

Documentário da Netflix aborda caso Elisa Lam e histórico mórbido do Cecil Hotel

Dependendo da sua idade e do quanto você é ligado às notícias e ao mundo online, é bem provável que você tenha ouvido falar sobre o caso da Elisa Lam , uma canadense descendente de chineses que  viajou para os Estados Unidos e morreu em um hotel de Los Angeles . O caso polêmico na época foi explorado na série documental Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil (Crime Scene: The Vanishing at the Cecil Hotel) , dirigido pelo norte-americano Joe Berlinger e distribuído pela Netflix , em 2021. Em quatro episódios, de forma linear, é contada a história de como Elisa Lam foi parar no Cecil Hotel e um pouco de sua personalidade no mundo digital e afinidade com o Tumblr. Importante mencionar que o documentário não traz entrevistas com os familiares de Elisa Lam. Se nem os próprios familiares conhecem a fundo uma pessoa, me pergunto por que há tantas pessoas aleatórias na internet e fãs de teorias da conspiração que se sentem no direito de dizer que algo poderia ou não ter acontecido. 

Tarja Editorial – Editora brasileira de Literatura Fantástica encerra as atividades

Ao entrar no site da Tarja Editorial, uma editora que publicava literatura fantástica, vi uma mensagem sobre o encerramento de suas atividades, avisando que os contatos poderiam ser feitos pela página do Facebook. Na Fan Page da editora, Richard Diegues publicou uma nota sobre o que aconteceu com a Tarja.

Mensagem na página principal da Tarja Editorial avisa
sobre o seu fechamento. Foto: Reprodução.
Segundo Richard Diegues, ele e o sócio Gianpaolo Celli produziam livros com baixo lucro de aproximadamente R$ 2 por exemplar vendido e, às vezes, tinham prejuízo. Se a editora conseguisse vender mil exemplares por mês, a Tarja se tornaria sustentável, no entanto, Diegues comenta que no Brasil, os livros nacionais de Ficção Científica e Fantasia não costumam vender tanto.

Além do fator financeiro, Richard Diegues argumentou que outro responsável pelo encerramento das atividades da Tarja Editorial foi sair do atual cenário da literatura fantástica com grandes obras, sem precisar publicar livros de ocasião e/ou de má qualidade.

Confira trecho: “Entre continuar dando murros em ponta de facas para manter nossos ideais, ou parar com os trabalhos antes de nos tornarmos decadentes, optamos por fechar a editora e manter o nome "Tarja" como sendo referência de pioneirismo nesse século, sendo lembrada por ter lançado o Steampunk e o Retrofuturismo no Brasil, a Literatura Queer, mantido publicações como o Anuário Brasileiro, o concurso FCdoB e o internacional Fantasporto, trazido para cá romances de autores como Jeff VanderMeer, China Miéville, Ekaterina Sédia e João Barreiros, além de ter publicado pela primeira vez mais de 100 autores com trabalhos fantásticos nesse período. Sim, saímos pela ribalta, mas com os holofotes nos seguindo”.

Acesse a página no Facebook da Tarja Editorial e leia a nota na íntegra sobre o fechamento da editora

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